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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/07/2019

23 de Julho de 2019

Papa pede globalização da fraternidade contra escravidão moderna

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Papa pede globalização da fraternidade contra escravidão moderna

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11/12/2014 14:41 - Atualizado em 11/12/2014 16:42
Por: Rádio Vaticano

Papa pede globalização da fraternidade contra escravidão moderna 0

A tradicional mensagem do Papa para a 48º Dia Mundial da Paz, comemorado no dia 1º de janeiro, aborda um tema muito coerente à realidade brasileira e, não por coincidência, foi publicada nesta quarta-feira (10/12), Dia Internacional dos Direitos Humanos: as formas modernas de escravidão.

Na primeira parte, para nos conduzir à escuta do projeto de Deus para a humanidade, Francisco explica ter buscado inspiração na Carta de São Paulo a Filémon, na qual “o Apóstolo pede ao seu colaborador para acolher Onésimo, que antes era escravo do próprio Filémon mas agora tornou-se cristão, merecendo por isso mesmo, segundo Paulo, ser considerado um irmão”.

Escravidão multifacetada

Neste contexto, o Papa repassa as múltiplas faces da escravatura em uma abordagem que resgata o fenômeno no passado quando este definia quem nascia livre e quem nascia escravo. “Hoje, na sequência de uma evolução positiva da consciência dos homens, a escravatura – crime contra a humanidade – foi formalmente abolida no mundo”, prossegue Francisco. Contudo, alerta para as formas modernas de escravidão, que priva ainda hoje “milhões de pessoas – crianças, homens e mulheres de todas as idades – da liberdade”.

Causas da escravidão

Estas pessoas são submetidas e subjugadas quando o pecado corrompe o coração do homem e o afasta de seu Criador, diz o Papa ao abordar as causas profundas da escravatura. Somam-se a esta causa ontológica de rejeição da humanidade no outro alguns aspectos que levam às formas modernas de escravidão, tais como a pobreza, a falta de educação e de emprego, a corrupção e até mesmo todas as formas de violência, criminalidade e terrorismo. 

Vencer a guerra contra a escravidão

Para vencer a escravatura é preciso um compromisso comum, afirma o Papa, que seja capaz de acabar com a indiferença geral em relação às formas modernas de escravidão: não podemos aceitar que isso seja “normal”. Neste ponto, Francisco ressalta o trabalho das congregações religiosas, especialmente femininas, que silenciosamente, há tantos anos, trabalham em favor das vítimas. “Tais institutos atuam em contextos difíceis, por vezes dominados pela violência, procurando quebrar as cadeias invisíveis que mantêm as vítimas presas aos seus traficantes e exploradores”, destacou Francisco.

Compromisso comum

O Papa também fala de um tríplice empenho em nível institucional, para a prevenção, proteção das vítimas e ação judicial contra os responsáveis, que deve ser levada adiante, em conjunto, pelos governos, pelas organizações não-governamentais e as organizações da sociedade civil. “Nos últimos anos, a Santa Sé, acolhendo o grito de sofrimento das vítimas do tráfico e a voz das congregações religiosas que as acompanham rumo à libertação, multiplicou os apelos à comunidade internacional pedindo que os diversos atores unam os seus esforços e cooperem para acabar com este flagelo”. 

Leia o texto na íntegra no site da Rádio Vaticano 

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