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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 18/07/2019

18 de Julho de 2019

Igreja não seja um museu ou ONG, diz papa

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01/12/2014 17:33 - Atualizado em 01/12/2014 17:33
Por: Rádio Vaticano

Igreja não seja um museu ou ONG, diz papa 0

Igreja não seja um museu ou ONG, diz papa  / Arqrio

Que a Igreja na Suiça seja sinal visível do Corpo de Cristo e de seu povo e não somente uma bela organização, uma ONG. Palavras do Papa Francisco no discurso entregue aos bispos suiços em visita ‘ad Limina’, nesta segunda, 1º de dezembro. 

Palavras claras e diretas do Santo Padre aos prelados da Suiça, um país de pacífica “coexistência cultural e religiosa”, “sede de instituições internacionais importantes para a paz, o trabalho, a ciência e o ecumenismo”, onde não obstante “muitos habitantes mantenham-se afastados da fé, a maioria reconhece o papel positivo dos católicos e protestantes no âmbito social”.

Mas “sem uma fé viva em Cristo ressuscitado – observou o Papa -  as belas igrejas e mosteiros, como a Abadia de São Maurício, prestes a celebrar 1.500 anos de vida religiosa initerrupta, ‘fato excepcional em toda a Igreja’, se transformarão, pouco a pouco em museus; todas as louváveis obras e instituições perderão o seu espírito, deixando somente ambientes vazios e pessoas abandonadas”.

“A vossa missão – disse o Pontífice aos bispos suiços – é a de apascentar o rebanho, caminhando segundo as circunstâncias adiante, no centro e atrás”, porque “o povo de Deus não pode subsistir sem os seus pastores, bispos e padres”.

O Papa então, encoraja os prelados “a dar uma resposta clara e comum aos problemas da sociedade, em um momento onde muitos, mesmo na Igreja, são tentados a afastar-se da real dimensão do Evangelho, que tem uma força própria originária para elaborar propostas”. Cabe a nós, portanto, continuou o Pontífice, apresentar esta mensagem completa e torná-la acessível a todos, sem obscurecer a beleza do Evangelho, também àqueles que encontram dificuldades na vida cotidiana ou buscam um sentido à própria existência ou se afastaram da Igreja”. Os quais “confusos ou concentrados em si mesmos, deixam-se seduzir por formas de pensar que negam deliberadamente a dimensão transcendente do homem, da vida e das relações humanas, em particular diante do sofrimento e da morte”.

“O testemunho dos cristãos e das paróquias – disse o Papa – pode realmente iluminar o caminho deles e apoiar sua busca da felicidade. Deste modo a Igreja Suiça pode ser ela própria e não somente uma bela organização, uma outra ONG”.

Assim – conclui Francisco – é necessário “anunciar a Boa Nova, não ceder aos caprichos dos homens”. “Muitas vezes nos cansamos em responder sem nos dar conta que nossos interlocutores não buscam respostas”. É necessário, isto sim, “interrogações com a visão apostólica nunca superada: ‘Este é Jesus, Deus o ressuscitou, nós somos testemunhas disto’”.

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