Arquidiocese do Rio de Janeiro

27º 18º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/05/2019

20 de Maio de 2019

" A Igreja não é uma realidade estática, mas vive na história"

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

20 de Maio de 2019

" A Igreja não é uma realidade estática, mas vive na história"

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

26/11/2014 10:36 - Atualizado em 26/11/2014 10:37
Por: Rádio Vaticano

" A Igreja não é uma realidade estática, mas vive na história" 0

A Igreja peregrina foi o tema da Audiência Geral desta quarta-feira, 26 de novembro, que se realizou na Praça S. Pedro apesar do mau tempo. Antes de sua catequese o Papa saudou, a bordo de seu papamóvel semiaberto que o protegia da garoa, os cerca de 10 mil fiéis presentes.

Já diante da Basílica, ao se dirigir aos peregrinos, Francisco explicou que a Igreja não é uma realidade estática, imóvel, finalizada em si mesma, mas vive na história caminhando continuamente rumo à meta última, que é o Reino dos Céus, do qual a Igreja na terra é o gérmen e o início.

Esta meta é a “nova Jerusalém”, o Paraíso: porém mais do que um lugar, é um “estado” no qual as nossas expectativas mais profundas serão realizadas e o nosso ser de criaturas e filhos de Deus alcançará pleno amadurecimento.

Então, contemplaremos a Deus face a face, ficando envolvidos completamente pela sua alegria, a sua paz e o seu amor. “Que belo pensar nisso, pois reforça a alma”, disse Francisco. Entretanto, ignoramos quando essa passagem final terá lugar, mas sabemos que há continuidade e comunhão entre a Igreja celeste e a Igreja que ainda caminha sobre a terra.

Na visão cristã, de fato, a distinção fundamental não é entre quem está morto e quem está vivo, mas entre quem está em Cristo e quem não está Nele. Eis o elemento determinante e verdadeiramente decisivo para a nossa salvação, para a nossa felicidade.

“E o que acontecerá com este universo que nos abriga e sustenta?”, questiona-se o homem. Como escreve São Paulo, também ele será libertado da escravidão da corrupção, para entrar na liberdade gloriosa dos filhos de Deus. Portanto, a transformação prometida – aliás já começou a realizar-se a partir da morte e ressurreição de Cristo – não será uma aniquilação do universo e de tudo o que nos rodeia, mas sim uma nova criação que levará todas as coisas à sua plenitude de ser, de verdade e de beleza.

E o Papa então concluiu:

Queridos amigos, quando pensamos nessas estupendas realidades que nos aguardam, percebemos quanto pertencer à Igreja seja realmente um dom maravilhoso! Peçamos à Mãe da Igreja que proteja sempre o nosso caminho e nos ajude a ser, como Ele, sinal alegre de confiança e de esperança em meio aos nossos irmãos.

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.