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23 de Julho de 2019

Papa: a Igreja é fiel a Cristo quando é pobre e humilde

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Papa: a Igreja é fiel a Cristo quando é pobre e humilde

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24/11/2014 15:29 - Atualizado em 24/11/2014 15:29
Por: Rádio Vaticano

Papa: a Igreja é fiel a Cristo quando é pobre e humilde 0

Papa: a Igreja é fiel a Cristo quando é pobre e humilde / Arqrio

Quando a Igreja é humilde e pobre, então “é fiel” a Cristo: foi o que afirmou o Papa Francisco durante a homilia da Missa da manhã desta segunda-feira, 24/11, celebrada na capela da Casa Santa Marta. 

No episódio evangélico da viúva que, sob o olhar de Jesus, doa todo seu bem ao tesouro do templo – enquanto os ricos oferecem grandes cifras para eles supérfluas -, o Papa Francisco identifica duas tendências sempre presentes na história da Igreja: uma vaidosa e outra pobre, que não tem outra riqueza além do seu Esposo:

“Eu gosto de ver a Igreja nesta figura que é, num certo sentido, um pouco viúva, porque aguarda a volta do seu Esposo… Sim, tem seu Esposo na Eucaristia, na Palavra de Deus, mas espera sua volta, não? Esta atitude da Igreja… Esta viúva não era importante, o nome desta viúva não aparecia nos jornais. Ninguém a conhecia. Não tinha diplomas… nada. Nada. Não brilhava de luz própria. É exatamente isso que me faz ver a Igreja nesta mulher. A grande virtude da Igreja deve ser não brilhar de luz própria, mas brilhar com a luz que vem do seu Esposo. Que vem justamente do seu Esposo. E nos séculos, quando a Igreja quis ter luz própria, errou”.

“É verdade – reconhece o Papa – que às vezes o Senhor pode pedir à sua Igreja para assumir uma luz própria”, mas isto significa que se a missão da Igreja é iluminar a humanidade, a luz deve ser exclusivamente a recebida de Cristo, numa atitude de humildade:

“Todos os serviços que nós fazemos na Igreja são para nos ajudar a receber aquela luz. Um serviço sem esta luz não é bom: faz com que a Igreja se torne rica, poderosa, ou que busque o poder, ou que erre o caminho, como aconteceu tantas vezes na história e acontece em nossas vidas, quando queremos ter uma outra luz que não é a do Senhor, uma luz própria”.

Quando a Igreja “é fiel à esperança e a seu Esposo – repete ainda Francisco – se alegra em receber a luz Dele, de ser ‘viúva’, de ficar à espera, como a luz, do ‘sol que virá’”:

“Quando a Igreja é humilde, quando a Igreja é pobre, ou quando a Igreja confessa suas misérias, a Igreja é fiel e diz: ‘Eu estou nas trevas, mas a luz Dele chega até mim’, e isto faz muito bem. Rezemos a esta viúva que está no Céu para que nos ensine a sermos Igreja assim, jogando fora tudo o que temos: que nada fique para nós. Tudo para o Senhor e para o próximo. Que sejamos humildes, sem nos vangloriar de uma luz própria, procurando sempre a luz que vem do Senhor”. 

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