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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 26/06/2019

26 de Junho de 2019

Vaticano autoriza a abertura do processo de beatificação de Guido

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Vaticano autoriza a abertura do processo de beatificação de Guido

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10/11/2014 16:17 - Atualizado em 13/11/2014 16:53
Por: Natassha Cotts (natassha@testemunhodefe.com.br)

Vaticano autoriza a abertura do processo de beatificação de Guido 0

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A Arquidiocese do Rio de Janeiro recebeu autorização do Vaticano para iniciar o processo de beatificação do médico e seminarista Guido Vidal França Schaffer. Ele faleceu em 1º de maio de 2009, aos 34 anos, vítima de uma contusão na nuca que gerou desmaio e afogamento, enquanto surfava no mar da Barra da Tijuca.

Enviada ao arcebispo Dom Orani João Tempesta, com data de 16 de outubro, a carta que concede o ‘Nihil Obstat’ (nada impede) foi assinada pelo prefeito da Pontifícia Congregação para a causa dos Santos, Cardeal Ângelus Amato.

O processo de beatificação, com a distribuição de materiais de divulgação, será aberto no dia 17 de janeiro de 2015 na Basílica Imaculada Conceição, em Botafogo. Na ocasião serão apresentados os membros da comissão que investigará os milagres atribuídos ao novo Servo de Deus. 

Na mesma cerimônia, que faz parte da Trezena de São Sebastião, será concluído o processo arquidiocesano de Odetinha.

Modelo para os jovens

De acordo com o vigário episcopal para Vida Consagrada, Dom Roberto Lopes, que também atua como delegado arquidiocesano para a Causa dos Santos, o novo Servo de Deus sempre esteve voltado para os mais humildes. O jovem médico ajudou na organização de campanhas de vacinação para moradores de rua e foi voluntário na casa das Missionárias da Caridade, na Lapa.

Nesse itinerário, continuou Dom Roberto, ele descobriu sua vocação sacerdotal, e para preparar-se ingressou no Seminário de São José, no Rio Comprido. Guido foi um jovem orante e silencioso. E nas salas de aula, nos corredores, nas pastorais e paróquias buscava servir ao próximo.

“Será um processo muito bonito de um jovem que preenche tudo o que a juventude representa. Ele é um grande ícone para a Igreja do Rio, como também para o Brasil e o mundo”, concluiu.

Da beatificação à canonização

Com a confirmação do ‘Nihil Obstat’, o processo tem início em âmbito arquidiocesano, quando recebe o título de Servo de Deus.

Um postulador, assessorado por uma comissão nomeada pelo ordinário local, terá a missão de investigar com detalhes a vida do candidato para conhecer sua fama de santidade.

O primeiro processo é o das virtudes. Ao final, o candidato é considerado Venerável. Para a beatificação é necessária a comprovação de um milagre. A exigência é dispensada no caso do candidato ser um mártir.

O terceiro e último passo é a comprovação de mais milagre para a canonização, quando é proclamado santo, sendo venerado nos altares em âmbito universal por toda a Igreja.

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