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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 12/12/2018

12 de Dezembro de 2018

Cada confissão é um Pentecostes

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05/06/2014 21:58 - Atualizado em 09/06/2014 20:38
Por: Vatican Insider

Cada confissão é um Pentecostes 0

Cada confissão é um Pentecostes / Arqrio

Carta do Cardeal Mauro Piacenza, da Penitenciaria Apostólica, por ocasião da Festa do Espírito Santo de 2014

“O sacerdote sempre será um homem de misericórdia”. Isto foi afirmado pelo Cardeal Mauro Piacenza na carta que ele escreveu em virtude da Solenidade de Pentecostes, celebrada em 8 de junho, dirigida a “todos aos irmãos confessores e aos penitentes”.

“Reunidos espiritualmente no Cenáculo com a Virgem Maria – diz o cardeal – em intensa comunhão eclesial, revivemos o mistério da Páscoa, a descida do Espírito eterno de amor, que dá vida à Igreja e é incessantemente renovado pelo dom da graça com que o Senhor consagrou ao seu serviço: o selo batismal e sacerdotal”.

“Bem sabemos – continua ele – que a nossa nova vida está enraizada na missão do Espírito Santo, e por isso é a própria identidade da Igreja e a vitalidade da sua missão. No grande ‘abraço’ de Pentecostes, a própria pessoa de Jesus, o Ressuscitado e ascendido ao céu, se faz presente, até o fim dos tempos, em todos os seus discípulos e, através deles, através da obra do mesmo Espírito, se expande em um sopro eterno de misericórdia”.

“Aqui é que esta obra de Deus e da realidade da pessoa do amor salvífico de Cristo não permanece muito como algo a ser imitado, mas, basicamente, inacessível, ou como um modelo ideal na tentativa, mas nunca poderia alcançar; pelo contrário, torna-se a própria raiz do nosso ser, a nova realidade em que vivemos, o poder do amor com o qual estamos agora habitados, e essa pergunta durante sua peregrinação terrena, para ser capaz de agir no mundo através de nós”.

Com a consciência de que “tudo é válido e atual para cada um dos fiéis, em virtude do Batismo, especialmente diz respeito aos sacerdotes, porque eles foram introduzidos, não pelo seu mérito, mas pela graça, em tal ‘nível de ser’, a tal intimidade com o Senhor, para se tornar participantes de Seu coração do amor, de seu próprio trabalho de salvação, para que, através deles, realmente acontecendo agora, para os irmãos, o encontro com Cristo. Os sacerdotes foram estabelecidos ministros da misericórdia divina, e os servos do Deus de amor e compaixão de Jesus”.

Por esta razão, o sacerdote, “o objeto de misericórdia, que não pode ser sempre, um homem de misericórdia. Sua nova testemunha ser exercício como apaixonado e fiel do ministério se torna memória contínua”.

O Cardeal Piacenza também diz que para ser “especialistas em misericórdia, será suficiente para ser” ouvir “para a obra do Espírito em nós e fiel; ‘Ouvir’ o dom de Pentecostes, que nos ficou consagrado no Batismo e nos confessores sacerdotais, e que ‘renova’ por meio de qualquer celebração dos sacramentos”; e “de uma forma muito especial no Sacramento da Reconciliação. Este sacramento, de fato, é sempre uma nova experiência do Espírito Santo em ação, tanto para o sacerdote como para o penitente”.

Na conclusão, o Cardeal diz que “para aqueles que confessam, o perdão sacramental é um verdadeiro Pentecostes para a alma, que é iluminada por sua luz divina, e purificados pelo sangue do Cordeiro que foi morto adornado com todos os dons da graça, começando com a renovada plena comunhão com Jesus. Enquanto para o sacerdote, como intimamente unido a Cristo, para viver todas as alegações do homem pecador, ele aprende mais a cada vez o pensamento de Cristo, na correção, avaliação e cura. Enquanto ele pronuncia as palavras da absolvição, sente renascimento no coração, pelo Espírito, o selo sacramental e identificação pessoal com o Bom Pastor”.

 

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