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16 de Novembro de 2018

CNBB: Leigos precisam ser agentes de transformação na Igreja

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CNBB: Leigos precisam ser agentes de transformação na Igreja

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05/05/2014 16:44 - Atualizado em 06/05/2014 18:02
Por: Teresa Fernandes - teresafernandes@testemunhodefe.com.br*

CNBB: Leigos precisam ser agentes de transformação na Igreja 0

CNBB: Leigos precisam ser agentes de transformação na Igreja / Arqrio

Renovação paroquial, o papel dos cristãos leigos, evangelização na Amazônia, liturgia e questão agrária foram alguns temas discutidos durante a 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (AG) nesta segunda-feira, 5 de maio. A programação começou com missa na intenção dos membros do episcopado que faleceram desde a última assembléia em 2013. Após a celebração, os bispos tiveram reunião reservada, sessões no plenário, além de coletiva de imprensa para destacar os principais pontos, dentre os quais o papel dos leigos, que precisam ser agentes de transformação da sociedade. 

Durante coletiva à imprensa, o bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB, dom Frei Severino Clasen, destacou a importância dos leigos para a evangelização e transformação da sociedade. Ele explicou que é importante que o laicato seja um “agente de transformação na Igreja, nas pastorais, no serviço, na sociedade, na economia, na educação, política, cultura.”

“A CNBB tem uma preocupação especial de como somar forças na evangelização e na transformação da sociedade, despertando uma verdadeira consciência de todos os batizados e os não batizados ou de outras religiões”, destacou. Dom Clasen lembrou que o documento “Os cristãos leigos” produzido pela comissão discute como a sociedade está deteriorada em certos pontos pela falta de justiça, incoerência, corrupção, miséria, desestruturação social e falta de coesão das religiões.

1ª Missão Jovem na Amazônia

Também foi abordada a abertura das inscrições para a 1ª Missão Jovem na Amazônia, que abre as inscrições. A atividade reunirá jovens universitários para experiência missionária nas dioceses de Roraima, Coari, Borba e Parintins, de 30 de novembro a 15 de dezembro. Para a participação na missão é preciso preencher um cadastro, que será disponibilizado durante todo o mês de maio, no site www.jovensconectados.org.br. Dos inscritos, serão selecionados aproximadamente 60 jovens de 18 a 35 anos de todo o Brasil, que se dividirão em quatro grupos para as respectivas dioceses.

O cardeal Cláudio Hummes, presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, falou sobre o projeto e a abertura das inscrições. De acordo com ele, a missão traz também a alegria de ser jovem, discípulo missionário de Cristo.

 “Aos jovens o Papa disse: ide sem medo para servir. Seguindo essas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé recebe mais alegria”, disse recordando as palavras do Santo Padre.

O arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Dom Alberto Taveira Corrêa, também falou sobre os preparativos do XVII Congresso Eucarístico Nacional (CEN) que acontece em Belém, em 2016.

À noite, ocorrem reuniões dos membros do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), formado pela presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e os presidentes das doze Comissões Episcopais da entidade, bem como das Comissões Episcopais e bispos referenciais dos Regionais da CNBB.

Missa pelos bispos falecidos

O bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ), Com Francesco Biasin, presidiu nesta segunda-feira, 5 de maio, missa em memória aos bispos falecidos desde a última assembleia, realizada em 2013. “Sentimo-nos profundamente devedores e gratos aos nossos irmãos bispos falecidos, pela fé que nos transmitiram, que ilumina a nossa vida e alimenta a nossa caminhada e das nossas igrejas”, disse durante a homilia.

Dom Biasin fez menção especial ao bispo emérito de sua diocese, dom Waldyr Calheiros, e ao bispo emérito de Goiás (GO), dom Tomás Balduíno, falecido na última sexta-feira, dia 2, e que será sepultado nesta segunda-feira, na Catedral Nossa Senhora Sant’Ana, na Cidade de Goiàs.

“Os dois se procuravam e se apoiavam. Quando se encontravam pareciam dois irmãos. Tiveram uma trajetória marcada por desafios comuns. Juntos com os bispos do Brasil e de outros países, os dois foram signatários do pacto das catacumbas onde se comprometeram a viver radicalmente como pobres, a serviço dos pobres, em uma igreja pobre. O Vaticano II marcou, indelevelmente, as suas vidas”, destacou.

Os bispos falecidos também promoveram a renovação da Igreja em suas igrejas particulares. “Marcaram presença em intervenção significativas na CNBB. Enfrentaram resistências e incompreensões de pessoas de dentro e fora da Igreja. Deram asas a um laicato maduro e atuante na Igreja e na sociedade. Acolheram e dialogaram com pessoas de todos os credos e ideologias, enxergando nelas a imagem de filhos e filhas de Deus. Atuaram na defesa de pessoas perseguidas pela ditadura e no processo de anistia”, lembrou dom Biasin.

Dom Biasin expressou, ainda, a comunhão dos bispos à Igreja de Goiás e a dom Eugênio Rixen, que se despede de Dom Tomás Balduíno. Ao final, ressaltou que todos “esses pastores zelosos, que dedicaram a sua vida a serviço de deus e aos irmãos, estão nas mãos de Deus. Tudo deles está protegido e não será corroído pela morte”.

*Com informações da CNBB

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