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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/11/2018

20 de Novembro de 2018

Nota de Esclarecimento do padre Mário França sobre reportagem do Jornal O Globo

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20 de Novembro de 2018

Nota de Esclarecimento do padre Mário França sobre reportagem do Jornal O Globo

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22/02/2013 00:00 - Atualizado em 27/02/2013 18:00

Nota de Esclarecimento do padre Mário França sobre reportagem do Jornal O Globo 0

Nota de Esclarecimento do padre Mário França sobre reportagem do Jornal O Globo / Arqrio

Esta é uma nota do Padre Mário França, atual professor na Pontifícia Universidade Católica, em resposta à reportagem vinculada no Jornal O Globo na edição do dia 16 de fevereiro. O Portal ArqRio divulga esta nota tendo em vista que o citado jornal não a publicou.

NOTA PARA O JORNAL “O GLOBO”    

Diante do que saiu publicado por este jornal em sua edição do dia 16 deste mês me senti traído por ter sido simplesmente omitida grande parte de minha entrevista. Exatamente para não ficar em chavões sensacionalistas, procurei introduzir a temática sobre a atual situação da Igreja através de uma abordagem de cunho social e histórico que explicasse os impasses da nossa sociedade e seu impacto na vida Igreja, parte desta mesma sociedade. Só assim as raízes históricas justificariam o que hoje experimentamos e igualmente as afirmações feitas posteriormente na entrevista. Cortada esta introdução o texto perdeu sua ótica de leitura e ficou a mercê de quaisquer interpretações.


Sem a seqüência da reflexão certas afirmações foram desligadas de seu contexto abrigando então significados alheios à intenção do autor. Isto vale, sobretudo, para o título do artigo que não deixa claro estar se falando da configuração histórica em crise, e não da Igreja como tal. Observo também que a igualdade de todos na Igreja foi reiterada no Concílio Vaticano II, o que não implica que a igualdade de direitos de participação na comunidade requeira a abolição do ministério ordenado, ou que a hierarquia não possa intervir quando necessário. Noto ainda que Paulo VI achava como uma saída para a carência de sacerdotes a possibilidade da ordenação de homens casados, mas que não era de modo algum contra o celibato! Gostaria que esta retificação fosse tornada pública neste conceituado jornal para fazer jus à intenção do entrevistado.

Mario França

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