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16 de Dezembro de 2018

Caritas Internacional quer eliminar a fome até 2025

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Caritas Internacional quer eliminar a fome até 2025

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13/12/2013 16:24
Por: Rádio Vaticano

Caritas Internacional quer eliminar a fome até 2025 0

Caritas Internacional quer eliminar a fome até 2025 / Arqrio

O Papa Francisco lançou um apelo contra a fome e o desperdício de alimentos na audiência geral desta quarta-feira, 13 de dezembro. O Santo Padre lembrou a campanha da Caritas Internacional que tem como lema: ‘Uma só família humana, alimento para todos’. A campanha foi lançada esta semana em Roma e pretende eliminar a fome até ao ano 2025.

“O escândalo dos milhões de pessoas que padecem de fome não nos deve paralisar, mas empurrar-nos a agir a todos nós, famílias, comunidades e governos para eliminar esta injustiça. O Evangelho de Jesus mostra-nos o caminho: confiarmos na providência do Pai e partilhar o pão quotidiano sem desperdiçar. Encorajo a Caritas a levar em frente este empenho e convido todos a unirem-se a esta onda de solidariedade”, destacou o Papa Francisco.

A organização da campanha propõe que os governos adotem um quadro normativo sobre o direito à alimentação. E considera fundamental sensibilizar a opinião pública contra os desperdícios.

Já o secretário-geral da Cáritas Internacional, Michel Roy, elogiou o programa “Fome Zero” do Governo Federal do Brasil. Ele lembrou ainda que comer e beber é um direito reconhecido pela Declaração dos Direitos Humanos, há 65 anos. Defendeu que deve ser transformado em lei nacional.

“Se todos os países do mundo tivessem uma lei nacional sobre o direito à alimentação, os governos sentiriam-se mais obrigados a isto. Eu vejo que em muitos países, em que a fome é forte, os governos consideram-na uma coisa normal, porque sempre foi assim: Não! É um escândalo que a gente coma apenas uma refeição por dia ou até menos. Em cada país do mundo há este problema”, ressaltou.

Michel Roy criticou que muitas vezes se diz apenas que a fome é culpa apenas dos políticos. “Não se pode fechar os olhos, pelo contrário: deve-se responder a este problema. A solidariedade é fundamental”, disse.

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