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16 de Dezembro de 2018

Papa Francisco lamenta morte de Mandela

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06/12/2013 15:01
Por: Rádio Vaticano

Papa Francisco lamenta morte de Mandela 0

Papa Francisco lamenta morte de Mandela / Arqrio

O Papa Francisco exprimiu tristeza pela morte de Nelson Mandela e apresentou condolências à família enlutada, ao Governo e a todo o Povo sul-africano. 

Em um telegrama dirigido ao Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, o Papa curvou-se perante “o firme compromisso de Nelson Mandela com a promoção da dignidade dos cidadãos de todas as nações e com a construção de uma nova África do Sul assente nos firmes alicerces da não violência, reconciliação e verdade”.

No telegrama assinado pelo próprio Papa, ele afirma rezar a fim de que o exemplo do ex-presidente Mandela inspire as gerações sul-africanas a pôr a justiça e o bem comum no centro das suas inspirações políticas. O telegrama concluiu-se com a invocação do dom divino da paz e prosperidade para todo o povo sul-africano.

Falecimento

Nelson Mandela tinha 95 anos, 27 dos quais passados na prisão sul-africana de Hobben Island. O líder político deixou ao mundo o grande exemplo de um homem que dedicou toda a sua vida a favor de um mundo livre do racismo e do egoísmo, onde todos, independentemente da raça possam viver juntos em harmonia.

Mandela faleceu na noite da última quinta-feira, 5 de dezembro, na sua casa em Joanesburgo, rodeado pelos seus familiares. Havia vários meses que vinha sofrendo de uma infecção pulmonar, que o levou a ser hospitalizado diversas vezes nos últimos tempos.

Conhecido por Madiba, Mandela, jurista, enfrentou de forma decidida e metódica, desde a sua juventude, o sistema do apartheid que não permitia aos negros sul-africanos viverem como cidadãos livres e dignos no seu próprio país, que décadas antes tinha acolhido os brancos europeus que acabaram por apoderar-se do país em detrimentos dos nativos.

A luta contra o apartheid o levou à prisão, de onde saiu em fevereiro de 1990, tornando-se em 1994 o primeiro presidente negro do país. Um ano antes, tinha recebido o Nobel da Paz. E é como homem de paz que o mundo recordará Mandela. Ele soube perdoar todos os sofrimentos infligidos ao seu povo pelo sistema do apartheid, aceitando como irmãos no país aqueles que tinham sido os opressores, sem nenhum espírito de vingança. Antes pelo contrário.

Numerosas as reações a todos os níveis e em todo o mundo pela morte deste ícone que não era apenas o “maior filho” da África do Sul como o definiu o atual Presidente do país, Jacob Zuma, ao dar a triste notícia da morte de Mandela, mas uma das grandes figuras da história contemporânea. 

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