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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 24/06/2017

24 de Junho de 2017

Legado cultural da JMJ

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11/10/2013 22:01 - Atualizado em 15/10/2013 14:34
Por: Igor Marques (igor@testemunhodefe.com.br)

Legado cultural da JMJ 0

Legado cultural da JMJ / Arqrio

Um dos legados deixados pela Jornada Mundial da Juventude Rio2013 para o Rio de Janeiro foi a valorização da arte. Dentre as exposições que passaram pela cidade, “A Herança do Sagrado”, reuniu cerca de 80 mil visitantes. A mostra, está aberta para visitação desde 9 de julho, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Centro, e é composta por 106 obras primas do Vaticano e de museus italianos. Domingo, dia 13 de outubro, é o último dia em que o público poderá ver as peças.

A realização da exposição é uma parceria entre o Ministério da Cultura, o Instituto Brasileiro de Museus, o Museu de Belas Artes, a Arquidiocese do Rio de Janeiro e Pontifício Conselho para os Leigos.

Segundo a diretora do museu, Mônica Xexéo, a exposição, que reuniu renomados artistas, despertou a atenção de um público heterogêneo, variando entre crianças, jovens e adultos. E ainda afirmou: “é importante que os jovens sejam apresentados ao belo, à religiosidade e à história da arte”.

“Durante muitos anos essa mostra cultural será lembrada como uma das maiores exposições de artes, em especial as sacras. ‘A Herança do Sagrado’ atraiu não só religiosos, mas também pessoas que reconhecem e valorizam a importância da história da arte para a humanidade”, disse.

A partir da próxima semana, as peças não estarão mais sob a tutela do MNBA, todas as obras serão encaminhadas para seus lugares de origem.

Para Mônica Xexéo, o contato com as obras que compõem a exposição é uma oportunidade de prestigiar pessoas de que não dispõem de recursos financeiros para viajar às cidades italianas onde estão expostas as peças.

Uma iniciativa de João Paulo II

Em visita à exposição, o presidente da Fundação João Paulo II para Juventude, Marcello Bedeschi, contou que a ideia de promover eventos culturais durante a realização das Jornadas Mundiais da Juventude partiu do Papa João Paulo II. Sua maior intenção era “atrair os jovens, levando-os para Deus através da arte”.

“No ano de 1993, a Jornada Mundial da Juventude foi realizada em Denver, nos Estados Unidos. A região contava com uma pequena parcela de católicos, apenas 25% da população. Foi então, que o Papa João Paulo II quis oferecer algo de belo para a cidade, e nos solicitou para que organizássemos uma exposição com obras do Museu do Vaticano. A exposição foi um sucesso, reunindo um grande número pessoas, católicos e pessoas de outros credos, além de políticos. Recebemos muito apoio. Desde então, em todas JMJ promovemos uma ação cultural”, contou.

A exposição estará aberta para visitação até domingo, das 9h às 21h. O endereço do museu é Avenida Rio Branco, 199, no Centro.

Fotos: Gustavo de Oliveira





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