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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 30/03/2017

30 de Março de 2017

Papa não renunciou porque está doente, confirma padre Lombardi

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12/02/2013 00:00 - Atualizado em 28/02/2013 10:46

Papa não renunciou porque está doente, confirma padre Lombardi 0

Papa não renunciou porque está doente, confirma padre Lombardi / Arqrio

Por: Rádio Vaticana

O Papa Bento XVI está bem e muito sereno, não renunciou porque está doente, mas somente pela fragilidade devido ao envelhecimento. Essa foi a informação dada pelo porta voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, em coletiva concedida nesta terça-feira, 12, um dia após a apresentação da renúncia do Papa Bento XVI.

Na coletiva, foi confirmado todo o calendário de compromissos do Pontífice até 28 de fevereiro, último dia de seu pontificado: encontros com os bispos italianos em visita ad limina, com os presidentes de Romênia e Guatemala, os Angelus e as audiências gerais. Não haverá Encíclica sobre a fé. 

O diretor da Sala de Imprensa Vaticana convidou a prestar atenção para o que o Papa vai dizer nos próximos dias, a partir de amanhã, seja na audiência geral, seja na celebração das Cinzas na Praça São Pedro. 

Padre Lombardi também explicou que a viagem a Cuba e ao México, realizada no ano passado, devido ao cansaço, constituiu para Bento XVI uma etapa de maturação para pensar na renúncia ao ministério, mas não foi uma decisão definitiva neste sentido. 

Aos jornalistas não foi dado algum detalhe sobre como chamará ou se vestirá o Pontífice uma vez de volta ao Vaticano, depois da permanência em Castel Gandolfo: trata-se de questões ainda a definir. 

O Papa deixará, conforme foi dito, as suas funções às 20h do dia 28 de fevereiro, que é geralmente quando o Papa termina suas atividades antes de se retirar em oração, e depois irá repousar: será um último dia de pontífice vivido de forma comum. 

Padre Lombardi agradeceu aos jornalistas pelo trabalho desenvolvido, por tantos comentários respeitosos e reflexivos que apreenderam a coragem e humildade, o seu sentido de responsabilidade, de lucidez desta decisão histórica e deram um sentido de participação e compreensão do mundo no qual o Papa vive esta decisão, tomada com consciência diante de Deus, e propriamente por isto é serena.

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