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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 24/07/2017

24 de Julho de 2017

“Muito amor envolvido”

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24 de Julho de 2017

“Muito amor envolvido”

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25/08/2015 18:09 - Atualizado em 25/08/2015 18:11

“Muito amor envolvido” 0

25/08/2015 18:09 - Atualizado em 25/08/2015 18:11

Já reparou que quando a gente gosta de alguém faz tudo para estar próximo dessa pessoa? É assim que as mães agem com relação aos filhos, os namorados, os melhores amigos... Simplesmente porque há um livre comprometimento de vida entre quem se ama. Ninguém é obrigado a realizar nada, mas se sente impelido a isso, seja por meio de pequenos gestos ou mesmo de grandiosas atitudes, para fazer história na história do outro. Não é assim? E como é prazeroso fazer parte da vida de alguém que amamos!

Mas qual será a realidade do nosso relacionamento com Deus? Já ouvi tanta gente falar que “curte” só ir à missa aos domingos, mas que não quer nem saber de participar de qualquer trabalho pastoral.Uns com a desculpa de que porque não têm tempo, outros porque assumem ter medo de compromisso... Ora, nosso envolvimento com as coisas de Deus não pode ser uma mera obrigação! Só tem validade se for fruto de uma relação concreta entre nós e o Senhor. Senão é hipocrisia! Sabe aquelas postagens de foto em rede social, que vem com a legenda “Muito amor envolvido”? Pois é: essa deve ser a marca que define a relação homem-Deus!

Quando a gente faz uma opção consciente por viver na amizade com Deus precisa ser uma escolha de todo o coração. O comprometimento, que então assumimos, é livre, mas, ao mesmo tempo, integral. Damos ao Senhor o lugar de primazia sobre a nossa história e aí deixamos para trás “outros senhores”, como o dinheiro, o egoísmo, etc., que até então nos escravizavam.

Permitir que o nosso relacionamento com Deus seja o de “muito amor envolvido” é transformador! E, inclusive, renova nossos vínculos com aqueles que nos são mais próximos. Porque o verdadeiro cristianismo nos impele à melhoria das relações humanas, como um serviço ao próprio Deus.

“Se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir (...) Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor”. (Js 24,15)

Servir livremente ao Senhor é a mais linda aventura de amor! “Bora” viver assim? #vamoemfrente

 

* O artigo aqui reproduzido também é publicado na coluna dominical do Padre Omar Raposo no Jornal O Dia.

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“Muito amor envolvido”

25/08/2015 18:09 - Atualizado em 25/08/2015 18:11

Já reparou que quando a gente gosta de alguém faz tudo para estar próximo dessa pessoa? É assim que as mães agem com relação aos filhos, os namorados, os melhores amigos... Simplesmente porque há um livre comprometimento de vida entre quem se ama. Ninguém é obrigado a realizar nada, mas se sente impelido a isso, seja por meio de pequenos gestos ou mesmo de grandiosas atitudes, para fazer história na história do outro. Não é assim? E como é prazeroso fazer parte da vida de alguém que amamos!

Mas qual será a realidade do nosso relacionamento com Deus? Já ouvi tanta gente falar que “curte” só ir à missa aos domingos, mas que não quer nem saber de participar de qualquer trabalho pastoral.Uns com a desculpa de que porque não têm tempo, outros porque assumem ter medo de compromisso... Ora, nosso envolvimento com as coisas de Deus não pode ser uma mera obrigação! Só tem validade se for fruto de uma relação concreta entre nós e o Senhor. Senão é hipocrisia! Sabe aquelas postagens de foto em rede social, que vem com a legenda “Muito amor envolvido”? Pois é: essa deve ser a marca que define a relação homem-Deus!

Quando a gente faz uma opção consciente por viver na amizade com Deus precisa ser uma escolha de todo o coração. O comprometimento, que então assumimos, é livre, mas, ao mesmo tempo, integral. Damos ao Senhor o lugar de primazia sobre a nossa história e aí deixamos para trás “outros senhores”, como o dinheiro, o egoísmo, etc., que até então nos escravizavam.

Permitir que o nosso relacionamento com Deus seja o de “muito amor envolvido” é transformador! E, inclusive, renova nossos vínculos com aqueles que nos são mais próximos. Porque o verdadeiro cristianismo nos impele à melhoria das relações humanas, como um serviço ao próprio Deus.

“Se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir (...) Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor”. (Js 24,15)

Servir livremente ao Senhor é a mais linda aventura de amor! “Bora” viver assim? #vamoemfrente

 

* O artigo aqui reproduzido também é publicado na coluna dominical do Padre Omar Raposo no Jornal O Dia.

Padre Omar Raposo
Autor

Padre Omar Raposo

Reitor do Santuário Cristo Redentor