Arquidiocese do Rio de Janeiro

37º 19º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 14/10/2019

14 de Outubro de 2019

Homilia – 25º Domingo do Tempo Comum

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14 de Outubro de 2019

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Homilia – 25º Domingo do Tempo Comum 0

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Homilia – 25º Domingo do Tempo Comum

Am 8,4-7
Sl 112
1Tm 2,1-8
Lc 16,1-13

“Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”
O evangelho de hoje é concluído com esta afirmação de Jesus: Ninguém pode servir a dois senhores... vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro (cf. Lc 16,13). O termo traduzido como dinheiro – mammon – provém da língua aramaica e ocorre, também, em Mt 6,24. Propositalmente, talvez, os evangelistas não o tenham traduzido, com o intuito de mostrá-lo personificado. De fato, para muitos, o dinheiro tornou-se um “deus” e muito mal é feito em nome do desejo descontrolado de possui-lo.

Lc 16 é direcionado “aos discípulos” (cf. Lc 16,1) e vem emoldurado por duas parábolas: a do administrador infiel (vv. 1-8) e a do rico e do pobre Lázaro (vv. 19-31): trata-se, neste capítulo, do correto uso dos bens deste mundo. O trecho que a liturgia de hoje nos apresenta compõe-se da parábola do administrador infiel (vv. 1-8) e de uma série de ditos de Jesus a respeito do bom emprego do dinheiro (vv. 9-13).

A parábola (vv. 1-8) apresenta um “administrador”, um “ecônomo”. Nos vv. 1-2 encontramos a denúncia de que este ecônomo estava “dilapidando” os bens de seu patrão e a consequente prestação de contas que o seu patrão que lhe pede. Nos vv. 3-4 temos uma cena onde o administrador aparece sozinho, pensando consigo e refletindo sobre o que vai fazer em tal condição. Ele já sabe que o seu patrão vai demiti-lo. Ele precisa, então, saber o que fará da vida. Começa a refletir e percebe que “não tem forças” para um trabalho braçal e que “tem vergonha” de pedir esmolas. Ele então precisa achar uma saída. Esta será apresentada nos vv. 6-7.

Ao olhar os vv. 6-7 vemos a “ideia” que o administrador teve para se salvar de sua terrível situação sendo atuada: ele chama os devedores de seu patrão e começa a reduzir suas contas, com o objetivo de ganhar a benevolência destes mesmos devedores. Era prática comum no Antigo Oriente que os administradores impusessem taxas sobre os bens do seu patrão que eles emprestavam, sobretudo em se tratando de víveres, pois tinham grande valor. Seguindo esta linha interpretativa podemos imaginar que o que o administrador faz é abrir mão de seus ganhos exorbitantes (100% em se tratando dos barris de óleo!) com o intuito de ganhar algo melhor a frente, um futuro trabalho, talvez, junto desses a quem ele agora favorecia.

É por isso que o patrão vai elogiar o funcionário, porque ele agiu com sabedoria, com prudência ou com esperteza como nos apresenta a tradução do lecionário. O elogio que ele recebe do patrão não é um elogio absoluto. O patrão não poderia estar de acordo com uma administração iníqua, uma vez que foi justamente essa administração iníqua a causa da repreensão dada ao administrador no início da parábola. O elogio do patrão se dá em virtude de o administrador ter sabido abrir mão do seu lucro desmedido em vista de um bem maior, que lhe poderia valer no futuro, embora ainda apenas em nível temporal: a amizade daqueles que antes deviam ao seu patrão.

A segunda parte do v. 8 é uma declaração do próprio Jesus, que encerra a parábola, mostrando a primeira antítese deste texto: os “filhos deste mundo” e os “filhos da luz”. Os primeiros são “mais espertos” em seus negócios que os últimos. Os filhos deste mundo, como o administrador da parábola, sabem abrir mão do dinheiro iníquo quando isto é necessário em vista de se alcançar algo maior. Os filhos da luz, muitas vezes, não usam de esperteza em vista do Reino dos Céus, ou seja, não sabem utilizar os seus bens à serviço dos irmãos com o intuito de alcançar algo muito maior: a vida eterna junto do Senhor.

Os vv. 9-13 trazem uma série de ditos de Jesus, marcados por uma série de antíteses a respeito do bom e do mal uso do dinheiro. No v. 9 o dinheiro aparece personificado, sendo chamado de “Mammon tés adikias”, ou seja, “mammon da iniquidade”. O termo “mammon” deriva de uma raiz aramaica e pode designar o conjunto dos bens que uma pessoa possui. Aqui o termo ganha uma acepção negativa, sobretudo porque vem classificado como “Mammon da Iniquidade”, que se traduziu em nosso lecionário por “dinheiro injusto”. Não se trata de ver, no dinheiro, algo ruim em si mesmo. Contudo, o desejo de possuir o dinheiro pelo dinheiro é uma doença, a “avareza”.

Os antigos cristãos chamavam a “avareza” de filargíria, ou seja, amor do dinheiro. Os fariseus serão acusados, no v. 14, de serem filargyrós, ou seja, amigos do dinheiro. A única maneira de se fazer com o que o dinheiro não contamine o coração, e deixe, assim, de ser “dinheiro da iniquidade”, é utilizando-o para fazer o bem ao próximo. É sobre isso que versa a segunda parte do v. 9: no dia que o dinheiro faltar, ou seja, quando diante do mistério da morte ele já não servir para mais nada, será o bem feito por meio dele que valerá, por isso vai dizer Jesus: “fazei amigos com o Dinheiro da Iniquidade, a fim de que, no dia em que (ele – o dinheiro) faltar, eles (os amigos) vos recebam nas tendas eternas”.

As antíteses continuam nos vv. 10-13. O v. 10 contrapõe o “fiel” ao “injusto”: o que é fiel no pouco, o será também no muito. O que é injusto no pouco, o será também no muito. Se ele não é fiel no “dinheiro injusto”, quem lhe confiará o “bem verdadeiro” (v. 11)? Se ele não sabe ser fiel no que é alheio (v. 12), quem lhe confiará o que é dele (v.12)? Por fim, o último versículo lança a sentença: não se pode servir a Deus e a Mammon, ou seja, o coração do homem não pode estar dividido, considerando o dinheiro um bem em si mesmo que ocupa o lugar que é só de Deus.

O homem fiel sabe usar os bens deste mundo em vista de alcançar o “verdadeiro bem”, aquele que é propriamente “nosso”, ou seja, a “vida eterna” junto com o Senhor. O homem injusto é o que se perde, colocando no lugar de Deus uma divindade chamada “riqueza”, que não servirá para nada, porque quando ele morrer essa riqueza o abandonará, e passará às mãos de um outro.

Aqui compreendemos a conexão do evangelho com a primeira leitura. Ouvimos um trecho do profeta Amós onde Deus acusa de modo contundente aqueles que exploram o pobre e são dominados pela idolatria da riqueza. Am 8,7 afirma: Nunca mais esquecerei o que eles fizeram. A injustiça praticada contra o pobre será lembrada pelo Senhor. De fato, na época do profeta Amós, o Reino do Norte, Israel, gozava de grande prosperidade. Am 6,4 fala dos que se deitam em “camas de marfim”, o que significa uma grande riqueza. Contudo, no texto que nos é proposto nessa liturgia, o pobre, dentro de um reino de tanta prosperidade, é “dominado” por um par de sandálias (Am 8,6). Já essa descrição é suficiente para entendermos a grande injustiça, diante da qual Deus não pode se calar, afinal, como canta o Salmo 112,7, ele é aquele que levanta da poeira o indigente e retira, do lixo, o pobrezinho. A menção da “lua nova” e do “sábado” (Am 8,5) indica que os indiciados no oráculo profético são homens religiosos. Contudo, não existe neles nexo entre fé e vida. Se, como afirma a oração coleta de hoje, a síntese da Lei é o amor a Deus e ao próximo, pode-se compreender que a prática da fé não combina com a opressão do pobre e do necessitado. Quem pensa ser religioso, mas oprime o seu irmão, engana-se a si mesmo.

Diante da Palavra que nos desnuda, devemos pedir a Deus a graça de, olhando para nós mesmos, percebemos que lugar o dinheiro ocupa na nossa vida e como nos relacionamos com os bens desse mundo. Somos capazes de fazer o bem com aquilo que possuímos? Ou será que, pensando possuir, já estamos possuídos pelos bens que acabam por nos dominar? É uma reflexão que cada um precisa fazer, a fim de que “o dia” não pegue ninguém de surpresa e aí já não se tenha mais tempo de se fazer o bem aos outros, com os bens com os quais o Senhor agraciou a cada um.

Aproveitando que a segunda leitura nos fala hoje da oração pelos governantes, peçamos a Deus que aqueles que têm o supremo e sagrado dever de reger os bens das cidades, dos estados e dos países, não pensem somente em sua própria vantagem, mas pensem naquilo o que é, de fato, proveitoso para o verdadeiro crescimento e bem-estar da humanidade. Isso será bom para todos, e também para os que governam, porque é grande o mal que fazem quando agem injustamente, comprometendo, assim, o bem do próximo e a sua própria salvação. Seguindo o desejo de Jesus, que quer que todos os homens se salvem, e seguindo nosso bom senso, de quem quer uma vida justa para todos, peçamos a Deus que ilumine a mente e o coração dos que governam.


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Am 8,4-7
Sl 112
1Tm 2,1-8
Lc 16,1-13

“Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”
O evangelho de hoje é concluído com esta afirmação de Jesus: Ninguém pode servir a dois senhores... vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro (cf. Lc 16,13). O termo traduzido como dinheiro – mammon – provém da língua aramaica e ocorre, também, em Mt 6,24. Propositalmente, talvez, os evangelistas não o tenham traduzido, com o intuito de mostrá-lo personificado. De fato, para muitos, o dinheiro tornou-se um “deus” e muito mal é feito em nome do desejo descontrolado de possui-lo.

Lc 16 é direcionado “aos discípulos” (cf. Lc 16,1) e vem emoldurado por duas parábolas: a do administrador infiel (vv. 1-8) e a do rico e do pobre Lázaro (vv. 19-31): trata-se, neste capítulo, do correto uso dos bens deste mundo. O trecho que a liturgia de hoje nos apresenta compõe-se da parábola do administrador infiel (vv. 1-8) e de uma série de ditos de Jesus a respeito do bom emprego do dinheiro (vv. 9-13).

A parábola (vv. 1-8) apresenta um “administrador”, um “ecônomo”. Nos vv. 1-2 encontramos a denúncia de que este ecônomo estava “dilapidando” os bens de seu patrão e a consequente prestação de contas que o seu patrão que lhe pede. Nos vv. 3-4 temos uma cena onde o administrador aparece sozinho, pensando consigo e refletindo sobre o que vai fazer em tal condição. Ele já sabe que o seu patrão vai demiti-lo. Ele precisa, então, saber o que fará da vida. Começa a refletir e percebe que “não tem forças” para um trabalho braçal e que “tem vergonha” de pedir esmolas. Ele então precisa achar uma saída. Esta será apresentada nos vv. 6-7.

Ao olhar os vv. 6-7 vemos a “ideia” que o administrador teve para se salvar de sua terrível situação sendo atuada: ele chama os devedores de seu patrão e começa a reduzir suas contas, com o objetivo de ganhar a benevolência destes mesmos devedores. Era prática comum no Antigo Oriente que os administradores impusessem taxas sobre os bens do seu patrão que eles emprestavam, sobretudo em se tratando de víveres, pois tinham grande valor. Seguindo esta linha interpretativa podemos imaginar que o que o administrador faz é abrir mão de seus ganhos exorbitantes (100% em se tratando dos barris de óleo!) com o intuito de ganhar algo melhor a frente, um futuro trabalho, talvez, junto desses a quem ele agora favorecia.

É por isso que o patrão vai elogiar o funcionário, porque ele agiu com sabedoria, com prudência ou com esperteza como nos apresenta a tradução do lecionário. O elogio que ele recebe do patrão não é um elogio absoluto. O patrão não poderia estar de acordo com uma administração iníqua, uma vez que foi justamente essa administração iníqua a causa da repreensão dada ao administrador no início da parábola. O elogio do patrão se dá em virtude de o administrador ter sabido abrir mão do seu lucro desmedido em vista de um bem maior, que lhe poderia valer no futuro, embora ainda apenas em nível temporal: a amizade daqueles que antes deviam ao seu patrão.

A segunda parte do v. 8 é uma declaração do próprio Jesus, que encerra a parábola, mostrando a primeira antítese deste texto: os “filhos deste mundo” e os “filhos da luz”. Os primeiros são “mais espertos” em seus negócios que os últimos. Os filhos deste mundo, como o administrador da parábola, sabem abrir mão do dinheiro iníquo quando isto é necessário em vista de se alcançar algo maior. Os filhos da luz, muitas vezes, não usam de esperteza em vista do Reino dos Céus, ou seja, não sabem utilizar os seus bens à serviço dos irmãos com o intuito de alcançar algo muito maior: a vida eterna junto do Senhor.

Os vv. 9-13 trazem uma série de ditos de Jesus, marcados por uma série de antíteses a respeito do bom e do mal uso do dinheiro. No v. 9 o dinheiro aparece personificado, sendo chamado de “Mammon tés adikias”, ou seja, “mammon da iniquidade”. O termo “mammon” deriva de uma raiz aramaica e pode designar o conjunto dos bens que uma pessoa possui. Aqui o termo ganha uma acepção negativa, sobretudo porque vem classificado como “Mammon da Iniquidade”, que se traduziu em nosso lecionário por “dinheiro injusto”. Não se trata de ver, no dinheiro, algo ruim em si mesmo. Contudo, o desejo de possuir o dinheiro pelo dinheiro é uma doença, a “avareza”.

Os antigos cristãos chamavam a “avareza” de filargíria, ou seja, amor do dinheiro. Os fariseus serão acusados, no v. 14, de serem filargyrós, ou seja, amigos do dinheiro. A única maneira de se fazer com o que o dinheiro não contamine o coração, e deixe, assim, de ser “dinheiro da iniquidade”, é utilizando-o para fazer o bem ao próximo. É sobre isso que versa a segunda parte do v. 9: no dia que o dinheiro faltar, ou seja, quando diante do mistério da morte ele já não servir para mais nada, será o bem feito por meio dele que valerá, por isso vai dizer Jesus: “fazei amigos com o Dinheiro da Iniquidade, a fim de que, no dia em que (ele – o dinheiro) faltar, eles (os amigos) vos recebam nas tendas eternas”.

As antíteses continuam nos vv. 10-13. O v. 10 contrapõe o “fiel” ao “injusto”: o que é fiel no pouco, o será também no muito. O que é injusto no pouco, o será também no muito. Se ele não é fiel no “dinheiro injusto”, quem lhe confiará o “bem verdadeiro” (v. 11)? Se ele não sabe ser fiel no que é alheio (v. 12), quem lhe confiará o que é dele (v.12)? Por fim, o último versículo lança a sentença: não se pode servir a Deus e a Mammon, ou seja, o coração do homem não pode estar dividido, considerando o dinheiro um bem em si mesmo que ocupa o lugar que é só de Deus.

O homem fiel sabe usar os bens deste mundo em vista de alcançar o “verdadeiro bem”, aquele que é propriamente “nosso”, ou seja, a “vida eterna” junto com o Senhor. O homem injusto é o que se perde, colocando no lugar de Deus uma divindade chamada “riqueza”, que não servirá para nada, porque quando ele morrer essa riqueza o abandonará, e passará às mãos de um outro.

Aqui compreendemos a conexão do evangelho com a primeira leitura. Ouvimos um trecho do profeta Amós onde Deus acusa de modo contundente aqueles que exploram o pobre e são dominados pela idolatria da riqueza. Am 8,7 afirma: Nunca mais esquecerei o que eles fizeram. A injustiça praticada contra o pobre será lembrada pelo Senhor. De fato, na época do profeta Amós, o Reino do Norte, Israel, gozava de grande prosperidade. Am 6,4 fala dos que se deitam em “camas de marfim”, o que significa uma grande riqueza. Contudo, no texto que nos é proposto nessa liturgia, o pobre, dentro de um reino de tanta prosperidade, é “dominado” por um par de sandálias (Am 8,6). Já essa descrição é suficiente para entendermos a grande injustiça, diante da qual Deus não pode se calar, afinal, como canta o Salmo 112,7, ele é aquele que levanta da poeira o indigente e retira, do lixo, o pobrezinho. A menção da “lua nova” e do “sábado” (Am 8,5) indica que os indiciados no oráculo profético são homens religiosos. Contudo, não existe neles nexo entre fé e vida. Se, como afirma a oração coleta de hoje, a síntese da Lei é o amor a Deus e ao próximo, pode-se compreender que a prática da fé não combina com a opressão do pobre e do necessitado. Quem pensa ser religioso, mas oprime o seu irmão, engana-se a si mesmo.

Diante da Palavra que nos desnuda, devemos pedir a Deus a graça de, olhando para nós mesmos, percebemos que lugar o dinheiro ocupa na nossa vida e como nos relacionamos com os bens desse mundo. Somos capazes de fazer o bem com aquilo que possuímos? Ou será que, pensando possuir, já estamos possuídos pelos bens que acabam por nos dominar? É uma reflexão que cada um precisa fazer, a fim de que “o dia” não pegue ninguém de surpresa e aí já não se tenha mais tempo de se fazer o bem aos outros, com os bens com os quais o Senhor agraciou a cada um.

Aproveitando que a segunda leitura nos fala hoje da oração pelos governantes, peçamos a Deus que aqueles que têm o supremo e sagrado dever de reger os bens das cidades, dos estados e dos países, não pensem somente em sua própria vantagem, mas pensem naquilo o que é, de fato, proveitoso para o verdadeiro crescimento e bem-estar da humanidade. Isso será bom para todos, e também para os que governam, porque é grande o mal que fazem quando agem injustamente, comprometendo, assim, o bem do próximo e a sua própria salvação. Seguindo o desejo de Jesus, que quer que todos os homens se salvem, e seguindo nosso bom senso, de quem quer uma vida justa para todos, peçamos a Deus que ilumine a mente e o coração dos que governam.


Padre Fábio Siqueira
Autor

Padre Fábio Siqueira

Vice-diretor das Escolas de Fé e Catequese Mater Ecclesiae e Luz e Vida