Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/09/2019

20 de Setembro de 2019

280 anos do Seminário São José

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05/09/2019 00:00 - Atualizado em 09/09/2019 10:18

280 anos do Seminário São José 0

05/09/2019 00:00 - Atualizado em 09/09/2019 10:18

O Seminário é uma especial comunidade educativa cuja fisionomia vem determinada por seu fim específico que consiste no “acompanhamento vocacional dos futuros sacerdotes, e por tanto, o discernimento da vocação, a ajuda para corresponder a ela e a preparação para receber o sacramento da ordem com as graças e responsabilidades próprias, pelas quais o sacerdote se configura com Jesus Cristo Cabeça e Pastor, e se prepara e compromete para assumir sua missão de salvação na Igreja e no mundo” (Cf. Pastores Dabo Vobis, 61).

Essas tarefas de acompanhamentos vocacional, de discernimento, de preparação e ajuda se levam a cabo por diversos formadores que estão ou devem estar em profunda consonância com o Bispo Diocesano, pois, ele é o primeiro responsável na formação sacerdotal e sobre ele recai a alta direção e administração do seminário.

A Igreja sempre reservou uma especial atenção ao tema da formação sacerdotal. O estudo da história da Igreja, nos mostra a delicadeza e a importância de tal tema, desde os tempos apostólicos até os nossos dias. Se podem delinear facilmente as etapas fundamentais deste caminho, tendo presente os momentos históricos da Igreja e os condicionamentos socioculturais vividos.

A exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis de São João Paulo II, recorda que a formação dos futuros sacerdotes, sejam diocesanos ou não, é de continuo cuidado e se alarga durante todo o curso da vida. É por isso, que é considerado pela Igreja, como uma das tarefas de máxima delicadeza e importância para o futuro da evangelização da humanidade.

A formação seminarística e o modelo de sacerdote são duas realidades intrinsecamente ligadas entre si. A formação mesma não pode ser separada da imagem do sacerdote e seu modo de viver dentro da sociedade. A obra formativa do seminário visa a construir um sujeito que corresponda com a expectativa da Igreja e da sociedade e sua vez, as características que são consideradas como essenciais. O Seminário é concebido com relação ao modelo de sacerdote que se quer ter.

O seminário tridentino, com suas estruturas baseadas sobre os três pilares da formação ao sacerdócio, a piedade, o estudo e a disciplina, havia dado respostas históricas adaptadas a seus tempos. O sacerdócio que saía do Seminário devia saber rezar e ser obediente, porém, a base cultural recebida no seminário nem sempre foi suficiente. A preparação seminarística era indiferenciada, igual para todos, qualquer fosse a proveniência do futuro sacerdote e sua situação humana e cultural, antes do ingresso no Seminário. Na visão da comunidade eclesial, a sociedade não trocou muito desde os tempos do Concílio de Trento até os primeiros decênios do século XX, especialmente no que se refere a concepção do sagrado e no modo de transmissão da fé. Porém, a transformação radical que o mundo sofreu nos últimos tempos provocou na Igreja crises e perguntas.

A renovação pedagógica dos seminários, mandada pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, conheceu uma história ampla e complexa. Para compreender em modo adequado o processo da formação dos candidatos ao sacerdócio, se devem ter presentes alguns aspectos da situação eclesial. Assim, como as características socioculturais de nosso tempo. A relação da Igreja com o mundo, com uma nova dimensão, depois do Concílio Ecumênico Vaticano II, introduziu uma nova concepção de convivência e de relação entre comunidade eclesial e sociedade. Não baseada sobre o caráter intelectual e de oposição recíproca. Por outro lado, em clima de secularização dos últimos anos, há muito o que pensar novamente até quem se dedica a mensagem. Um contexto sociocultural de clara inspiração cristã que antigamente assegurava uma maior fidelidade ao estilo de vida das pessoas que elogiam a vocação sacerdotal o da vida religiosa, há desaparecido na maioria das sociedades. Em consequência, frente a uma sociedade distinta, também ao modelo de sacerdote, seu modo de ser, seu modo de trabalhar e de relacionar-se, e mudado neste sentido. Em vista de tais modelos diferentes, que a preparação ao sacerdócio dos futuros padres tem sido diversificada e não somente em seu aspecto cultural e humano, mas também no espiritual.

Além das idéias gerais sobre o seminário e sua missão, ao comemoramos essa data festiva aqui no Rio de Janeiro, é claro que focamos também o nosso Seminário Arquidiocesano São José o qual completa 280 anos de missão neste 05 de Setembro. Em 1739, o Seminário São José é fundado pelo Bispo Dom Antônio de Guadalupe, OFM. As primeiras instalações do Seminário situavam-se na encosta do Morro do Castelo, no início da ladeira que seria mais tarde chamada de “Ladeira do Seminário”.

Em 1869 Dom Pedro Lacerda transfere a administração do Seminário aos Lazaristas. Essa mudança provavelmente se deu pela dificuldade de Dom Pedro Lacerda em encontrar padres formadores. Já que ele mesmo havia sido formado com os religiosos supõe-se que eles facilitaram a mudança. Em 1907 o Seminário é fechado por problemas internos da Igreja do Brasil que pretendia centralizar a formação sacerdotal nos Seminários de São Paulo e Mariana.

Em 1924 o Seminário Arquidiocesano é reaberto na Ilha de Paquetá. As instalações do Rio Comprido estavam ocupadas pelos Maristas. Em 1948 o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara termina a construção do novo prédio a beira da Avenida Paulo de Frontin (onde hoje está instalada uma universidade) e, anos depois, constrói outro edifício para o Seminário Menor que é ocupado hoje parcialmente pela Filosofia do Seminário. Em 1985 é construído sob o governo do Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales o novo prédio para o Seminário Maior, prédio que hoje é ocupado pela Teologia, pelo Instituto de Filosofia João Paulo II e pelo Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro. A motivação da mudança foi a construção do Elevado Paulo de Frontin que causava um enorme barulho, impossibilitando o estudo.

Em 2003 o Seminário Menor é encerrado sob o governo do Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheidt. É neste ano também que é criado o Seminário Propedêutico Rainha dos Apóstolos com sede localizada na Rua Conde de Bonfim na Tijuca. Em 2012, fizemos uma mudança substancial sendo que o Seminário Rainha dos Apóstolos é transferido para a sede atual do Rio Comprido e a casa da Rua Conde de Bonfim foi destinada ao Seminário Missionário.

Não poderia deixar de ressaltar a minha gratidão pelo trabalho desenvolvido pelos reitores e formadores de ontem e de hoje. Deus lhe pague por formarem sacerdotes como pede o Papa Francisco: “vocês, no seminário, devem estudar, aprender a crescer na oração, conhecer a vida espiritual. No seminário são muitos seminaristas e a vida comunitária é importante”. Para o Pontífice, esses quatro pilares são fundamentais. Estudar é importante “porque o mundo não tolera um sacerdote que não entende as coisas, que não tem um método para entender as coisas, que é incapaz de dizer as coisas de Deus com fundamento”, mas também é importante “a vida espiritual, a oração; ou a vida comunitária com os companheiros, ou a vida apostólica, atender a comunidade paroquial”. “Os quatro pilares são necessários na formação e se falta um deles, a formação não é equilibrada”, indicou. Além disso, assegurou que “a vida do sacerdote deve ser fecunda. Que dê vida aos outros! Que seja pai de uma comunidade.”. Neste sentido, o Bispo de Roma destacou que “a paternidade da vocação pastoral significa dar a vida, fazer a vida crescer; não passar desapercebido na vida de uma comunidade. E deverá fazê-lo com coragem, fortaleza e ternura”. “Olhem para seus pais na fé”, exortou os seminaristas. “Olhem para seus pais e peçam ao Senhor a graça da memória, da memória eclesial”. “‘A história da salvação não começa comigo’, devemos dizer isso para nós mesmos. ‘A minha Igreja tem uma tradição, uma longa tradição de bravos sacerdotes’. A Igreja tem que levá-la adiante”. E essa tradição, assinalou Francisco a cada seminarista, “não terminará contigo. Deve deixá-la como herança ao que ocupe o seu lugar. Padres que recebem a paternidade dos outros e a dão aos outros”. (https://www.acidigital.com/noticias/estes-sao-os-4-pilares-para-a-formacao-de-bons-seminaristas-segundo-o-papa-francisco-80104, último acesso em 03 de setembro de 2019)

Neste ano vocacional em que vivemos é grande a responsabilidade de toda a Arquidiocese, Paróquias, comunidades em favor do Seminário São José, quer seja espiritualmente pedindo santas, numerosas e qualificadas vocações, bem como materialmente para a manutenção do Seminário, o centro pulsante da Igreja Particular.

Contudo ao celebramos estes 280 anos de história e de missão, queremos rezar ainda mais pelo nosso seminário e pela nossa Arquidiocese para Deus continue a enviar missionários para a messe. Que São José, patrono do nosso seminário e patrono universal da Igreja olhe por todos nós, pelos formadores, seminaristas e vocacionados.

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ



 
 
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05/09/2019 00:00 - Atualizado em 09/09/2019 10:18

O Seminário é uma especial comunidade educativa cuja fisionomia vem determinada por seu fim específico que consiste no “acompanhamento vocacional dos futuros sacerdotes, e por tanto, o discernimento da vocação, a ajuda para corresponder a ela e a preparação para receber o sacramento da ordem com as graças e responsabilidades próprias, pelas quais o sacerdote se configura com Jesus Cristo Cabeça e Pastor, e se prepara e compromete para assumir sua missão de salvação na Igreja e no mundo” (Cf. Pastores Dabo Vobis, 61).

Essas tarefas de acompanhamentos vocacional, de discernimento, de preparação e ajuda se levam a cabo por diversos formadores que estão ou devem estar em profunda consonância com o Bispo Diocesano, pois, ele é o primeiro responsável na formação sacerdotal e sobre ele recai a alta direção e administração do seminário.

A Igreja sempre reservou uma especial atenção ao tema da formação sacerdotal. O estudo da história da Igreja, nos mostra a delicadeza e a importância de tal tema, desde os tempos apostólicos até os nossos dias. Se podem delinear facilmente as etapas fundamentais deste caminho, tendo presente os momentos históricos da Igreja e os condicionamentos socioculturais vividos.

A exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis de São João Paulo II, recorda que a formação dos futuros sacerdotes, sejam diocesanos ou não, é de continuo cuidado e se alarga durante todo o curso da vida. É por isso, que é considerado pela Igreja, como uma das tarefas de máxima delicadeza e importância para o futuro da evangelização da humanidade.

A formação seminarística e o modelo de sacerdote são duas realidades intrinsecamente ligadas entre si. A formação mesma não pode ser separada da imagem do sacerdote e seu modo de viver dentro da sociedade. A obra formativa do seminário visa a construir um sujeito que corresponda com a expectativa da Igreja e da sociedade e sua vez, as características que são consideradas como essenciais. O Seminário é concebido com relação ao modelo de sacerdote que se quer ter.

O seminário tridentino, com suas estruturas baseadas sobre os três pilares da formação ao sacerdócio, a piedade, o estudo e a disciplina, havia dado respostas históricas adaptadas a seus tempos. O sacerdócio que saía do Seminário devia saber rezar e ser obediente, porém, a base cultural recebida no seminário nem sempre foi suficiente. A preparação seminarística era indiferenciada, igual para todos, qualquer fosse a proveniência do futuro sacerdote e sua situação humana e cultural, antes do ingresso no Seminário. Na visão da comunidade eclesial, a sociedade não trocou muito desde os tempos do Concílio de Trento até os primeiros decênios do século XX, especialmente no que se refere a concepção do sagrado e no modo de transmissão da fé. Porém, a transformação radical que o mundo sofreu nos últimos tempos provocou na Igreja crises e perguntas.

A renovação pedagógica dos seminários, mandada pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, conheceu uma história ampla e complexa. Para compreender em modo adequado o processo da formação dos candidatos ao sacerdócio, se devem ter presentes alguns aspectos da situação eclesial. Assim, como as características socioculturais de nosso tempo. A relação da Igreja com o mundo, com uma nova dimensão, depois do Concílio Ecumênico Vaticano II, introduziu uma nova concepção de convivência e de relação entre comunidade eclesial e sociedade. Não baseada sobre o caráter intelectual e de oposição recíproca. Por outro lado, em clima de secularização dos últimos anos, há muito o que pensar novamente até quem se dedica a mensagem. Um contexto sociocultural de clara inspiração cristã que antigamente assegurava uma maior fidelidade ao estilo de vida das pessoas que elogiam a vocação sacerdotal o da vida religiosa, há desaparecido na maioria das sociedades. Em consequência, frente a uma sociedade distinta, também ao modelo de sacerdote, seu modo de ser, seu modo de trabalhar e de relacionar-se, e mudado neste sentido. Em vista de tais modelos diferentes, que a preparação ao sacerdócio dos futuros padres tem sido diversificada e não somente em seu aspecto cultural e humano, mas também no espiritual.

Além das idéias gerais sobre o seminário e sua missão, ao comemoramos essa data festiva aqui no Rio de Janeiro, é claro que focamos também o nosso Seminário Arquidiocesano São José o qual completa 280 anos de missão neste 05 de Setembro. Em 1739, o Seminário São José é fundado pelo Bispo Dom Antônio de Guadalupe, OFM. As primeiras instalações do Seminário situavam-se na encosta do Morro do Castelo, no início da ladeira que seria mais tarde chamada de “Ladeira do Seminário”.

Em 1869 Dom Pedro Lacerda transfere a administração do Seminário aos Lazaristas. Essa mudança provavelmente se deu pela dificuldade de Dom Pedro Lacerda em encontrar padres formadores. Já que ele mesmo havia sido formado com os religiosos supõe-se que eles facilitaram a mudança. Em 1907 o Seminário é fechado por problemas internos da Igreja do Brasil que pretendia centralizar a formação sacerdotal nos Seminários de São Paulo e Mariana.

Em 1924 o Seminário Arquidiocesano é reaberto na Ilha de Paquetá. As instalações do Rio Comprido estavam ocupadas pelos Maristas. Em 1948 o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara termina a construção do novo prédio a beira da Avenida Paulo de Frontin (onde hoje está instalada uma universidade) e, anos depois, constrói outro edifício para o Seminário Menor que é ocupado hoje parcialmente pela Filosofia do Seminário. Em 1985 é construído sob o governo do Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales o novo prédio para o Seminário Maior, prédio que hoje é ocupado pela Teologia, pelo Instituto de Filosofia João Paulo II e pelo Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro. A motivação da mudança foi a construção do Elevado Paulo de Frontin que causava um enorme barulho, impossibilitando o estudo.

Em 2003 o Seminário Menor é encerrado sob o governo do Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheidt. É neste ano também que é criado o Seminário Propedêutico Rainha dos Apóstolos com sede localizada na Rua Conde de Bonfim na Tijuca. Em 2012, fizemos uma mudança substancial sendo que o Seminário Rainha dos Apóstolos é transferido para a sede atual do Rio Comprido e a casa da Rua Conde de Bonfim foi destinada ao Seminário Missionário.

Não poderia deixar de ressaltar a minha gratidão pelo trabalho desenvolvido pelos reitores e formadores de ontem e de hoje. Deus lhe pague por formarem sacerdotes como pede o Papa Francisco: “vocês, no seminário, devem estudar, aprender a crescer na oração, conhecer a vida espiritual. No seminário são muitos seminaristas e a vida comunitária é importante”. Para o Pontífice, esses quatro pilares são fundamentais. Estudar é importante “porque o mundo não tolera um sacerdote que não entende as coisas, que não tem um método para entender as coisas, que é incapaz de dizer as coisas de Deus com fundamento”, mas também é importante “a vida espiritual, a oração; ou a vida comunitária com os companheiros, ou a vida apostólica, atender a comunidade paroquial”. “Os quatro pilares são necessários na formação e se falta um deles, a formação não é equilibrada”, indicou. Além disso, assegurou que “a vida do sacerdote deve ser fecunda. Que dê vida aos outros! Que seja pai de uma comunidade.”. Neste sentido, o Bispo de Roma destacou que “a paternidade da vocação pastoral significa dar a vida, fazer a vida crescer; não passar desapercebido na vida de uma comunidade. E deverá fazê-lo com coragem, fortaleza e ternura”. “Olhem para seus pais na fé”, exortou os seminaristas. “Olhem para seus pais e peçam ao Senhor a graça da memória, da memória eclesial”. “‘A história da salvação não começa comigo’, devemos dizer isso para nós mesmos. ‘A minha Igreja tem uma tradição, uma longa tradição de bravos sacerdotes’. A Igreja tem que levá-la adiante”. E essa tradição, assinalou Francisco a cada seminarista, “não terminará contigo. Deve deixá-la como herança ao que ocupe o seu lugar. Padres que recebem a paternidade dos outros e a dão aos outros”. (https://www.acidigital.com/noticias/estes-sao-os-4-pilares-para-a-formacao-de-bons-seminaristas-segundo-o-papa-francisco-80104, último acesso em 03 de setembro de 2019)

Neste ano vocacional em que vivemos é grande a responsabilidade de toda a Arquidiocese, Paróquias, comunidades em favor do Seminário São José, quer seja espiritualmente pedindo santas, numerosas e qualificadas vocações, bem como materialmente para a manutenção do Seminário, o centro pulsante da Igreja Particular.

Contudo ao celebramos estes 280 anos de história e de missão, queremos rezar ainda mais pelo nosso seminário e pela nossa Arquidiocese para Deus continue a enviar missionários para a messe. Que São José, patrono do nosso seminário e patrono universal da Igreja olhe por todos nós, pelos formadores, seminaristas e vocacionados.

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ



 
 
Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro