Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 19/03/2019

19 de Março de 2019

Os Mártires da Igreja: fiéis testemunhas de Jesus Cristo!

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Os Mártires da Igreja: fiéis testemunhas de Jesus Cristo!

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24/01/2019 09:22 - Atualizado em 24/01/2019 09:22

Os Mártires da Igreja: fiéis testemunhas de Jesus Cristo! 0

24/01/2019 09:22 - Atualizado em 24/01/2019 09:22

Vivenciando, com eloquente testemunho de vida cristã, a XXXII Jornada Mundial da Juventude no Panamá, nós continuamos nossa reflexão agora contemplando os heróis da fé, nossos santos.

“Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa”, (cf. Mt 5, 11-16). Esta frase desconfortável do Evangelho continua atual hoje, no terceiro milênio cristão.

Mártires vem do grego màrtys que significa “testemunha", aquele que anuncia, atesta e chora a alegria da ressurreição. Aquele que canta a vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, da justiça sobre a arbitrariedade dos poderosos.

A grande manhã do martírio cristão foi com Santo Estêvão, humilde diácono das mesas dos Atos dos Apóstolos, a quem Lucas confia a “coroa do testemunho”. Por causa deste precioso testemunho, Estevão ganhou o título de “protomártir” da Igreja, um verdadeiro pilar da fé cristã católica.

O martírio é, portanto, por impulso, o anúncio evangélico, o esplendor de uma palavra que é uma boa notícia para os pobres, os oprimidos e os prisioneiros e que ninguém pode extinguir mesmo com a desfiguração, tortura e desprezo.

Enquanto o martírio, de fato, marca a transparência da vida cristã, a fé bíblica não quer sacrifício, ao contrário, é expressa em mil casos contra ele. Assim diz Jesus no Evangelho de Mateus: “Ide aprender o que significa:  quero Misericórdia e não sacrifício” (cf. Mt 9,13; 12,7), o que importa é o coração aberto a Deus e ao próximo. O sacrifício não serve para a salvação, porque a salvação é o dom do Senhor.

Os mártires, são testemunhas de esperança e paz, são aqueles que, com sua extrema doação, testemunham a fidelidade ao Evangelho da Cruz, um amor extremamente forte por Jesus Cristo e o seu Reino.

Tertuliano, um dos padres da Igreja, dizia que “o sangue dos mártires é a semente dos novos cristãos”. De fato, sem qualquer dúvida, esta semente produziu seus frutos ao longo da história da Igreja. As perseguições aos cristãos sempre foi uma realidade violenta e desafiadora, mais, os arautos do Senhor nunca se intimidaram nem recuaram em responder com fidelidade ao Evangelho.

É precisamente esse sangue derramado no amor e por amor, pela própria fé que cria uma ponte entre todas as regiões do mundo. É o sangue de Cristo o elo entre as realidades, que ainda hoje se manifesta na pessoa de nossos irmãos e irmãs, vítimas de perseguição, terrorismo em geral e terrorismo de grupos, de violência irracional e da intolerância religiosa.

A perseguição, portanto, está intrinsecamente presente na vida dos cristãos. Esta profecia, misteriosamente preservada em cada discípulo, é uma realidade tangível em todas as suas dimensões de violência contra os cristãos desde a Igreja nascente.

Os apóstolos se reuniam as escondidas e muitas vezes encontravam no silêncio e anonimato a forma mais verdadeira de viver a fidelidade a Jesus Cristo, isto também era forma de martírio.

É triste quando nossas sociedades permitem que os idosos sejam descartados ou esquecidos. É repreensível quando os jovens são explorados pela atual escravidão do tráfico de pessoas. Se olharmos cuidadosamente para o mundo ao nosso redor, parece que em muitos lugares o egoísmo e a indiferença estão se espalhando.

Quantos de nossos irmãos e irmãs são vítimas da cultura “descartável” de hoje, que gera desconsideração especialmente para crianças não nascidas, jovens e idosos. É aqui que o testemunho dos mártires se manifesta concretamente por amor ao Evangelho, eles dão suas vidas sem nada querer em troca.

É simplesmente por um amor apaixonado e desinteressado, um amor livre capaz de ir ao encontro dos irmãos, muitas vezes em países longínquos, que oferecem a si mesmo em favor dos outros, e assumem a cruz de Jesus Cristo na vida dos mais pobres e sofredores, em diversas partes do mundo.

O sangue dos Mártires é o sangue da esperança que ao cair no chão traz frutos de nova vida para a vida do Reino. Não há amor maior que dá a vida pelos irmãos. Os Mártires, ainda hoje, sem demora, se oferecem para o anúncio de Cristo e do seu Evangelho.

Também nós queremos oferecer cotidianamente nosso sim ao Senhor e com fidelidade viver a graça do mesmo anúncio e testemunho da fé. Este é verdadeiro kerigma da esperança e da vida em plenitude.

Uma vida de entrega total e sem reservas ao Senhor e ao seu Reino, os mártires são partícipes por excelência do amor de Jesus Cristo, Ele que dá tudo que é oferecendo a todos, sem limites para além das fronteiras humanas.

Assim são os mártires missionários ad gentes, este que vão lá onde ninguém quer ir. O testemunho cristão do martírio faz a Igreja brilhar em toda a sua beleza. Segue descobrindo e redescobrindo sua natureza e vocação no mundo.

Na vida do cristão, tudo deve se remeter a Deus, não há dimensão da vida do homem e muito menos do homem de fé que não tenha relação com Deus, isso significa que o homem livre e graças à luz interior pode discernir aquilo que o aproxima de Deus e aquilo que o leva para longe dele. A graça do martírio o faz está muito próximo de Deus e do seu reino.

Os mártires expressam essa liberdade da maneira mais elevada e, no dom de si aos outros, mostram-nos que é possível transcender os próprios interesses, erradicar em si toda forma de egoísmo. A Igreja reconhece o valor do martírio e sente-se fortalecida em sua missão quando contempla o testemunho dos mártires da fé.

O apóstolo São Paulo está ciente de que seu comportamento não é desprovido de valor para os que lhe são confiados. O seguimento de Cristo o envolve plenamente, obriga-o a ser coerente, para que não aconteça que ele mesmo seja um obstáculo para seus irmãos no caminho de Cristo, que ele não é um escândalo para aqueles que querem seguir a Jesus.

Todos os mártires cristãos são um modelo para nós, vivendo coerentemente, o mandato evangélico, não apenas evitamos escândalos, mas nos tornamos proclamadores de Cristo, portadores da Boa Nova para o mundo.

Jesus através dos mártires nos mostra sua compaixão, nos ensina que a purificação vem de estar perto, compartilhar, ternura que alivia a dor. Convida-nos a voltar o olhar para os outros e a captar as situações de sofrimento que aguardam a nossa compaixão e a nossa atenção.

O testemunho dos mártires confirma a sua fidelidade aos valores da fé cristã e acima de tudo ao Evangelho, pois se trata de um martírio, exclusivamente por causa da fé no Senhor e por amor seu reino.

Ao longo da história do cristianismo muitos foram os que entregaram suas vidas por amor ao Evangelho de Jesus Cristo, estes homens e mulheres são conhecidos como os “mártires da fidelidade” por causa de sua escolha de permanecer fiel na pratica do amor e da caridade cristã, da fé em Jesus Cristo e no amor a sua Igreja.

É importante para nós hoje reconhecermos essa escolha de lealdade mesmo em um contexto de grande ameaça. São todas testemunhas da mensagem cristã que nos diz que a vida é dada não apenas no cotidiano, mas também na presença nas situações mais difíceis, até a morte por amor.

À luz destas numerosas testemunhas que nos precederam, podemos tecer com o fio vermelho do sangue dos mártires, a história comum da nossa América com as Igrejas Orientais. É Cristo crucificado que os conecta com um surpreendente paralelismo, em ambas as partes do povo de Deus: a do povo de Deus na América Latina, que Aparecida chama de discípulos e missionários, e a do Oriente cristão, chamada depois da Sínodo especial para o Oriente Médio, para comunhão e testemunho de fé.

Fixemos nosso olhar em Jesus Cristo, o Bom Pastor e Mártir por excelência, que, em uma época de eventos históricos duros e complexos, pôde manifestar a muitos com sua atitude e suas obras a compaixão de Deus, trouxe vida onde a morte parecia reinar; ele testemunhou amor concreto aos marginalizados, aos excluídos, aos humilhados, aos rejeitados pelo mundo.

Somos a Igreja de Jesus Cristo, que prolonga a presença e a obra do Salvador no mundo. Em todas as áreas onde a dor é experimentada, onde a dignidade dos filhos de Deus está em perigo, onde há marginalização, seja ela qual for, nosso testemunho deve ser credível, como um testemunho da Igreja que traz salvação a todos.

Os jovens cristãos são enviados em missão para proclamar o tempo da graça do Senhor, a exemplo dos Mártires da fé.  A experiencia da Jornada Mundial da Juventude deve ser uma motivação especial para melhor corresponder ao chamamento do Senhor por uma vida de fé e compromisso eclesial.

A Santíssima Virgem, Mãe dos Mártires e Estrela da Nova Evangelização, ilumina a caminhada da Igreja peregrina na história, e segue conosco na caminhada guiando nossa vocação e missão de jovens discípulos missionários do Senhor Ressuscitado.

Que o Exemplo dos Santos Mártires da fé cristã nos ajude a testemunharmos com mais amor e fidelidade o Evangelho de Jesus Cristo no universo do Mundo como promotores da Paz e da fraternidade.

 

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Os Mártires da Igreja: fiéis testemunhas de Jesus Cristo!

24/01/2019 09:22 - Atualizado em 24/01/2019 09:22

Vivenciando, com eloquente testemunho de vida cristã, a XXXII Jornada Mundial da Juventude no Panamá, nós continuamos nossa reflexão agora contemplando os heróis da fé, nossos santos.

“Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa”, (cf. Mt 5, 11-16). Esta frase desconfortável do Evangelho continua atual hoje, no terceiro milênio cristão.

Mártires vem do grego màrtys que significa “testemunha", aquele que anuncia, atesta e chora a alegria da ressurreição. Aquele que canta a vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, da justiça sobre a arbitrariedade dos poderosos.

A grande manhã do martírio cristão foi com Santo Estêvão, humilde diácono das mesas dos Atos dos Apóstolos, a quem Lucas confia a “coroa do testemunho”. Por causa deste precioso testemunho, Estevão ganhou o título de “protomártir” da Igreja, um verdadeiro pilar da fé cristã católica.

O martírio é, portanto, por impulso, o anúncio evangélico, o esplendor de uma palavra que é uma boa notícia para os pobres, os oprimidos e os prisioneiros e que ninguém pode extinguir mesmo com a desfiguração, tortura e desprezo.

Enquanto o martírio, de fato, marca a transparência da vida cristã, a fé bíblica não quer sacrifício, ao contrário, é expressa em mil casos contra ele. Assim diz Jesus no Evangelho de Mateus: “Ide aprender o que significa:  quero Misericórdia e não sacrifício” (cf. Mt 9,13; 12,7), o que importa é o coração aberto a Deus e ao próximo. O sacrifício não serve para a salvação, porque a salvação é o dom do Senhor.

Os mártires, são testemunhas de esperança e paz, são aqueles que, com sua extrema doação, testemunham a fidelidade ao Evangelho da Cruz, um amor extremamente forte por Jesus Cristo e o seu Reino.

Tertuliano, um dos padres da Igreja, dizia que “o sangue dos mártires é a semente dos novos cristãos”. De fato, sem qualquer dúvida, esta semente produziu seus frutos ao longo da história da Igreja. As perseguições aos cristãos sempre foi uma realidade violenta e desafiadora, mais, os arautos do Senhor nunca se intimidaram nem recuaram em responder com fidelidade ao Evangelho.

É precisamente esse sangue derramado no amor e por amor, pela própria fé que cria uma ponte entre todas as regiões do mundo. É o sangue de Cristo o elo entre as realidades, que ainda hoje se manifesta na pessoa de nossos irmãos e irmãs, vítimas de perseguição, terrorismo em geral e terrorismo de grupos, de violência irracional e da intolerância religiosa.

A perseguição, portanto, está intrinsecamente presente na vida dos cristãos. Esta profecia, misteriosamente preservada em cada discípulo, é uma realidade tangível em todas as suas dimensões de violência contra os cristãos desde a Igreja nascente.

Os apóstolos se reuniam as escondidas e muitas vezes encontravam no silêncio e anonimato a forma mais verdadeira de viver a fidelidade a Jesus Cristo, isto também era forma de martírio.

É triste quando nossas sociedades permitem que os idosos sejam descartados ou esquecidos. É repreensível quando os jovens são explorados pela atual escravidão do tráfico de pessoas. Se olharmos cuidadosamente para o mundo ao nosso redor, parece que em muitos lugares o egoísmo e a indiferença estão se espalhando.

Quantos de nossos irmãos e irmãs são vítimas da cultura “descartável” de hoje, que gera desconsideração especialmente para crianças não nascidas, jovens e idosos. É aqui que o testemunho dos mártires se manifesta concretamente por amor ao Evangelho, eles dão suas vidas sem nada querer em troca.

É simplesmente por um amor apaixonado e desinteressado, um amor livre capaz de ir ao encontro dos irmãos, muitas vezes em países longínquos, que oferecem a si mesmo em favor dos outros, e assumem a cruz de Jesus Cristo na vida dos mais pobres e sofredores, em diversas partes do mundo.

O sangue dos Mártires é o sangue da esperança que ao cair no chão traz frutos de nova vida para a vida do Reino. Não há amor maior que dá a vida pelos irmãos. Os Mártires, ainda hoje, sem demora, se oferecem para o anúncio de Cristo e do seu Evangelho.

Também nós queremos oferecer cotidianamente nosso sim ao Senhor e com fidelidade viver a graça do mesmo anúncio e testemunho da fé. Este é verdadeiro kerigma da esperança e da vida em plenitude.

Uma vida de entrega total e sem reservas ao Senhor e ao seu Reino, os mártires são partícipes por excelência do amor de Jesus Cristo, Ele que dá tudo que é oferecendo a todos, sem limites para além das fronteiras humanas.

Assim são os mártires missionários ad gentes, este que vão lá onde ninguém quer ir. O testemunho cristão do martírio faz a Igreja brilhar em toda a sua beleza. Segue descobrindo e redescobrindo sua natureza e vocação no mundo.

Na vida do cristão, tudo deve se remeter a Deus, não há dimensão da vida do homem e muito menos do homem de fé que não tenha relação com Deus, isso significa que o homem livre e graças à luz interior pode discernir aquilo que o aproxima de Deus e aquilo que o leva para longe dele. A graça do martírio o faz está muito próximo de Deus e do seu reino.

Os mártires expressam essa liberdade da maneira mais elevada e, no dom de si aos outros, mostram-nos que é possível transcender os próprios interesses, erradicar em si toda forma de egoísmo. A Igreja reconhece o valor do martírio e sente-se fortalecida em sua missão quando contempla o testemunho dos mártires da fé.

O apóstolo São Paulo está ciente de que seu comportamento não é desprovido de valor para os que lhe são confiados. O seguimento de Cristo o envolve plenamente, obriga-o a ser coerente, para que não aconteça que ele mesmo seja um obstáculo para seus irmãos no caminho de Cristo, que ele não é um escândalo para aqueles que querem seguir a Jesus.

Todos os mártires cristãos são um modelo para nós, vivendo coerentemente, o mandato evangélico, não apenas evitamos escândalos, mas nos tornamos proclamadores de Cristo, portadores da Boa Nova para o mundo.

Jesus através dos mártires nos mostra sua compaixão, nos ensina que a purificação vem de estar perto, compartilhar, ternura que alivia a dor. Convida-nos a voltar o olhar para os outros e a captar as situações de sofrimento que aguardam a nossa compaixão e a nossa atenção.

O testemunho dos mártires confirma a sua fidelidade aos valores da fé cristã e acima de tudo ao Evangelho, pois se trata de um martírio, exclusivamente por causa da fé no Senhor e por amor seu reino.

Ao longo da história do cristianismo muitos foram os que entregaram suas vidas por amor ao Evangelho de Jesus Cristo, estes homens e mulheres são conhecidos como os “mártires da fidelidade” por causa de sua escolha de permanecer fiel na pratica do amor e da caridade cristã, da fé em Jesus Cristo e no amor a sua Igreja.

É importante para nós hoje reconhecermos essa escolha de lealdade mesmo em um contexto de grande ameaça. São todas testemunhas da mensagem cristã que nos diz que a vida é dada não apenas no cotidiano, mas também na presença nas situações mais difíceis, até a morte por amor.

À luz destas numerosas testemunhas que nos precederam, podemos tecer com o fio vermelho do sangue dos mártires, a história comum da nossa América com as Igrejas Orientais. É Cristo crucificado que os conecta com um surpreendente paralelismo, em ambas as partes do povo de Deus: a do povo de Deus na América Latina, que Aparecida chama de discípulos e missionários, e a do Oriente cristão, chamada depois da Sínodo especial para o Oriente Médio, para comunhão e testemunho de fé.

Fixemos nosso olhar em Jesus Cristo, o Bom Pastor e Mártir por excelência, que, em uma época de eventos históricos duros e complexos, pôde manifestar a muitos com sua atitude e suas obras a compaixão de Deus, trouxe vida onde a morte parecia reinar; ele testemunhou amor concreto aos marginalizados, aos excluídos, aos humilhados, aos rejeitados pelo mundo.

Somos a Igreja de Jesus Cristo, que prolonga a presença e a obra do Salvador no mundo. Em todas as áreas onde a dor é experimentada, onde a dignidade dos filhos de Deus está em perigo, onde há marginalização, seja ela qual for, nosso testemunho deve ser credível, como um testemunho da Igreja que traz salvação a todos.

Os jovens cristãos são enviados em missão para proclamar o tempo da graça do Senhor, a exemplo dos Mártires da fé.  A experiencia da Jornada Mundial da Juventude deve ser uma motivação especial para melhor corresponder ao chamamento do Senhor por uma vida de fé e compromisso eclesial.

A Santíssima Virgem, Mãe dos Mártires e Estrela da Nova Evangelização, ilumina a caminhada da Igreja peregrina na história, e segue conosco na caminhada guiando nossa vocação e missão de jovens discípulos missionários do Senhor Ressuscitado.

Que o Exemplo dos Santos Mártires da fé cristã nos ajude a testemunharmos com mais amor e fidelidade o Evangelho de Jesus Cristo no universo do Mundo como promotores da Paz e da fraternidade.

 

Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro