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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 14/12/2018

14 de Dezembro de 2018

Escolas sem Drosophila

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Escolas sem Drosophila

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07/12/2018 11:47 - Atualizado em 07/12/2018 11:48

Escolas sem Drosophila 0

07/12/2018 11:47 - Atualizado em 07/12/2018 11:48

Discute-se muito, e em altas esferas de governo e do mundo da educação, a questão da escola sem partido ou com partido, considerando o conteúdo pedagógico ou ideológico das matérias e o papel dos professores junto aos alunos.

Discute-se também a validez e a eficácia da educação escolar feita em casa pelos pais, bem como se coloca na pauta das políticas públicas a reforma universitária, ou a presença de pessoas conservadoras no Ministério da Educação, ou ainda se numa sociedade pluralista, caberia a postura A ou B contrárias à fé dentro de escolas e universidades identificadas como católicas.

Sobre todas essas questões não se discutirá neste artigo, pois o que aqui se colocará em discussão é o tema das “Escolas sem Drosophila”!!!

Vamos passo a passo desenvolver essa discussão, começando pelo primeiro passo, que é sobre esse minúsculo mosquito, conhecido como as ‘mosquinhas das bananas’, cientificamente denominadas Drosophila melanogaster.

O que esse pequeníssimo ser, na sua minúscula e insignificante presença junto das bananas, tem a ver com a educação das crianças, dos jovens e dos universitários brasileiros? A Drosophila tem em comum com as pessoas que se sentam nos bancos das escolas e das universidades do Brasil o mesmo número de pares de cromossomas. Sim, a Drosophila e os alunos no mundo inteiro têm 23 pares de cromossomas!

Logicamente esses cromossomas, coincidentes no número de pares, são distintíssimos nos genes, próprios de cada espécie. A Drosophila melanogaster e o Homo sapiens têm genes tão diferentes entre si, que essa mosquinha não precisa ir estudar nas escolas, mas os homens e as mulheres, em qualquer continente e país do mundo, precisam ser educados, porque a genética destes determinam o que eles devem ser, anatômica e fisiologicamente falando, mas não determinam suas personalidades e ações livres, sociais e familiares.

O Homo sapiens, ou o Homem sábio, ou o Homem que sabe que sabe tem capacidade de pensar e de raciocinar, de viver em complexas estruturas sociais e sistemas de comunicação, e precisa tomar decisões existenciais e projetar o futuro de si mesmo e da própria raça humana, para se viver dentro de uma Humanidade autêntica.

A Drosophila está dispensada de toda essa atividade intelectual e volitiva, pois seus genes “ensinam tudo que ela deve viver, como deve crescer e quando vai morrer”. Tudo está submetido pelo seu determinismo genético. Seus 23 pares de cromossomas são “bons educadores” para a vida desses ‘mosquitinhos da banana’!

Mas a Drosophila melanogaster é Drosophila melanogaster, e o Homo sapiens é Homo sapiens!

Homem é homem! Mulher é mulher! Saber ser homem, e saber ser mulher, não é um produto do determinismo como na Drosophila. Talvez muitos gostariam de ser ‘mosquitinhos de banana’ para não ter que estudar, nem decidir com ciência e com consciência, mas não é possível ser geneticamente uma Drosophila, ainda que se tenha como ela 23 pares de cromossomas.

Homem e mulheres são seres com uma taxonomia do ser humano muito bem estudada. São do Reino Animalia. Do Filo Chordata. Do Subfilo Vertebrata. Da Classe Mammalia. Da Ordem Primata. Da Subordem Antropoidea. Da Superfamilia Hominoidea. Da Família Hominidea. Do Gênero Homo. Da espécie Homo sapiens. Da subespécie Homo sapiens sapiens.

Crianças e jovens, adultos e idosos, ricos e pobres, negros e brancos, e qualquer outra classificação dada às pessoas, se está tratando de seres humanos que sabem o que sabem. São pessoas que têm uma especificidade própria: são Homo sapiens sapiens, e por isso mesmo, capazes de viverem em sociedade e de contribuírem para a construção de uma civilização digna de ser chamada humana.

Houve na História da Humanidade subespécies humanas que desapareceram da face da Terra, e entre elas a mais conhecida foi a do Homo sapiens neanderthalensis, que deixou de existir há aproximadamente 30.000 anos, ou seja, há 300 séculos.

Comparativamente com a presença histórica do Homo sapiens sapiens, que julga ter aparecido na Humanidade há 3.000-1.000 séculos atrás, o homem de Neanderthal “sumiu” da história há pouco tempo.

O que aconteceu com esse Homo sapiens Neanderthalensis? Por que deixou de existir? Por que sendo sapiens não soube vencer as intempéries e as ameaças de vida existentes na sua época, e o Homo sapiens sapiens conseguiu permanecer escrevendo a história e construir as gerações futuras da Humanidade?

Não se trata aqui de fazer um estudo arqueológico e antropológico sobre esse desaparecimento, e pelo que se verificou nos séculos seguintes aos de 30.000 anos atrás ninguém colocou “cartazes pelas esquinas do mundo com o apelo: procura-se o homem de Neanderthal”.

Há uma explicação razoável para esse desaparecimento, e neste artigo se propõe uma reflexão a partir da realidade educacional atual no Brasil.

Não basta ser Homo sapiens! É urgente ser Homo sapiens sapiens!

Homem e mulher que sabem que sabem, que sabem porque são educados de um modo digno da sua humanidade, e não educados ‘Drosophilamente’ (desculpem o neologismo!).

Ser pessoa humana, capaz de sobreviver às intempéries da vida e, sobretudo, capaz de viver com dignidade e sabedoria, exige das famílias e do Estado brasileiro uma educação humana integral, feita com sabedoria, que desenvolva uma cultura humanizadora, favorável à maturidade do caráter e que torne o homem e a mulher cada vez mais donos de seus dons naturais, entre os quais se destaca a liberdade.

No Brasil, nos últimos tempos e em algumas áreas de ensino, desenvolveu-se uma educação com o predomínio dos “23 pares de cromossomas da Drosophila melanogaster”, isto é, educaram pessoas com uma formação determinista e direcionada para uma só forma de pensar, de argumentar, de discutir, e as tornaram portadoras de um determinismo cultural e politicamente correto. A infância e a juventude no Brasil educador correm um risco perigosíssimo: o perigo de voltarem a ser Homo sapiens Neanderthalensis e uma geração fadada à extinção!

Essa geração de homens e de mulheres sabe muitas coisas, mas não sabe mais o que deve saber para ser uma nova Humanidade. Desconhecimento crasso do que é ser uma pessoa educada, sábia, culta, madura, livre e dona de si mesma, pois cada vez se nota que muitos brasileiros são possuidores de uma mente do tamanho de uma Drosophila.

Mente de Drosophila? Sim!

Não sabem como dialogar num mundo plural e diverso em várias áreas. Sabem discutir, sabem criticar, sabem rotular, sabem criar divisões familiares e sociais, sabem classificar de forma “bipolar” outras pessoas e sabem muito dessa dialética agressiva, que dividiu o país entre brancos e negros, entre ricos e pobres, entre professores e alunos, entre direita e esquerda, entre conservadores e progressistas, e o que é muito pior, a divisão entre homens e mulheres, até o ponto de não mais ser válida a identidade masculina e a feminina.

O Brasil só vai mudar, se o brasileiro quiser mudar! O brasileiro só vai mudar, se a família brasileira quiser mudar! A família brasileira só vai mudar, se os pais quiserem mudar! Os pais só vão mudar, se eles quiserem ter filhos realmente bem educados! Eles vão querer ter filhos realmente bem educados, se eles exigirem políticas públicas educacionais, que tornem seus filhos verdadeiramente Homo sapiens sapiens!

Não é porque a Drosophila melanogaster tenha o mesmo número de 46 cromossomas que os homens e as mulheres que vamos tratar essas minúsculas moscas como seres humanos. E o que mais assusta, nessa época de grandes avanços científicos e tecnológicos, é ver como homens e mulheres, sobretudo crianças e jovens, estão sendo educados como se fossem ‘mosquinhas de bananas’.

Sabem muito do mundo digital e não sabem nada do que devem saber!!!

 Não são Homo sapiens sapiens, porque não reconhecem mais e prontamente as digitais da Humanidade presentes em si próprios.

A Campanha da Fraternidade em 2019, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, terá como tema: “Fraternidade e Políticas Públicas”, e se vê, pelas recentes experiências educacionais ocorridas no Brasil, que ao falar de educação, se fala de um modo determinista, no campo cultural, científico e tecnológico, e o que é pior, no campo do determinismo ideológico. As novas gerações de brasileiros sabem cada vez mais muito de nada, e sabem muito pouco do muito valioso que é reconhecer as digitais de Humanidade presentes nas crianças, nos jovens e em todos os brasileiros.

O Brasil merece ter brasileiros bem educados na ciência, na tecnologia e nos avanços conseguidos em diversas áreas do saber humano.

O Brasil merece, sobretudo, ter brasileiros com um nível humano e cultural, social e relacional, cívico e religioso, que lhe permitirá ocupar lugares mais apropriados de um país tão rico em minerais, em flora e fauna, principalmente riquíssimo no capital humano, que é o ser brasileiro, portador de costumes e de valores próprios do Homo sapiens sapiens.

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Escolas sem Drosophila

07/12/2018 11:47 - Atualizado em 07/12/2018 11:48

Discute-se muito, e em altas esferas de governo e do mundo da educação, a questão da escola sem partido ou com partido, considerando o conteúdo pedagógico ou ideológico das matérias e o papel dos professores junto aos alunos.

Discute-se também a validez e a eficácia da educação escolar feita em casa pelos pais, bem como se coloca na pauta das políticas públicas a reforma universitária, ou a presença de pessoas conservadoras no Ministério da Educação, ou ainda se numa sociedade pluralista, caberia a postura A ou B contrárias à fé dentro de escolas e universidades identificadas como católicas.

Sobre todas essas questões não se discutirá neste artigo, pois o que aqui se colocará em discussão é o tema das “Escolas sem Drosophila”!!!

Vamos passo a passo desenvolver essa discussão, começando pelo primeiro passo, que é sobre esse minúsculo mosquito, conhecido como as ‘mosquinhas das bananas’, cientificamente denominadas Drosophila melanogaster.

O que esse pequeníssimo ser, na sua minúscula e insignificante presença junto das bananas, tem a ver com a educação das crianças, dos jovens e dos universitários brasileiros? A Drosophila tem em comum com as pessoas que se sentam nos bancos das escolas e das universidades do Brasil o mesmo número de pares de cromossomas. Sim, a Drosophila e os alunos no mundo inteiro têm 23 pares de cromossomas!

Logicamente esses cromossomas, coincidentes no número de pares, são distintíssimos nos genes, próprios de cada espécie. A Drosophila melanogaster e o Homo sapiens têm genes tão diferentes entre si, que essa mosquinha não precisa ir estudar nas escolas, mas os homens e as mulheres, em qualquer continente e país do mundo, precisam ser educados, porque a genética destes determinam o que eles devem ser, anatômica e fisiologicamente falando, mas não determinam suas personalidades e ações livres, sociais e familiares.

O Homo sapiens, ou o Homem sábio, ou o Homem que sabe que sabe tem capacidade de pensar e de raciocinar, de viver em complexas estruturas sociais e sistemas de comunicação, e precisa tomar decisões existenciais e projetar o futuro de si mesmo e da própria raça humana, para se viver dentro de uma Humanidade autêntica.

A Drosophila está dispensada de toda essa atividade intelectual e volitiva, pois seus genes “ensinam tudo que ela deve viver, como deve crescer e quando vai morrer”. Tudo está submetido pelo seu determinismo genético. Seus 23 pares de cromossomas são “bons educadores” para a vida desses ‘mosquitinhos da banana’!

Mas a Drosophila melanogaster é Drosophila melanogaster, e o Homo sapiens é Homo sapiens!

Homem é homem! Mulher é mulher! Saber ser homem, e saber ser mulher, não é um produto do determinismo como na Drosophila. Talvez muitos gostariam de ser ‘mosquitinhos de banana’ para não ter que estudar, nem decidir com ciência e com consciência, mas não é possível ser geneticamente uma Drosophila, ainda que se tenha como ela 23 pares de cromossomas.

Homem e mulheres são seres com uma taxonomia do ser humano muito bem estudada. São do Reino Animalia. Do Filo Chordata. Do Subfilo Vertebrata. Da Classe Mammalia. Da Ordem Primata. Da Subordem Antropoidea. Da Superfamilia Hominoidea. Da Família Hominidea. Do Gênero Homo. Da espécie Homo sapiens. Da subespécie Homo sapiens sapiens.

Crianças e jovens, adultos e idosos, ricos e pobres, negros e brancos, e qualquer outra classificação dada às pessoas, se está tratando de seres humanos que sabem o que sabem. São pessoas que têm uma especificidade própria: são Homo sapiens sapiens, e por isso mesmo, capazes de viverem em sociedade e de contribuírem para a construção de uma civilização digna de ser chamada humana.

Houve na História da Humanidade subespécies humanas que desapareceram da face da Terra, e entre elas a mais conhecida foi a do Homo sapiens neanderthalensis, que deixou de existir há aproximadamente 30.000 anos, ou seja, há 300 séculos.

Comparativamente com a presença histórica do Homo sapiens sapiens, que julga ter aparecido na Humanidade há 3.000-1.000 séculos atrás, o homem de Neanderthal “sumiu” da história há pouco tempo.

O que aconteceu com esse Homo sapiens Neanderthalensis? Por que deixou de existir? Por que sendo sapiens não soube vencer as intempéries e as ameaças de vida existentes na sua época, e o Homo sapiens sapiens conseguiu permanecer escrevendo a história e construir as gerações futuras da Humanidade?

Não se trata aqui de fazer um estudo arqueológico e antropológico sobre esse desaparecimento, e pelo que se verificou nos séculos seguintes aos de 30.000 anos atrás ninguém colocou “cartazes pelas esquinas do mundo com o apelo: procura-se o homem de Neanderthal”.

Há uma explicação razoável para esse desaparecimento, e neste artigo se propõe uma reflexão a partir da realidade educacional atual no Brasil.

Não basta ser Homo sapiens! É urgente ser Homo sapiens sapiens!

Homem e mulher que sabem que sabem, que sabem porque são educados de um modo digno da sua humanidade, e não educados ‘Drosophilamente’ (desculpem o neologismo!).

Ser pessoa humana, capaz de sobreviver às intempéries da vida e, sobretudo, capaz de viver com dignidade e sabedoria, exige das famílias e do Estado brasileiro uma educação humana integral, feita com sabedoria, que desenvolva uma cultura humanizadora, favorável à maturidade do caráter e que torne o homem e a mulher cada vez mais donos de seus dons naturais, entre os quais se destaca a liberdade.

No Brasil, nos últimos tempos e em algumas áreas de ensino, desenvolveu-se uma educação com o predomínio dos “23 pares de cromossomas da Drosophila melanogaster”, isto é, educaram pessoas com uma formação determinista e direcionada para uma só forma de pensar, de argumentar, de discutir, e as tornaram portadoras de um determinismo cultural e politicamente correto. A infância e a juventude no Brasil educador correm um risco perigosíssimo: o perigo de voltarem a ser Homo sapiens Neanderthalensis e uma geração fadada à extinção!

Essa geração de homens e de mulheres sabe muitas coisas, mas não sabe mais o que deve saber para ser uma nova Humanidade. Desconhecimento crasso do que é ser uma pessoa educada, sábia, culta, madura, livre e dona de si mesma, pois cada vez se nota que muitos brasileiros são possuidores de uma mente do tamanho de uma Drosophila.

Mente de Drosophila? Sim!

Não sabem como dialogar num mundo plural e diverso em várias áreas. Sabem discutir, sabem criticar, sabem rotular, sabem criar divisões familiares e sociais, sabem classificar de forma “bipolar” outras pessoas e sabem muito dessa dialética agressiva, que dividiu o país entre brancos e negros, entre ricos e pobres, entre professores e alunos, entre direita e esquerda, entre conservadores e progressistas, e o que é muito pior, a divisão entre homens e mulheres, até o ponto de não mais ser válida a identidade masculina e a feminina.

O Brasil só vai mudar, se o brasileiro quiser mudar! O brasileiro só vai mudar, se a família brasileira quiser mudar! A família brasileira só vai mudar, se os pais quiserem mudar! Os pais só vão mudar, se eles quiserem ter filhos realmente bem educados! Eles vão querer ter filhos realmente bem educados, se eles exigirem políticas públicas educacionais, que tornem seus filhos verdadeiramente Homo sapiens sapiens!

Não é porque a Drosophila melanogaster tenha o mesmo número de 46 cromossomas que os homens e as mulheres que vamos tratar essas minúsculas moscas como seres humanos. E o que mais assusta, nessa época de grandes avanços científicos e tecnológicos, é ver como homens e mulheres, sobretudo crianças e jovens, estão sendo educados como se fossem ‘mosquinhas de bananas’.

Sabem muito do mundo digital e não sabem nada do que devem saber!!!

 Não são Homo sapiens sapiens, porque não reconhecem mais e prontamente as digitais da Humanidade presentes em si próprios.

A Campanha da Fraternidade em 2019, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, terá como tema: “Fraternidade e Políticas Públicas”, e se vê, pelas recentes experiências educacionais ocorridas no Brasil, que ao falar de educação, se fala de um modo determinista, no campo cultural, científico e tecnológico, e o que é pior, no campo do determinismo ideológico. As novas gerações de brasileiros sabem cada vez mais muito de nada, e sabem muito pouco do muito valioso que é reconhecer as digitais de Humanidade presentes nas crianças, nos jovens e em todos os brasileiros.

O Brasil merece ter brasileiros bem educados na ciência, na tecnologia e nos avanços conseguidos em diversas áreas do saber humano.

O Brasil merece, sobretudo, ter brasileiros com um nível humano e cultural, social e relacional, cívico e religioso, que lhe permitirá ocupar lugares mais apropriados de um país tão rico em minerais, em flora e fauna, principalmente riquíssimo no capital humano, que é o ser brasileiro, portador de costumes e de valores próprios do Homo sapiens sapiens.

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Autor

Dom Antonio Augusto Dias Duarte

Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro