Arquidiocese do Rio de Janeiro

36º 23º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 14/12/2018

14 de Dezembro de 2018

Leste 1 agradece a ação missionária dos leigos e leigas!

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14 de Dezembro de 2018

Leste 1 agradece a ação missionária dos leigos e leigas!

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25/11/2018 00:00 - Atualizado em 26/11/2018 07:08

Leste 1 agradece a ação missionária dos leigos e leigas! 0

25/11/2018 00:00 - Atualizado em 26/11/2018 07:08

Presidimos na manhã do sábado, dia 24 de novembro a celebração da Eucaristia na conclusão da 17ª Assembleia Geral Ordinária, do nosso Regional Leste 1. Queremos agradecer a Deus por todos aqueles que participaram, contribuíram, refletiram e pedir a Deus para que as nossas conclusões que hoje são apresentadas para que nos inspirem em nossas dioceses, paróquias e comunidades para podermos viver mais intensamente ainda esta ação evangelizadora.

Nossos trabalhos foram inspirados nas diretrizes, com suas urgências, na recepção no Sínodo dos Bispos da Juventude, assim como na questão social das políticas públicas inspirados na próxima Campanha da Fraternidade. O nosso diálogo aberto e franco durante esses dias, nos ajudarão em nossa caminhada pastoral nessa região do Brasil, o Estado do Rio de Janeiro.

Nós colocamos intenções de cada diocese, de cada paróquia, de cada membro que está participando de nossa Assembleia, pedindo a Deus que nos conduza nesses tempos tão importantes da nossa história, especialmente, para os leigos e leigas. Neste encerramento do ano temático, que acontece neste final de semana, e nós pedimos cada vez mais por aquilo que nós aprofundamos, que surta seus efeitos na vida da Igreja, enquanto participação ao interno e na Igreja em saída, dos leigos e leigas.

Ao final da celebração, vamos ler uma carta dos bispos para os leigos e leigas do Estado do Rio de Janeiro. Neste sábado, nesta Missa celebramos o dia dos mártires, Santo André Dung-Lac e seus 117 companheiros mártires canonizados por São João Paulo II, mártires do Vietnã durante dois séculos e meio de martírio, de perseguição da Igreja, pessoas que derramaram seu sangue por causa do Evangelho.

Eu me perguntei sobre o que nos diz essa palavra de Deus deste sábado, ao final desta nossa 17ª Assembleia do Regional Leste, que conversamos sobre ação evangelizadora da Igreja e as unidades de urgências, tanto na evangelização, as preocupações com a juventude e a questão social, levando a preparação da próxima Campanha da Fraternidade: em que nos ilumina com relação aquilo que nós conversamos, que daqui a pouco iremos ver um pouco apresentação das conclusões que levaremos para nossas Dioceses, Arquidioceses e Administração Apostólica.

O primeiro anúncio que nós ouvimos hoje é que temos uma vida e uma direção que não termina aqui nesse mundo, embora nós saibamos que é neste mundo que vamos acompanhar e vai acontecendo as nossas opções como está claro no evangelho deste dia. Acabamos de ver no Evangelho (Lc 20,27-40) que a questão colocada diante de Jesus sobre a vida eterna, por quem não acreditava na vida eterna: Jesus responde com muita clareza, que não é uma questão de procriar para continuar a vida, porque na vida eterna não é mais necessário, pois não vamos morrer mais. Jesus invoca a Escritura demonstrando que Deus é dos vivos, quando diz que Deus é o Deus de Isaac, Abraão e Jacó, que é Deus dos vivos e não dos mortos.

A primeira constatação é que é toda nossa ação no trabalho de evangelização, embora aconteça nesse no tempo, aconteça na história, faz-nos ter uma direção final, uma vida que não termina com a morte, mas que começa já agora aqui acontecer através das atitudes que vamos tendo, tanto de vida com justiça e na fraternidade, como também as consequências do relacionamento humano tão importante e necessários que leve também à justiça nesse nosso tempo.

Do outro lado, também acontece que os cristãos não têm vida fácil. O Livro do Apocalipse, na história da época das perseguições que jamais cessaram. Também hoje celebramos os santos vietnamitas, e foram 117 deles canonizados por São João Paulo II: mas muitos outros foram martirizados, em praticamente dois séculos e meio de perseguição, contra a religião e depois continuou, mais tarde, de outras formas. Vemos que não tem vida fácil devido à intolerância religiosa, perseguição e, no entanto, o Apocalipse quer ser Livro de esperança e confiança, ali está falando de dois personagens bíblicos, que falam justamente de parar a chuva, da água e, também, das pragas que foram transformadas em sangue, a praga do Egito (Ap 11,4-12). Aparece dentro nas praças da grande cidade, Egito e Sodoma, a morte de cristãos exposta à publicidade para serem festejadas, como lembra a segunda leitura (Ap 11,4-12). A Escritura vai esclarecer que a última palavra é do Senhor. Não serão sete dias, mas sim três dias e meio. Lembrando que o quanto antes chega também a palavra do Senhor, que traz vida nova e não só leva para o céu aqueles que foram martirizados que foram causa justamente de alegria para tantos que chamavam à conversão, mas também de que realmente a palavra Deus é a última que vai trazer vida para todos. Portanto, diante das perseguições que nunca faltaram, nem faltarão aos cristãos, sempre a esperança da vida, sopro de vida que traz a vida aqueles que foram martirizados, que são perseguidos.

Que nunca percamos a direção de nossa vida e, enquanto isso, vamos trabalhando para a conversão, não sem problemas, e não sem perseguições, mas sabendo confiar no Senhor e dando testemunho da nossa confiança no Senhor. Sabemos como a Igreja em todas as épocas e sobre as mais diversas dificuldades, também hoje, mas sempre com muita esperança no Senhor, que nos dá a vida, nos conduz, para que possamos ver que é a vida que triunfa, o sopro de vida do Senhor que nos faz viver já nesse mundo com justiça, piedade e fraternidade, enquanto caminhamos para a eternidade, sabendo que receberemos a recompensa final. Ao mesmo tempo, enquanto isso, somos chamados a trilhar o caminho do senhor. Que Santo André e seus companheiros mártires intercedam por todos nós, Amém.

Fizemos uma carta de agradecimento a Deus, nesse final do ano do laicato. Não são as conclusões da Assembleia; estas serão apresentadas logo mais pela equipe que organizou a Assembleia.  Nós vivemos o Ano do Laicato, convocado pela CNBB e tivemos várias iniciativas, fóruns, seminários, atividades, as mais diversas com relação ao trabalho do leigo e leiga, que são chamados nessa consciência batismal e nessa vivência batismal, na Igreja presente na sociedade mundial. Além do trabalho que já exercem no interior da Igreja, nos vários conselhos, nas paróquias, nas comunidades, nos ministérios, nas atividades que exercem E nós sabemos que os leigos e leigas além dessa missão no interior da Igreja, exercem a missão fora, principalmente, sendo testemunhas como sal da terra e luz do mundo em todas as realidades sociais.

Ao concluir, nesse final de semana, o Ano do Laicato, evidentemente, que não se conclui o tema, nós tivemos um ano para aprofundar, para refletir essa consciência batismal e impulsionar ainda mais os leigos e leigas na missão específica dessa igreja em saída. Esperamos que tenha despertado muitos interesses e muitas questões para continuarmos aprofundando durante a nossa vida em nossas comunidades, principalmente a unidade de todo o povo de Deus, pois somos chamados a ser testemunhas dessa comunhão. Como Ano Temático, tem um começo, um meio e um fim, mas o tema continua ainda mais aprofundado. Hoje também queremos dirigir nossa palavra de agradecimento e exortação ao leigos e leigas em uma carta aprovada pelos bispos de nossa Regional, e aos que estão aqui, participando conosco, desta Assembleia. Conforme a orientação de cada bispo, em sua diocese recomenda-se ler esse texto ao final das missas deste domingo. Que evangelizemos sempre com urgência (evangeli-já) partindo de Jesus Cristo.

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Presidente do Regional Leste 1

 

Mensagem aos cristãos, leigos e leigas, do Estado do Rio de Janeiro 

Vós sois o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5, 13-14)

Queridos irmãos, leigos e leigas,

Ao celebrar o Dia do Leigo e da Leiga, culminância deste Ano do Laicato, com o coração repleto de alegria e de esperança, unimo-nos a todos os nossos irmãos e irmãs, para agradecer os frutos alcançados e encorajá-los a prosseguir com entusiasmo na missão eclesial expressa em rostos e experiências tão diferentes, mas buscando sempre construir o reino.

Agradecemos ao senhor a vocação de vocês, irmãos leigos e leigas, que respondem generosamente aos desafios e tarefas da hora presente. Verificamos com satisfação o crescimento de todos na organização e participação nos conselhos de leigos, conselhos pastorais diocesanos e paroquiais a presença nos Ministérios e serviços, bem como nos diversos conselhos de direitos em sintonia com o Papa Francisco, numa uma Igreja em saída.

Acompanhando todo este empenho e dedicação, fazemos votos de que este Ano do Laicato deixe um legado de maior crescimento espiritual, de comprometimento missionário e de uma presença cristã e cidadã nos diversos ambientes, na elaboração e implementação de políticas abrangentes e justas, especialmente, em benefício dos mais pobres, num esforço da construção do bem comum.

Que o Pai das Misericórdias, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, abençoe cada um com ternura e os inspire no seu modo peculiar de seguir Jesus, no cumprimento à vontade de Deus, em defesa da vida humana e de toda a criação.

 

Bispos do Estado do Rio de Janeiro, Regional Leste 1 da CNBB

Rio de Janeiro, 24 de novembro, de 2018

 

 

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro

Presidente do Regional Leste 1

 

Dom José Francisco Rezende Dias

Arcebispo Metropolitano de Niterói

Vice-Presidente do Regional Leste 1

 

Dom Tarcísio Nascentes dos Santos

Bispo da Diocese de Duque de Caixas

Secretário do Regional Leste 1

 

E demais bispos do regional


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25/11/2018 00:00 - Atualizado em 26/11/2018 07:08

Presidimos na manhã do sábado, dia 24 de novembro a celebração da Eucaristia na conclusão da 17ª Assembleia Geral Ordinária, do nosso Regional Leste 1. Queremos agradecer a Deus por todos aqueles que participaram, contribuíram, refletiram e pedir a Deus para que as nossas conclusões que hoje são apresentadas para que nos inspirem em nossas dioceses, paróquias e comunidades para podermos viver mais intensamente ainda esta ação evangelizadora.

Nossos trabalhos foram inspirados nas diretrizes, com suas urgências, na recepção no Sínodo dos Bispos da Juventude, assim como na questão social das políticas públicas inspirados na próxima Campanha da Fraternidade. O nosso diálogo aberto e franco durante esses dias, nos ajudarão em nossa caminhada pastoral nessa região do Brasil, o Estado do Rio de Janeiro.

Nós colocamos intenções de cada diocese, de cada paróquia, de cada membro que está participando de nossa Assembleia, pedindo a Deus que nos conduza nesses tempos tão importantes da nossa história, especialmente, para os leigos e leigas. Neste encerramento do ano temático, que acontece neste final de semana, e nós pedimos cada vez mais por aquilo que nós aprofundamos, que surta seus efeitos na vida da Igreja, enquanto participação ao interno e na Igreja em saída, dos leigos e leigas.

Ao final da celebração, vamos ler uma carta dos bispos para os leigos e leigas do Estado do Rio de Janeiro. Neste sábado, nesta Missa celebramos o dia dos mártires, Santo André Dung-Lac e seus 117 companheiros mártires canonizados por São João Paulo II, mártires do Vietnã durante dois séculos e meio de martírio, de perseguição da Igreja, pessoas que derramaram seu sangue por causa do Evangelho.

Eu me perguntei sobre o que nos diz essa palavra de Deus deste sábado, ao final desta nossa 17ª Assembleia do Regional Leste, que conversamos sobre ação evangelizadora da Igreja e as unidades de urgências, tanto na evangelização, as preocupações com a juventude e a questão social, levando a preparação da próxima Campanha da Fraternidade: em que nos ilumina com relação aquilo que nós conversamos, que daqui a pouco iremos ver um pouco apresentação das conclusões que levaremos para nossas Dioceses, Arquidioceses e Administração Apostólica.

O primeiro anúncio que nós ouvimos hoje é que temos uma vida e uma direção que não termina aqui nesse mundo, embora nós saibamos que é neste mundo que vamos acompanhar e vai acontecendo as nossas opções como está claro no evangelho deste dia. Acabamos de ver no Evangelho (Lc 20,27-40) que a questão colocada diante de Jesus sobre a vida eterna, por quem não acreditava na vida eterna: Jesus responde com muita clareza, que não é uma questão de procriar para continuar a vida, porque na vida eterna não é mais necessário, pois não vamos morrer mais. Jesus invoca a Escritura demonstrando que Deus é dos vivos, quando diz que Deus é o Deus de Isaac, Abraão e Jacó, que é Deus dos vivos e não dos mortos.

A primeira constatação é que é toda nossa ação no trabalho de evangelização, embora aconteça nesse no tempo, aconteça na história, faz-nos ter uma direção final, uma vida que não termina com a morte, mas que começa já agora aqui acontecer através das atitudes que vamos tendo, tanto de vida com justiça e na fraternidade, como também as consequências do relacionamento humano tão importante e necessários que leve também à justiça nesse nosso tempo.

Do outro lado, também acontece que os cristãos não têm vida fácil. O Livro do Apocalipse, na história da época das perseguições que jamais cessaram. Também hoje celebramos os santos vietnamitas, e foram 117 deles canonizados por São João Paulo II: mas muitos outros foram martirizados, em praticamente dois séculos e meio de perseguição, contra a religião e depois continuou, mais tarde, de outras formas. Vemos que não tem vida fácil devido à intolerância religiosa, perseguição e, no entanto, o Apocalipse quer ser Livro de esperança e confiança, ali está falando de dois personagens bíblicos, que falam justamente de parar a chuva, da água e, também, das pragas que foram transformadas em sangue, a praga do Egito (Ap 11,4-12). Aparece dentro nas praças da grande cidade, Egito e Sodoma, a morte de cristãos exposta à publicidade para serem festejadas, como lembra a segunda leitura (Ap 11,4-12). A Escritura vai esclarecer que a última palavra é do Senhor. Não serão sete dias, mas sim três dias e meio. Lembrando que o quanto antes chega também a palavra do Senhor, que traz vida nova e não só leva para o céu aqueles que foram martirizados que foram causa justamente de alegria para tantos que chamavam à conversão, mas também de que realmente a palavra Deus é a última que vai trazer vida para todos. Portanto, diante das perseguições que nunca faltaram, nem faltarão aos cristãos, sempre a esperança da vida, sopro de vida que traz a vida aqueles que foram martirizados, que são perseguidos.

Que nunca percamos a direção de nossa vida e, enquanto isso, vamos trabalhando para a conversão, não sem problemas, e não sem perseguições, mas sabendo confiar no Senhor e dando testemunho da nossa confiança no Senhor. Sabemos como a Igreja em todas as épocas e sobre as mais diversas dificuldades, também hoje, mas sempre com muita esperança no Senhor, que nos dá a vida, nos conduz, para que possamos ver que é a vida que triunfa, o sopro de vida do Senhor que nos faz viver já nesse mundo com justiça, piedade e fraternidade, enquanto caminhamos para a eternidade, sabendo que receberemos a recompensa final. Ao mesmo tempo, enquanto isso, somos chamados a trilhar o caminho do senhor. Que Santo André e seus companheiros mártires intercedam por todos nós, Amém.

Fizemos uma carta de agradecimento a Deus, nesse final do ano do laicato. Não são as conclusões da Assembleia; estas serão apresentadas logo mais pela equipe que organizou a Assembleia.  Nós vivemos o Ano do Laicato, convocado pela CNBB e tivemos várias iniciativas, fóruns, seminários, atividades, as mais diversas com relação ao trabalho do leigo e leiga, que são chamados nessa consciência batismal e nessa vivência batismal, na Igreja presente na sociedade mundial. Além do trabalho que já exercem no interior da Igreja, nos vários conselhos, nas paróquias, nas comunidades, nos ministérios, nas atividades que exercem E nós sabemos que os leigos e leigas além dessa missão no interior da Igreja, exercem a missão fora, principalmente, sendo testemunhas como sal da terra e luz do mundo em todas as realidades sociais.

Ao concluir, nesse final de semana, o Ano do Laicato, evidentemente, que não se conclui o tema, nós tivemos um ano para aprofundar, para refletir essa consciência batismal e impulsionar ainda mais os leigos e leigas na missão específica dessa igreja em saída. Esperamos que tenha despertado muitos interesses e muitas questões para continuarmos aprofundando durante a nossa vida em nossas comunidades, principalmente a unidade de todo o povo de Deus, pois somos chamados a ser testemunhas dessa comunhão. Como Ano Temático, tem um começo, um meio e um fim, mas o tema continua ainda mais aprofundado. Hoje também queremos dirigir nossa palavra de agradecimento e exortação ao leigos e leigas em uma carta aprovada pelos bispos de nossa Regional, e aos que estão aqui, participando conosco, desta Assembleia. Conforme a orientação de cada bispo, em sua diocese recomenda-se ler esse texto ao final das missas deste domingo. Que evangelizemos sempre com urgência (evangeli-já) partindo de Jesus Cristo.

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Presidente do Regional Leste 1

 

Mensagem aos cristãos, leigos e leigas, do Estado do Rio de Janeiro 

Vós sois o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5, 13-14)

Queridos irmãos, leigos e leigas,

Ao celebrar o Dia do Leigo e da Leiga, culminância deste Ano do Laicato, com o coração repleto de alegria e de esperança, unimo-nos a todos os nossos irmãos e irmãs, para agradecer os frutos alcançados e encorajá-los a prosseguir com entusiasmo na missão eclesial expressa em rostos e experiências tão diferentes, mas buscando sempre construir o reino.

Agradecemos ao senhor a vocação de vocês, irmãos leigos e leigas, que respondem generosamente aos desafios e tarefas da hora presente. Verificamos com satisfação o crescimento de todos na organização e participação nos conselhos de leigos, conselhos pastorais diocesanos e paroquiais a presença nos Ministérios e serviços, bem como nos diversos conselhos de direitos em sintonia com o Papa Francisco, numa uma Igreja em saída.

Acompanhando todo este empenho e dedicação, fazemos votos de que este Ano do Laicato deixe um legado de maior crescimento espiritual, de comprometimento missionário e de uma presença cristã e cidadã nos diversos ambientes, na elaboração e implementação de políticas abrangentes e justas, especialmente, em benefício dos mais pobres, num esforço da construção do bem comum.

Que o Pai das Misericórdias, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, abençoe cada um com ternura e os inspire no seu modo peculiar de seguir Jesus, no cumprimento à vontade de Deus, em defesa da vida humana e de toda a criação.

 

Bispos do Estado do Rio de Janeiro, Regional Leste 1 da CNBB

Rio de Janeiro, 24 de novembro, de 2018

 

 

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro

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Dom José Francisco Rezende Dias

Arcebispo Metropolitano de Niterói

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Dom Tarcísio Nascentes dos Santos

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Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro