Arquidiocese do Rio de Janeiro

32º 20º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 19/11/2018

19 de Novembro de 2018

Juventude - Um campo de missão

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

19 de Novembro de 2018

Juventude - Um campo de missão

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

04/11/2018 01:00

Juventude - Um campo de missão 0

04/11/2018 01:00

No mês de outubro tivemos o Sínodo para a Juventude, encerrado no dia 28 em Roma pelo Papa Francisco. Agora nos resta refletir que a Igreja olha para si mesma nos jovens. Vocês, jovens, são a esperança da Igreja que, precisamente sob estes aspectos (paz no mundo e justiça dos homens), em vocês se vê a si mesma e a sua missão no mundo. O caminho da paz é o caminho dos jovens. (São João Paulo II)

Pensar em juventude é pensar no futuro, no amanhã e, consequentemente, mergulhar na esperança de um mundo melhor, mais fraterno, feliz, bondoso, misericordioso, mais cristão. Infelizmente, aos nossos olhos surgem alguns fatos que nos deixam desconfiados deste futuro: as incertezas da juventude sobre o amanhã, a busca de caminhos confusos, decisões vazias e vulneráveis, tudo isto nos faz pensar e perguntar: "que futuro nos virá?".

A Igreja não deixa de pousar o seu olhar acolhedor nesta fase da vida tão essencial e importante, não cansa de enviar e ensinar a juventude a "construir sua casa sobre a rocha firme", abre os braços para abraçar a cada um que queira seguir verdadeiramente as pegadas do Senhor e Mestre, Jesus Cristo. Creio que cada um de nós ao pensar sobre o afeto que a Igreja tem pela juventude se recorde de São João Paulo II.

O Papa São João Paulo II (1920-2005) tinha um carinho muito especial pelos jovens e, com certeza, o carinho era recíproco. Escreve muito a eles, tem um olhar profundo e aguçado às problemáticas que enfrentam e, longe de ser indiferente, lutava por buscar junto soluções aos desafios que enfrentavam. Sabia que nos jovens está colocado o tesouro do futuro, tanto da sociedade, como da humanidade e da Igreja O que se colherá amanhã, virá da semeadura dos jovens hoje. É a juventude que permeia toda a vida, o entusiasmo de viver, que se reflete em todos os aspectos da vida humana. O Papa Woytila faz questão de deixar isto claro: "Vocês, jovens, encarnam precisamente esta juventude: vocês são a juventude das nações e das sociedades, a juventude de todas as famílias e da humanidade inteira; vocês são também a juventude da Igreja. Todos temos o olhar voltado na sua direção, uma vez que todos nós, em certo sentido, nos tornamos continuamente jovens, graças a vocês. E, por isso, a sua juventude não é somente coisa própria de vocês, propriedade pessoal ou de uma geração: ela faz parte do conjunto daquele espaço que cada um dos homens percorre no itinerário da sua vida e, ao mesmo tempo, é um bem especial de todos. É um bem da própria humanidade”. A juventude, segundo João Paulo II, é um bem a toda a humanidade, por isso há de aprofundar esta virtude de ser jovem, de dar o rosto, a feição da juventude em cada coisa que se faz, a missão de toda a Igreja há de ter este caráter juvenil, de Boa-Notícia, caso não, será ineficaz, amorfa, sem vida. Neste sentido, ele escreveu uma carta apostólica aos jovens e às jovens do mundo inteiro, por ocasião do ano internacional da juventude, em 1985, sete anos após ter sido eleito Papa.

Desde aquela época, o Papa João Paulo II tinha muito claro a missão do jovem cristão, da sua importância e singularidade. Por isso, ressalta e alerta a cada jovem a viver aquilo que está em IPd 3, 15 "...antes, santificai a Cristo, o Senhor, em vossos corações, estando sempre prontos a dar razão da vossa esperança (fé) a todo aquele que vô-la pede". O jovem deve ser fermento na massa. Capaz de entusiasmar o mundo pelo seu ideal de vida e de seguimento a Deus.

Cabe ao jovem o futuro, a mudança daquilo que há de vir, por isso, o olhar de extrema importância e ternura da Igreja. Olhar que revela também uma grande preocupação sobre a responsabilidade de cada jovem em assumir aquilo que é proposto pela Igreja, seus mandamentos, sua fé, contemplando sempre a figura do Filho de Deus, Jesus Cristo, servo fiel do povo. Afirma São João Paulo II, "a vocês cabe a responsabilidade daquilo que um dia se tornará atual com vocês e que, por enquanto, ainda é futuro ".

Não podemos esquecer que o momento da juventude é de descoberta, em que cada jovem é convocado a encontrar sua vocação, sua missão, na Igreja, na sociedade, enfim no mundo que tanto necessita dele. O jovem há de olhar para si mesmo e saber que vive segundo a graça de Deus e que só saberá sua verdadeira missão e vocação a partir d'Ele. O véu do futuro, do ideal e da missão abre-se na juventude, desvelando a riqueza da descoberta do próprio "eu" humano. Momento de descobrir e conjuntamente programar, escolher, prever e assumir as primeiras decisões de maneira pessoal. Momento de saber sua vocação e missão, na Igreja, na sociedade e no mundo.

Constantemente somos interrogados sobre o papel do jovem na ação e missão da Igreja e, com isso, nos vemos diante de uma questão muito interessante e pertinente a cada um de nós: os jovens também são responsáveis pela atividade missionária da Igreja deixada por Jesus, isto é, eles também são responsáveis em “pregarem o evangelho a toda a humanidade” (Cf. Mc 16, 15) E ser jovem na Igreja não consiste em outra coisa a não ser isso, ser presença do Evangelho no meio em que vivemos, seja na escola, na faculdade, no trabalho, com os amigos e, principalmente, em nossa família.

Somos convocados também a ser missionários. Mas, antes de tudo, como é possível ser jovem e missionário? Eis uma resposta bem clara e objetiva: sendo como devemos ser, sendo autênticos, amando verdadeiramente e sem reservas, vivendo coerentemente a proposta do Evangelho e, acima de tudo, traduzindo em gestos e ações aquilo tudo que ouvimos da Palavra de Deus. Em resumo, ser um jovem missionário é ser um jovem autêntico, transparente e coerente. Ser Missionário é, também, demonstrar que temos os pés e a cabeça na realidade, o coração e os ouvidos na Palavra de Deus.

A juventude está em “todo canto”, mas hoje se encontra mais facilmente jovens que estão “on-line”, na internet, nas redes sociais, como por exemplo, blogs, instagram, Snapchat, Messenger, Twitter, Facebook, Skype, Whatsapp - entre tantos outros e, com isso, podemos correr o grande risco de não querer mais o contato pessoa a pessoa e preferirmos ficar acomodados à comunicação distante. Porém não podemos nos esquecer que esses são segundo o Papa Bento XVI, os novos areópagos da evangelização, isto é, as novas praças e “locais” onde a Igreja deve dar sua devida atenção.

O Santo Padre, Bento XVI, também nos diz em sua reflexão para o 45º dia mundial das comunicações – 05 de junho de 2011 – que “Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida.” Portanto, somos chamados a ser presença do Cristo em meio às mudanças do mundo moderno, especialmente no que se refere às comunicações.

Portanto, a partir disso tudo, qual é o estímulo que estamos dando aos jovens, de modo geral, para que façam parte, de fato, da Missão e Evangelização da Igreja? Será que estamos dando um claro e coerente testemunho de vida que possa atrair outros jovens para a Igreja? Essas e outras perguntas podem estar em nossa cabeça, porém devemos fazer valer a pena, fazer que a Missão aconteça realmente, missão esta que exige de nós um verdadeiro despojamento e desapego das coisas que nos prendem e nos impedem de sermos melhores; Missão requer Ressurreição, revisão de vida, aprimoramento dos dons e, sobretudo, abandono daquilo que nos afasta de Deus e dos nossos irmãos.

Na missa de clausura do Sínodo dos Jovens, o Papa Francisco, com veemência, disse que: “Como Igreja de Jesus, desejamos colocar-nos amorosamente à vossa escuta, certos de duas coisas: que a vossa vida é preciosa para Deus, porque Deus é jovem e ama os jovens; e que, também para nós, a vossa vida é preciosa, mais ainda necessária para se avançar.”

“Testemunhar é o terceiro passo”, frisou o Santo Padre. “Não é cristão esperar que os irmãos inquietos batam às nossas portas; somos nós que devemos ir ter com eles, não lhes levando a nós mesmos, mas Jesus. Ele manda-nos, como aqueles discípulos, para encorajar e levantar em seu nome. Manda-nos dizer a cada um: ‘Deus pede para te deixares amar por Ele’.”

“A fé é questão de encontro, não de teoria. No encontro, Jesus passa; no encontro, palpita o coração da Igreja. Então serão eficazes, não as nossas homilias, mas o testemunho da nossa vida.” (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-10/sinodo-jovens-2018-missa-papa-ouvir-fazer-se-proximo-testemunhar.html, último acesso em 28 de outubro de 2018).

Que tenhamos muitos jovens missionários, abertos à Graça de Deus e a ação do Seu Espírito e que, auxiliados pela Virgem Maria possam ser sinais da presença e do amor de Deus a todos aqueles que vierem a nós.

 

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.

Juventude - Um campo de missão

04/11/2018 01:00

No mês de outubro tivemos o Sínodo para a Juventude, encerrado no dia 28 em Roma pelo Papa Francisco. Agora nos resta refletir que a Igreja olha para si mesma nos jovens. Vocês, jovens, são a esperança da Igreja que, precisamente sob estes aspectos (paz no mundo e justiça dos homens), em vocês se vê a si mesma e a sua missão no mundo. O caminho da paz é o caminho dos jovens. (São João Paulo II)

Pensar em juventude é pensar no futuro, no amanhã e, consequentemente, mergulhar na esperança de um mundo melhor, mais fraterno, feliz, bondoso, misericordioso, mais cristão. Infelizmente, aos nossos olhos surgem alguns fatos que nos deixam desconfiados deste futuro: as incertezas da juventude sobre o amanhã, a busca de caminhos confusos, decisões vazias e vulneráveis, tudo isto nos faz pensar e perguntar: "que futuro nos virá?".

A Igreja não deixa de pousar o seu olhar acolhedor nesta fase da vida tão essencial e importante, não cansa de enviar e ensinar a juventude a "construir sua casa sobre a rocha firme", abre os braços para abraçar a cada um que queira seguir verdadeiramente as pegadas do Senhor e Mestre, Jesus Cristo. Creio que cada um de nós ao pensar sobre o afeto que a Igreja tem pela juventude se recorde de São João Paulo II.

O Papa São João Paulo II (1920-2005) tinha um carinho muito especial pelos jovens e, com certeza, o carinho era recíproco. Escreve muito a eles, tem um olhar profundo e aguçado às problemáticas que enfrentam e, longe de ser indiferente, lutava por buscar junto soluções aos desafios que enfrentavam. Sabia que nos jovens está colocado o tesouro do futuro, tanto da sociedade, como da humanidade e da Igreja O que se colherá amanhã, virá da semeadura dos jovens hoje. É a juventude que permeia toda a vida, o entusiasmo de viver, que se reflete em todos os aspectos da vida humana. O Papa Woytila faz questão de deixar isto claro: "Vocês, jovens, encarnam precisamente esta juventude: vocês são a juventude das nações e das sociedades, a juventude de todas as famílias e da humanidade inteira; vocês são também a juventude da Igreja. Todos temos o olhar voltado na sua direção, uma vez que todos nós, em certo sentido, nos tornamos continuamente jovens, graças a vocês. E, por isso, a sua juventude não é somente coisa própria de vocês, propriedade pessoal ou de uma geração: ela faz parte do conjunto daquele espaço que cada um dos homens percorre no itinerário da sua vida e, ao mesmo tempo, é um bem especial de todos. É um bem da própria humanidade”. A juventude, segundo João Paulo II, é um bem a toda a humanidade, por isso há de aprofundar esta virtude de ser jovem, de dar o rosto, a feição da juventude em cada coisa que se faz, a missão de toda a Igreja há de ter este caráter juvenil, de Boa-Notícia, caso não, será ineficaz, amorfa, sem vida. Neste sentido, ele escreveu uma carta apostólica aos jovens e às jovens do mundo inteiro, por ocasião do ano internacional da juventude, em 1985, sete anos após ter sido eleito Papa.

Desde aquela época, o Papa João Paulo II tinha muito claro a missão do jovem cristão, da sua importância e singularidade. Por isso, ressalta e alerta a cada jovem a viver aquilo que está em IPd 3, 15 "...antes, santificai a Cristo, o Senhor, em vossos corações, estando sempre prontos a dar razão da vossa esperança (fé) a todo aquele que vô-la pede". O jovem deve ser fermento na massa. Capaz de entusiasmar o mundo pelo seu ideal de vida e de seguimento a Deus.

Cabe ao jovem o futuro, a mudança daquilo que há de vir, por isso, o olhar de extrema importância e ternura da Igreja. Olhar que revela também uma grande preocupação sobre a responsabilidade de cada jovem em assumir aquilo que é proposto pela Igreja, seus mandamentos, sua fé, contemplando sempre a figura do Filho de Deus, Jesus Cristo, servo fiel do povo. Afirma São João Paulo II, "a vocês cabe a responsabilidade daquilo que um dia se tornará atual com vocês e que, por enquanto, ainda é futuro ".

Não podemos esquecer que o momento da juventude é de descoberta, em que cada jovem é convocado a encontrar sua vocação, sua missão, na Igreja, na sociedade, enfim no mundo que tanto necessita dele. O jovem há de olhar para si mesmo e saber que vive segundo a graça de Deus e que só saberá sua verdadeira missão e vocação a partir d'Ele. O véu do futuro, do ideal e da missão abre-se na juventude, desvelando a riqueza da descoberta do próprio "eu" humano. Momento de descobrir e conjuntamente programar, escolher, prever e assumir as primeiras decisões de maneira pessoal. Momento de saber sua vocação e missão, na Igreja, na sociedade e no mundo.

Constantemente somos interrogados sobre o papel do jovem na ação e missão da Igreja e, com isso, nos vemos diante de uma questão muito interessante e pertinente a cada um de nós: os jovens também são responsáveis pela atividade missionária da Igreja deixada por Jesus, isto é, eles também são responsáveis em “pregarem o evangelho a toda a humanidade” (Cf. Mc 16, 15) E ser jovem na Igreja não consiste em outra coisa a não ser isso, ser presença do Evangelho no meio em que vivemos, seja na escola, na faculdade, no trabalho, com os amigos e, principalmente, em nossa família.

Somos convocados também a ser missionários. Mas, antes de tudo, como é possível ser jovem e missionário? Eis uma resposta bem clara e objetiva: sendo como devemos ser, sendo autênticos, amando verdadeiramente e sem reservas, vivendo coerentemente a proposta do Evangelho e, acima de tudo, traduzindo em gestos e ações aquilo tudo que ouvimos da Palavra de Deus. Em resumo, ser um jovem missionário é ser um jovem autêntico, transparente e coerente. Ser Missionário é, também, demonstrar que temos os pés e a cabeça na realidade, o coração e os ouvidos na Palavra de Deus.

A juventude está em “todo canto”, mas hoje se encontra mais facilmente jovens que estão “on-line”, na internet, nas redes sociais, como por exemplo, blogs, instagram, Snapchat, Messenger, Twitter, Facebook, Skype, Whatsapp - entre tantos outros e, com isso, podemos correr o grande risco de não querer mais o contato pessoa a pessoa e preferirmos ficar acomodados à comunicação distante. Porém não podemos nos esquecer que esses são segundo o Papa Bento XVI, os novos areópagos da evangelização, isto é, as novas praças e “locais” onde a Igreja deve dar sua devida atenção.

O Santo Padre, Bento XVI, também nos diz em sua reflexão para o 45º dia mundial das comunicações – 05 de junho de 2011 – que “Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida.” Portanto, somos chamados a ser presença do Cristo em meio às mudanças do mundo moderno, especialmente no que se refere às comunicações.

Portanto, a partir disso tudo, qual é o estímulo que estamos dando aos jovens, de modo geral, para que façam parte, de fato, da Missão e Evangelização da Igreja? Será que estamos dando um claro e coerente testemunho de vida que possa atrair outros jovens para a Igreja? Essas e outras perguntas podem estar em nossa cabeça, porém devemos fazer valer a pena, fazer que a Missão aconteça realmente, missão esta que exige de nós um verdadeiro despojamento e desapego das coisas que nos prendem e nos impedem de sermos melhores; Missão requer Ressurreição, revisão de vida, aprimoramento dos dons e, sobretudo, abandono daquilo que nos afasta de Deus e dos nossos irmãos.

Na missa de clausura do Sínodo dos Jovens, o Papa Francisco, com veemência, disse que: “Como Igreja de Jesus, desejamos colocar-nos amorosamente à vossa escuta, certos de duas coisas: que a vossa vida é preciosa para Deus, porque Deus é jovem e ama os jovens; e que, também para nós, a vossa vida é preciosa, mais ainda necessária para se avançar.”

“Testemunhar é o terceiro passo”, frisou o Santo Padre. “Não é cristão esperar que os irmãos inquietos batam às nossas portas; somos nós que devemos ir ter com eles, não lhes levando a nós mesmos, mas Jesus. Ele manda-nos, como aqueles discípulos, para encorajar e levantar em seu nome. Manda-nos dizer a cada um: ‘Deus pede para te deixares amar por Ele’.”

“A fé é questão de encontro, não de teoria. No encontro, Jesus passa; no encontro, palpita o coração da Igreja. Então serão eficazes, não as nossas homilias, mas o testemunho da nossa vida.” (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-10/sinodo-jovens-2018-missa-papa-ouvir-fazer-se-proximo-testemunhar.html, último acesso em 28 de outubro de 2018).

Que tenhamos muitos jovens missionários, abertos à Graça de Deus e a ação do Seu Espírito e que, auxiliados pela Virgem Maria possam ser sinais da presença e do amor de Deus a todos aqueles que vierem a nós.

 

Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro