Arquidiocese do Rio de Janeiro

25º 19º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/11/2018

21 de Novembro de 2018

‘Tudo foi Nossa Senhora quem fez’

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31/08/2018 13:13 - Atualizado em 05/09/2018 13:35

‘Tudo foi Nossa Senhora quem fez’ 0

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temp_titleD_Edson_e_Yolanda___Acies_Senatus_2018_03092018211013
Yolanda pede a bênção de Dom Edson, na solenidade da Acies, em 2018

Essa frase foi ouvida muitas vezes por aqueles que perguntavam à nossa querida irmã Yolanda, leiga, sobre o crescimento da Legião de Maria no Brasil e sua participação nesse crescimento. Ela faleceu no último dia 10 de agosto, memória de São Lourenço, mártir, no CER Leblon, um anexo do Hospital Miguel Couto, deixando-nos um grande testemunho a seguir.

Yolanda Vieira Ribeiro era a quarta de uma família de seis irmãos: Waldemar (1918-1996), Oswaldo (também já falecido), Edith (morreu aos cinco anos de idade), Yolanda, Walter (falecido em 2013) e a caçula, Célia, nascida em 1929, que morreu pouco antes de nossa querida legionária. Yolanda nem mesmo chegou a saber da morte da irmã, pois já estava internada.

Ela nasceu em 4 de dezembro de 1923. Seu pai, em virtude do trabalho (era um caixeiro-viajante), não estava presente quando do seu nascimento. Por isso, ela foi registrada somente quando seu pai regressou. Ela foi registrada como nascida em 20 de março de 1924, por isso, esta é a data que consta em seus documentos.

Nascida no Rio de Janeiro nas proximidades do bairro de Santo Cristo, foi para Portugal com cinco anos e voltou com 14 anos. Lá ela fez o curso primário. O antigo ginásio ela o fez no Colégio Brasileiro de São Cristóvão, onde também trabalhou, anos mais tarde. Yolanda foi professora primária e ginasial. Lecionou português e francês, pois era graduada em Letras pela antiga UEG (hoje, Uerj). Depois, graduou-se também em Direito, pela antiga Faculdade Nacional de Direito (atual Faculdade de Direito da UFRJ).

Seu pai montou uma casa de comércio na Rua Frei Caneca, no centro do Rio, e Yolanda passou a frequentar a Igreja de Nossa Senhora da Salette, juntamente com a irmã Zélia Rainha, leiga, atual secretária do Senatus Assumpta. As duas se conheceram indo para o pré-vestibular e nunca mais se separaram. Amigas de coração e de missão. Yolanda começou a frequentar o Apostolado da Oração e depois a Pia União da Filhas de Maria. Foi nessa paróquia que ela conheceu a Legião de Maria, através de um religioso saletino, o Irmão João Creff, que exercia suas funções justamente nessa Igreja, no bairro do Catumbi.

Irmão João Creff havia conhecido a Legião de Maria em Paris, em 1950. Abordado por um jovem, que pensava ser ele um sacerdote, foi convidado para assistir a uma reunião da Legião de Maria. Aquele jovem era o presidente do Senatus de Paris, Ives Tual.1 O Irmão João ficou entusiasmado com o novo movimento e trouxe para o Brasil o Manual da Legião, bem como alguns folhetos explicativos.

Não conseguindo instalar um primeiro grupo da Legião na Igreja de Nossa Senhora da Salette, Irmão João tentou o Santuário de Nossa Senhora de Fátima, na Rua do Riachuelo, no Centro, onde foi bem acolhido pelo padre Tonelli, que se interessou pelo movimento e autorizou suas reuniões no ambiente da Igreja.

Assim formou-se o primeiro Praesidium, o Refugium Peccatorum, do qual nossa querida irmã Yolanda tomou parte, sem assumir nenhum cargo de oficial. O grupo era formado por muitos paroquianos de Nossa Senhora da Salette, que acompanhavam o Irmão João Creff. No entorno do santuário realizava-se o trabalho legionário: visitas domiciliares, aos hospitais, às escolas etc.

Em 1951, a permissão oficial veio do Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, no dia 24 de outubro, mas, com a limitação de se trabalhar somente na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. O Praesidium trabalhou nos meses finais do ano de 1951 e em todo a ano de 1952. Após este período, apresentaram um relatório de tudo o que havia sido feito. E a resposta do cardeal foi positiva, concedendo não somente a permissão, como também, incentivando a difusão da Legião de Maria em toda a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Alguns anos mais tarde, três Praesidia fizeram uma pequena peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Estiveram presentes os três primeiros Praesidia fundados: o do Santuário de Fátima, o que foi fundado em Nossa Senhora da Salette e o Praesidium da Tijuca. Em 1954, foi fundada a primeira ‘cúria’ da Legião de Maria, no Brasil: a Curia Immaculata.

Irmã Yolanda trabalhou incansavelmente pela Legião de Maria. Ela foi a primeira presidente do Senatus Assumpta do Rio de Janeiro. Nele, ocupou quase todas as funções, menos a de tesoureira. Este ano ela entregou sua última função, a de vice-presidente, que exerceu com maestria e dedicação, na altura dos seus 94 anos!

É memorável sua ida, aos 35 anos, para fundar a Legião de Maria, em Aracaju. Lá chegando, o bispo condicionou a fundação da legião naquela arquidiocese à permanência, por um mês, de um membro da Legião de Maria por lá. Irmã Yolanda aceitou o desafio e, ao retornar para o Rio de Janeiro, havia perdido seu trabalho no Colégio Barão de Lucena. Contudo, Nossa Senhora não a desamparou. Alguns meses depois, ela foi chamada para retornar à mesma escola, porque alguns professores substitutos não haviam se adaptado na função, e os alunos reclamavam a volta da sua antiga professora. Irmã Yolanda voltou para o Barão de Lucena e, ali, lecionou até se aposentar.

Muitas outras atitudes realmente heroicas nossa irmã Yolanda teve, com o único intuito de fazer com que o Cristo, por meio da extensão promovida pela Legião de Maria, fosse mais conhecido e amado, bem como Sua Mãe, sob cujo estandarte os legionários militam. Como afirma o livro do Eclesiástico: “Elogiemos os homens ilustres, nossos antepassados, em sua ordem de sucessão” (Eclo 44,1). Não se trata de fazer um panegírico, mas, sim, de perceber como, entre nós, existem grandes homens e mulheres que, no meio das vicissitudes do tempo, anunciam com destemor a Palavra de Deus, deixando-nos um grande exemplo a seguir.

Seus funerais foram celebrados com muita dignidade e simplicidade, como nossa irmã Yolanda merece e quereria, pelo estimado Dom Edson de Castro Homem, bispo da Diocese de Iguatu-CE e, também, bispo referencial para a Legião de Maria junto à CNBB. Ela foi sepultada no jazigo de sua família, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, no dia 11 de agosto, memória de Santa Clara. Em sua homilia, na missa de corpo presente, Dom Edson declarou que “faz parte da biografia de Yolanda ter dado um ‘sim’, para um ideal que ela abraçou por toda a vida. Foi todo o tempo, de toda uma vida! Isso é extremamente importante. Não é brincadeira enfrentar gente que usa mitra. No entanto, ela enfrentava. Não sei como conseguia, mas ela ia e enfrentava. E, como Maria Santíssima, ia resolvendo tudo. Quem dera tivéssemos nós, legionários, essa sua bravura!”

No próximo dia 7 de setembro, a Legião de Maria se reunirá na Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro para celebrar os 67 anos de sua fundação no Brasil, aqui no Rio de Janeiro, e os 97 anos de fundação da Legião de Maria no mundo (1921). A Legião de Maria está se preparando para o seu centenário. Celebraremos esta missa não somente nas intenções de todos os legionários, mas também em sufrágio de nossa querida irmã Yolanda, na passagem do primeiro mês de seu falecimento. Contamos com a presença de todos os legionários, às 14h, para rezar, celebrar e, particularmente, para pedir a Deus a graça de colher estes santos exemplos que nos foram deixados pela nossa querida irmã Yolanda, a fim de que sejamos autênticos servos do Senhor, anunciando seu Evangelho, sob o estandarte de Maria.

1 O presente artigo baseia-se em entrevista feita pela Ir. Flávia Muniz junto à Ir. Zélia Rainha, atual secretária do Senatus Assumpta da Legião de Maria. Alguns detalhes foram tomados, também, do seguinte endereço eletrônico: https://www.legiaodemaria.org.br/legiao-de-maria-no-brasil. O texto do site é de autoria de Maria Eulália Mello.

temp_titleYolanda_e_D_Orani_03092018211026
Yolanda e Dom Orani à mesa do Senatus

temp_titleDSC_0658_03092018211018
Yolanda à direita,com Padre Simão Baccelli (saletino) e Irmã da Congregação do Pe. Foucauld

temp_titleDSC_0662_03092018211020
10º aniversário da Fundação da Legião de Maria no Brasil

temp_titleInstalao_do_Senatus_Assumpta_do_RJ_03092018211022
Reunião de instalação do Senatus Assumpta do Rio de Janeiro, com a presença do Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara e do Núncio Apostólico, Dom Armando Lombardi. Yolanda foi a primeira presidente do Senatus

temp_titleIrm_Yolanda_2_03092018211024
As amigas inseparáveis Yolanda e Zélia Rainha

temp_titleD_Orani_D_Edson_Yolanda_e_Timteo_03092018211016
Yolanda presidindo reunião do Senatus, com a presença de Dom Orani, Dom Edson - então diretor espiritual do Senatus e Referencial da Legião de Maria-CNBB; ao lado de Yolanda, Timóteo McMahon - representante do Concilium Legionis Mariae (Dublin-Irlanda) no Brasil


Texto: Padre Fábio Siqueira - Diretor Espiritual do Senatus Assumpta do Rio de Janeiro

Fotos: Wallace Pontes / Arquivo Pessoal


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Yolanda pede a bênção de Dom Edson, na solenidade da Acies, em 2018

Essa frase foi ouvida muitas vezes por aqueles que perguntavam à nossa querida irmã Yolanda, leiga, sobre o crescimento da Legião de Maria no Brasil e sua participação nesse crescimento. Ela faleceu no último dia 10 de agosto, memória de São Lourenço, mártir, no CER Leblon, um anexo do Hospital Miguel Couto, deixando-nos um grande testemunho a seguir.

Yolanda Vieira Ribeiro era a quarta de uma família de seis irmãos: Waldemar (1918-1996), Oswaldo (também já falecido), Edith (morreu aos cinco anos de idade), Yolanda, Walter (falecido em 2013) e a caçula, Célia, nascida em 1929, que morreu pouco antes de nossa querida legionária. Yolanda nem mesmo chegou a saber da morte da irmã, pois já estava internada.

Ela nasceu em 4 de dezembro de 1923. Seu pai, em virtude do trabalho (era um caixeiro-viajante), não estava presente quando do seu nascimento. Por isso, ela foi registrada somente quando seu pai regressou. Ela foi registrada como nascida em 20 de março de 1924, por isso, esta é a data que consta em seus documentos.

Nascida no Rio de Janeiro nas proximidades do bairro de Santo Cristo, foi para Portugal com cinco anos e voltou com 14 anos. Lá ela fez o curso primário. O antigo ginásio ela o fez no Colégio Brasileiro de São Cristóvão, onde também trabalhou, anos mais tarde. Yolanda foi professora primária e ginasial. Lecionou português e francês, pois era graduada em Letras pela antiga UEG (hoje, Uerj). Depois, graduou-se também em Direito, pela antiga Faculdade Nacional de Direito (atual Faculdade de Direito da UFRJ).

Seu pai montou uma casa de comércio na Rua Frei Caneca, no centro do Rio, e Yolanda passou a frequentar a Igreja de Nossa Senhora da Salette, juntamente com a irmã Zélia Rainha, leiga, atual secretária do Senatus Assumpta. As duas se conheceram indo para o pré-vestibular e nunca mais se separaram. Amigas de coração e de missão. Yolanda começou a frequentar o Apostolado da Oração e depois a Pia União da Filhas de Maria. Foi nessa paróquia que ela conheceu a Legião de Maria, através de um religioso saletino, o Irmão João Creff, que exercia suas funções justamente nessa Igreja, no bairro do Catumbi.

Irmão João Creff havia conhecido a Legião de Maria em Paris, em 1950. Abordado por um jovem, que pensava ser ele um sacerdote, foi convidado para assistir a uma reunião da Legião de Maria. Aquele jovem era o presidente do Senatus de Paris, Ives Tual.1 O Irmão João ficou entusiasmado com o novo movimento e trouxe para o Brasil o Manual da Legião, bem como alguns folhetos explicativos.

Não conseguindo instalar um primeiro grupo da Legião na Igreja de Nossa Senhora da Salette, Irmão João tentou o Santuário de Nossa Senhora de Fátima, na Rua do Riachuelo, no Centro, onde foi bem acolhido pelo padre Tonelli, que se interessou pelo movimento e autorizou suas reuniões no ambiente da Igreja.

Assim formou-se o primeiro Praesidium, o Refugium Peccatorum, do qual nossa querida irmã Yolanda tomou parte, sem assumir nenhum cargo de oficial. O grupo era formado por muitos paroquianos de Nossa Senhora da Salette, que acompanhavam o Irmão João Creff. No entorno do santuário realizava-se o trabalho legionário: visitas domiciliares, aos hospitais, às escolas etc.

Em 1951, a permissão oficial veio do Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, no dia 24 de outubro, mas, com a limitação de se trabalhar somente na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. O Praesidium trabalhou nos meses finais do ano de 1951 e em todo a ano de 1952. Após este período, apresentaram um relatório de tudo o que havia sido feito. E a resposta do cardeal foi positiva, concedendo não somente a permissão, como também, incentivando a difusão da Legião de Maria em toda a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Alguns anos mais tarde, três Praesidia fizeram uma pequena peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Estiveram presentes os três primeiros Praesidia fundados: o do Santuário de Fátima, o que foi fundado em Nossa Senhora da Salette e o Praesidium da Tijuca. Em 1954, foi fundada a primeira ‘cúria’ da Legião de Maria, no Brasil: a Curia Immaculata.

Irmã Yolanda trabalhou incansavelmente pela Legião de Maria. Ela foi a primeira presidente do Senatus Assumpta do Rio de Janeiro. Nele, ocupou quase todas as funções, menos a de tesoureira. Este ano ela entregou sua última função, a de vice-presidente, que exerceu com maestria e dedicação, na altura dos seus 94 anos!

É memorável sua ida, aos 35 anos, para fundar a Legião de Maria, em Aracaju. Lá chegando, o bispo condicionou a fundação da legião naquela arquidiocese à permanência, por um mês, de um membro da Legião de Maria por lá. Irmã Yolanda aceitou o desafio e, ao retornar para o Rio de Janeiro, havia perdido seu trabalho no Colégio Barão de Lucena. Contudo, Nossa Senhora não a desamparou. Alguns meses depois, ela foi chamada para retornar à mesma escola, porque alguns professores substitutos não haviam se adaptado na função, e os alunos reclamavam a volta da sua antiga professora. Irmã Yolanda voltou para o Barão de Lucena e, ali, lecionou até se aposentar.

Muitas outras atitudes realmente heroicas nossa irmã Yolanda teve, com o único intuito de fazer com que o Cristo, por meio da extensão promovida pela Legião de Maria, fosse mais conhecido e amado, bem como Sua Mãe, sob cujo estandarte os legionários militam. Como afirma o livro do Eclesiástico: “Elogiemos os homens ilustres, nossos antepassados, em sua ordem de sucessão” (Eclo 44,1). Não se trata de fazer um panegírico, mas, sim, de perceber como, entre nós, existem grandes homens e mulheres que, no meio das vicissitudes do tempo, anunciam com destemor a Palavra de Deus, deixando-nos um grande exemplo a seguir.

Seus funerais foram celebrados com muita dignidade e simplicidade, como nossa irmã Yolanda merece e quereria, pelo estimado Dom Edson de Castro Homem, bispo da Diocese de Iguatu-CE e, também, bispo referencial para a Legião de Maria junto à CNBB. Ela foi sepultada no jazigo de sua família, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, no dia 11 de agosto, memória de Santa Clara. Em sua homilia, na missa de corpo presente, Dom Edson declarou que “faz parte da biografia de Yolanda ter dado um ‘sim’, para um ideal que ela abraçou por toda a vida. Foi todo o tempo, de toda uma vida! Isso é extremamente importante. Não é brincadeira enfrentar gente que usa mitra. No entanto, ela enfrentava. Não sei como conseguia, mas ela ia e enfrentava. E, como Maria Santíssima, ia resolvendo tudo. Quem dera tivéssemos nós, legionários, essa sua bravura!”

No próximo dia 7 de setembro, a Legião de Maria se reunirá na Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro para celebrar os 67 anos de sua fundação no Brasil, aqui no Rio de Janeiro, e os 97 anos de fundação da Legião de Maria no mundo (1921). A Legião de Maria está se preparando para o seu centenário. Celebraremos esta missa não somente nas intenções de todos os legionários, mas também em sufrágio de nossa querida irmã Yolanda, na passagem do primeiro mês de seu falecimento. Contamos com a presença de todos os legionários, às 14h, para rezar, celebrar e, particularmente, para pedir a Deus a graça de colher estes santos exemplos que nos foram deixados pela nossa querida irmã Yolanda, a fim de que sejamos autênticos servos do Senhor, anunciando seu Evangelho, sob o estandarte de Maria.

1 O presente artigo baseia-se em entrevista feita pela Ir. Flávia Muniz junto à Ir. Zélia Rainha, atual secretária do Senatus Assumpta da Legião de Maria. Alguns detalhes foram tomados, também, do seguinte endereço eletrônico: https://www.legiaodemaria.org.br/legiao-de-maria-no-brasil. O texto do site é de autoria de Maria Eulália Mello.

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Yolanda e Dom Orani à mesa do Senatus

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Yolanda à direita,com Padre Simão Baccelli (saletino) e Irmã da Congregação do Pe. Foucauld

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Reunião de instalação do Senatus Assumpta do Rio de Janeiro, com a presença do Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara e do Núncio Apostólico, Dom Armando Lombardi. Yolanda foi a primeira presidente do Senatus

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As amigas inseparáveis Yolanda e Zélia Rainha

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Yolanda presidindo reunião do Senatus, com a presença de Dom Orani, Dom Edson - então diretor espiritual do Senatus e Referencial da Legião de Maria-CNBB; ao lado de Yolanda, Timóteo McMahon - representante do Concilium Legionis Mariae (Dublin-Irlanda) no Brasil


Texto: Padre Fábio Siqueira - Diretor Espiritual do Senatus Assumpta do Rio de Janeiro

Fotos: Wallace Pontes / Arquivo Pessoal


Padre Fábio Siqueira
Autor

Padre Fábio Siqueira

Vice-diretor das Escolas de Fé e Catequese Mater Ecclesiae e Luz e Vida