Arquidiocese do Rio de Janeiro

30º 20º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/09/2018

21 de Setembro de 2018

Rio em romaria

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23/08/2018 00:00

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Somos Peregrinos do Senhor à Casa da Mãe de Deus e nossa, Romeiros de Senhora Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil! Quanta alegria e paz sentimos no coração por estarmos mais uma vez como Peregrinos de Deus à casa da Mãe.  Nossa Arquidiocese se rejubila de alegria por celebrar a peregrinação anual ao Santuário Nacional.  Viemos a casa da Mãe Aparecida, a Senhora do Brasil, nossa Mãe, Rainha e Padroeira.

No site do Santuário Nacional quando se refere às primeiras peregrinações recorda que “em 1900 começaram as grandes romarias que vinham ao Santuário para celebrar o ano jubilar da redenção, organizada pelas paróquias, dioceses, padres e bispos”. Entre as grandes romarias destaque também para a “Arquidiocese do Rio de Janeiro em 16 de dezembro do mesmo ano”. Portanto há 118 anos que temos notícias do Rio de Janeiro peregrinando a Aparecida.

Essas peregrinações esporádicas tornaram-se mais frequentes a partir de 1931 depois que a imagem histórica visitou o Rio de Janeiro para a proclamação como “padroeira do Brasil”: conforme o portal de Aparecida, “logo após a realização do Congresso Mariano de 1929, por empenho do então arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Sebastião Leme, e do reitor do Santuário na época, padre Antão Jorge Hechenblaickner, os bispos presentes no Congresso pediram e obtiveram do Papa Pio XI, a graça de Nossa Senhora Aparecida ser declarada Padroeira do Brasil. O decreto foi assinado pelo papa no dia 16 de julho daquele ano e a proclamação oficial se deu no Rio de Janeiro, então Capital Federal, no dia 31 de maio de 1931, perante uma multidão de fiéis, do Presidente da República, Dr. Getúlio Vargas, do Corpo Diplomático, de 25 bispos, do Núncio Apostólico, Dom Aloísio Masela, de autoridades civis e militares”. Portanto, contando com a tradição que vem desde D. Sebastião Lemes, nosso predecessor estamos na 87º romaria neste ano.

A partir do tricentenário da criação da Diocese do Rio de Janeiro (1976), D. Eugênio de Araújo Sales estabeleceu a ocasião e a organização da romaria: todo o último sábado do mês de agosto. Portanto a tradição do dia da peregrinação já tem 42 anos.

Neste ano em que o Santuário Nacional celebra o 40º aniversário da restauração da imagem a nossa arquidiocese escolheu como lema de sua romaria “bem-aventurada Virgem Maria, Auxílio dos cristãos”.

Vivemos neste dia o clima de peregrinação presidida pelo Arcebispo Metropolitano, com seus bispos auxiliares, bispos eméritos, sacerdotes, consagrados e consagradas, seminaristas e os fiéis que todos os anos, no último sábado de agosto, acorreram ao Santuário Nacional.

A nossa peregrinação de oração e comunhão com a Mãe de Deus e nossa, encontra as suas raízes na devoção mariana que sempre marcou a vida de nosso Povo, o povo brasileiro cultiva este amor terno e filial a Mãe acorrendo a este santuário todos os dias, um santuário que a todos acolhe com carinho e está ligado a um dos mais importantes santuários marianos do Mundo, lugar de oração, benção e proteção da Mãe.

Nossa peregrinação ao Santuário Nacional marca o ano do Laicato para a Igreja No Brasil e enriquece de motivação e bênçãos a caminhada pastoral de nossa igreja arquidiocesana.

Escolhemos como lema para a nossa peregrinação: “Bem-Aventurada Virgem Maria, auxílio dos cristãos”. Invocar Nossa Senhora, como auxílio dos cristãos honra, louva, glorifica e foi instituído para comprovar as inúmeras virtudes de Maria e a plenitude de graças com que foi favorecida. Esta invocação mariana, conforme o site Cleófas, encontra suas raízes no ano de 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, depois de conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lançou seu olhar de cobiça sobre a Europa. Diante da inércia das nações cristãs, o Papa São Pio V resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão que ameaçava. E para isso invocou o auxílio da Virgem Maria. Dom João D’Áustria foi quem comandou as tropas cristãs. O Papa havia enviado para o Príncipe um estandarte bordado com a imagem de Jesus crucificado e a recomendação de que pedissem a proteção, o auxílio de Nossa Senhora. A preparação dos soldados para a batalha consistiu em três dias de jejuns, orações, recitação do rosário e procissões, suplicando a Deus a graça da vitória. O inimigo era superior em número. Depois de receberem a Santa Comunhão, partiram todos para a batalha. No dia 7 de outubro de 1571, invocando o nome de Maria, Auxílio dos Cristãos, os combatentes católicos travaram dura e decisiva batalha nas águas da região denominada Lepanto. Depois de horas de violentos combates quando, em vários momentos, a derrota parecia iminente, veio a vitória. Foi uma vitória obtida numa atmosfera carregada de religiosidade. Os gritos de “Viva Maria” eram ouvidos com tanto fervor e intensidade que cobriam os gritos de guerra dos inimigos e abafavam o ruído das ondas do mar. Narram as crônicas dos derrotados que uma “formosa senhora” foi vista no céu e que seu olhar fulminante espalhava pânico entre eles e alimentava o ânimo e disposição de luta dos cristãos.

Hoje, diante de tantas dificuldades, violências, guerras, insultos e dificuldades de toda a sorte que tiram a paz das cidades e dos campos queremos aos pés da Virgem Aparecida, como auxiliadora dos cristãos, pedir paz e concórdia para a cidade e o Estado do Rio de Janeiro. A Senhora Aparecida constituirá o auxílio para os cristãos reencontrarem a paz e viverem a solidariedade.

Por isso é muito bom estarmos aqui, para nos encontrar juntos da Mãe e aos seus pés invocar- lhe um novo impulso e um novo entusiasmo para a continuação do nosso caminho de fé e evangelização. O Espirito de comunhão e missão resumem os objetivos essenciais do nosso programa pastoral.

A nossa Igreja, mãe e mestra, é rica do testemunho de tantos santos e santas, homens e mulheres que marcaram nossa história pelo testemunho da santidade evangélica de profecia e comunhão.  Todos eles se emprenharam em viver sua vocação, conforme inspiração do espírito deixando seu legado às gerações de hoje, a boa notícia de que somos filhos de Deus, que Jesus nos ama e dá a sua vida por nós.  

Abramos nossos corações ao Espírito Santo para irmos ao encontro de nossos irmãos e irmãs dispostos a acolher, abraçar e encorajar na caminhada, recordado sempre aquele apelo do Papa Francisco de que somos uma igreja em constante saída.  

Que o testemunho silencioso e ao mesmo tempo profético de Maria, a Senhora de Aparecida, sempre nos inspire, nos ilumine e reacenda em nós o desejo de sermos cada vez mais discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que todos tenham vida e a tenham em abundância.  Intercede por nós Mãe querida, acompanha nossa Arquidiocese em sua missão de ser e fazer discípulos.

Rezemos: “estamos Mãe querida, teus filhos e filhas peregrinos de São Sebastião do Rio de Janeiro, estamos em espírito e vida, unidos em comunhão de irmãos e irmãs junto com seus pastores.

Aqui trazemos as alegrias, dores e esperança de nosso Povo, especialmente o povo sofrido que conta com a proteção da Mãe, esta Mãe que acolhe, ampara e acompanha no seu coração materno, todos os seus filhos e filhas.

Neste ano de tantas bênçãos e ação de graças, nossa Igreja celebra o ano do Laicato, trazemos todos os dons que são ofertados constantemente a Deus e a serviço do seu reino, por tantos irmãos leigos e leigas testemunhas do Ressuscitado. 

Trazemos Mãe querida os teus filhos que não puderam vir fisicamente, mas com certeza aqui se encontram em espírito, e pela fé, estamos em comunhão com todos. Muitos deles nos acompanham pelos meios de comunicação social.Destes irmãos e imãs queremos recordar os enfermos, os pobres e sofredores, tantas vezes vítimas da violência, da opressão do abandono, estes também vieram e aqui se encontram pela comunhão fraterna de irmãos que oram e intercede uns pelos outros.

Estamos aqui Mãe Aparecida, nos passos de antigos peregrinos que ao longo de nossa história já vieram a este santuário viver a experiencia da fé e do amor maternal da Mãe.

Queremos fazer memoria da tradição devocional de percorrer caminhos, de peregrinar os lugares sagrados, este lugar é sagrado, é a casa da Mãe querida, companheira fiel, protetora do Povo brasileiro.

Estamos em peregrinação, pois sabemos que nossa vida é um constante peregrinar, sim todos os dias peregrinamos em busca de um mundo mais justo, humano e fraterno. Somos peregrinos de uma pátria que não é terrena.

Consagramos nossa Arquidiocese, com seus pastores e todo povo de Deus presente, a fim de que sejamos cada vez mais peregrinos do Senhor a serviço do seu reino hoje e sempre. Rogai por nós Mãe querida Nossa Senhora Aparecida, auxílio dos cristãos, amém! Viva Nossa Senhora Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil!”

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Somos Peregrinos do Senhor à Casa da Mãe de Deus e nossa, Romeiros de Senhora Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil! Quanta alegria e paz sentimos no coração por estarmos mais uma vez como Peregrinos de Deus à casa da Mãe.  Nossa Arquidiocese se rejubila de alegria por celebrar a peregrinação anual ao Santuário Nacional.  Viemos a casa da Mãe Aparecida, a Senhora do Brasil, nossa Mãe, Rainha e Padroeira.

No site do Santuário Nacional quando se refere às primeiras peregrinações recorda que “em 1900 começaram as grandes romarias que vinham ao Santuário para celebrar o ano jubilar da redenção, organizada pelas paróquias, dioceses, padres e bispos”. Entre as grandes romarias destaque também para a “Arquidiocese do Rio de Janeiro em 16 de dezembro do mesmo ano”. Portanto há 118 anos que temos notícias do Rio de Janeiro peregrinando a Aparecida.

Essas peregrinações esporádicas tornaram-se mais frequentes a partir de 1931 depois que a imagem histórica visitou o Rio de Janeiro para a proclamação como “padroeira do Brasil”: conforme o portal de Aparecida, “logo após a realização do Congresso Mariano de 1929, por empenho do então arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Sebastião Leme, e do reitor do Santuário na época, padre Antão Jorge Hechenblaickner, os bispos presentes no Congresso pediram e obtiveram do Papa Pio XI, a graça de Nossa Senhora Aparecida ser declarada Padroeira do Brasil. O decreto foi assinado pelo papa no dia 16 de julho daquele ano e a proclamação oficial se deu no Rio de Janeiro, então Capital Federal, no dia 31 de maio de 1931, perante uma multidão de fiéis, do Presidente da República, Dr. Getúlio Vargas, do Corpo Diplomático, de 25 bispos, do Núncio Apostólico, Dom Aloísio Masela, de autoridades civis e militares”. Portanto, contando com a tradição que vem desde D. Sebastião Lemes, nosso predecessor estamos na 87º romaria neste ano.

A partir do tricentenário da criação da Diocese do Rio de Janeiro (1976), D. Eugênio de Araújo Sales estabeleceu a ocasião e a organização da romaria: todo o último sábado do mês de agosto. Portanto a tradição do dia da peregrinação já tem 42 anos.

Neste ano em que o Santuário Nacional celebra o 40º aniversário da restauração da imagem a nossa arquidiocese escolheu como lema de sua romaria “bem-aventurada Virgem Maria, Auxílio dos cristãos”.

Vivemos neste dia o clima de peregrinação presidida pelo Arcebispo Metropolitano, com seus bispos auxiliares, bispos eméritos, sacerdotes, consagrados e consagradas, seminaristas e os fiéis que todos os anos, no último sábado de agosto, acorreram ao Santuário Nacional.

A nossa peregrinação de oração e comunhão com a Mãe de Deus e nossa, encontra as suas raízes na devoção mariana que sempre marcou a vida de nosso Povo, o povo brasileiro cultiva este amor terno e filial a Mãe acorrendo a este santuário todos os dias, um santuário que a todos acolhe com carinho e está ligado a um dos mais importantes santuários marianos do Mundo, lugar de oração, benção e proteção da Mãe.

Nossa peregrinação ao Santuário Nacional marca o ano do Laicato para a Igreja No Brasil e enriquece de motivação e bênçãos a caminhada pastoral de nossa igreja arquidiocesana.

Escolhemos como lema para a nossa peregrinação: “Bem-Aventurada Virgem Maria, auxílio dos cristãos”. Invocar Nossa Senhora, como auxílio dos cristãos honra, louva, glorifica e foi instituído para comprovar as inúmeras virtudes de Maria e a plenitude de graças com que foi favorecida. Esta invocação mariana, conforme o site Cleófas, encontra suas raízes no ano de 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, depois de conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lançou seu olhar de cobiça sobre a Europa. Diante da inércia das nações cristãs, o Papa São Pio V resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão que ameaçava. E para isso invocou o auxílio da Virgem Maria. Dom João D’Áustria foi quem comandou as tropas cristãs. O Papa havia enviado para o Príncipe um estandarte bordado com a imagem de Jesus crucificado e a recomendação de que pedissem a proteção, o auxílio de Nossa Senhora. A preparação dos soldados para a batalha consistiu em três dias de jejuns, orações, recitação do rosário e procissões, suplicando a Deus a graça da vitória. O inimigo era superior em número. Depois de receberem a Santa Comunhão, partiram todos para a batalha. No dia 7 de outubro de 1571, invocando o nome de Maria, Auxílio dos Cristãos, os combatentes católicos travaram dura e decisiva batalha nas águas da região denominada Lepanto. Depois de horas de violentos combates quando, em vários momentos, a derrota parecia iminente, veio a vitória. Foi uma vitória obtida numa atmosfera carregada de religiosidade. Os gritos de “Viva Maria” eram ouvidos com tanto fervor e intensidade que cobriam os gritos de guerra dos inimigos e abafavam o ruído das ondas do mar. Narram as crônicas dos derrotados que uma “formosa senhora” foi vista no céu e que seu olhar fulminante espalhava pânico entre eles e alimentava o ânimo e disposição de luta dos cristãos.

Hoje, diante de tantas dificuldades, violências, guerras, insultos e dificuldades de toda a sorte que tiram a paz das cidades e dos campos queremos aos pés da Virgem Aparecida, como auxiliadora dos cristãos, pedir paz e concórdia para a cidade e o Estado do Rio de Janeiro. A Senhora Aparecida constituirá o auxílio para os cristãos reencontrarem a paz e viverem a solidariedade.

Por isso é muito bom estarmos aqui, para nos encontrar juntos da Mãe e aos seus pés invocar- lhe um novo impulso e um novo entusiasmo para a continuação do nosso caminho de fé e evangelização. O Espirito de comunhão e missão resumem os objetivos essenciais do nosso programa pastoral.

A nossa Igreja, mãe e mestra, é rica do testemunho de tantos santos e santas, homens e mulheres que marcaram nossa história pelo testemunho da santidade evangélica de profecia e comunhão.  Todos eles se emprenharam em viver sua vocação, conforme inspiração do espírito deixando seu legado às gerações de hoje, a boa notícia de que somos filhos de Deus, que Jesus nos ama e dá a sua vida por nós.  

Abramos nossos corações ao Espírito Santo para irmos ao encontro de nossos irmãos e irmãs dispostos a acolher, abraçar e encorajar na caminhada, recordado sempre aquele apelo do Papa Francisco de que somos uma igreja em constante saída.  

Que o testemunho silencioso e ao mesmo tempo profético de Maria, a Senhora de Aparecida, sempre nos inspire, nos ilumine e reacenda em nós o desejo de sermos cada vez mais discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que todos tenham vida e a tenham em abundância.  Intercede por nós Mãe querida, acompanha nossa Arquidiocese em sua missão de ser e fazer discípulos.

Rezemos: “estamos Mãe querida, teus filhos e filhas peregrinos de São Sebastião do Rio de Janeiro, estamos em espírito e vida, unidos em comunhão de irmãos e irmãs junto com seus pastores.

Aqui trazemos as alegrias, dores e esperança de nosso Povo, especialmente o povo sofrido que conta com a proteção da Mãe, esta Mãe que acolhe, ampara e acompanha no seu coração materno, todos os seus filhos e filhas.

Neste ano de tantas bênçãos e ação de graças, nossa Igreja celebra o ano do Laicato, trazemos todos os dons que são ofertados constantemente a Deus e a serviço do seu reino, por tantos irmãos leigos e leigas testemunhas do Ressuscitado. 

Trazemos Mãe querida os teus filhos que não puderam vir fisicamente, mas com certeza aqui se encontram em espírito, e pela fé, estamos em comunhão com todos. Muitos deles nos acompanham pelos meios de comunicação social.Destes irmãos e imãs queremos recordar os enfermos, os pobres e sofredores, tantas vezes vítimas da violência, da opressão do abandono, estes também vieram e aqui se encontram pela comunhão fraterna de irmãos que oram e intercede uns pelos outros.

Estamos aqui Mãe Aparecida, nos passos de antigos peregrinos que ao longo de nossa história já vieram a este santuário viver a experiencia da fé e do amor maternal da Mãe.

Queremos fazer memoria da tradição devocional de percorrer caminhos, de peregrinar os lugares sagrados, este lugar é sagrado, é a casa da Mãe querida, companheira fiel, protetora do Povo brasileiro.

Estamos em peregrinação, pois sabemos que nossa vida é um constante peregrinar, sim todos os dias peregrinamos em busca de um mundo mais justo, humano e fraterno. Somos peregrinos de uma pátria que não é terrena.

Consagramos nossa Arquidiocese, com seus pastores e todo povo de Deus presente, a fim de que sejamos cada vez mais peregrinos do Senhor a serviço do seu reino hoje e sempre. Rogai por nós Mãe querida Nossa Senhora Aparecida, auxílio dos cristãos, amém! Viva Nossa Senhora Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil!”

Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro