Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 17/12/2018

17 de Dezembro de 2018

O Perdão de Assis

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O Perdão de Assis

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02/08/2018 00:00

O Perdão de Assis 0

02/08/2018 00:00

Quis Francisco de Assis, conhecido como Poverello, que todos os cristãos que de coração se arrependessem dos seus pecados fossem perdoados e reconciliados com Deus, consigo mesmo e com os irmãos. Isso resultou de sua experiência íntima com o Senhor da Misericórdia.

A propósito da festa que celebramos no dia 2 de agosto, a Festa do Perdão de Assis, Santa Maria dos Anjos da Porcíuncla, segundo testemunhou Bartolomeu de Pisa, a origem da Indulgência da Porciúncula se deu assim: “Em uma noite linda , do ano do Senhor de 1216, Francisco estava intimamente compenetrado na oração e na contemplação; estava mesmo ali na  pequena ermida dedicada a Virgem Mãe de Deus, conhecida como igrejinha da Porciúncula, localizada em uma planície do Vale de Espoleto,  perto de Assis, quando, de repente, a igrejinha ficou tomada de uma luz vivíssima jamais vista antes,  e  Francisco viu sobre o altar o Cristo e à sua direita a sua Mãe Santíssima, acompanhados de uma multidão de anjos. Francisco ficou em silêncio e começou a adorar o seu Senhor. Perguntaram-lhe, então, o que ele desejava para a salvação das almas.  Francisco, tomado pela graça de Deus que ama incondicionalmente, responde: “Santíssimo Pai, mesmo que eu seja um mísero, o pior dos pecadores, te peço que, a todos quantos arrependidos e confessados, virão visitar esta Igreja, lhes conceda amplo e generoso perdão, com uma completa remissão de todas as culpas”.

O Senhor lhe disse: “Ó Irmão Francisco, aquilo que pedes é grande, de coisas maiores és digno e coisas maiores tereis: acolho, portanto, o teu pedido, mas com a condição de que tu peças esta indulgência, da parte minha, ao meu vigário na terra (Papa)”. E não tardou muito, Francisco se apresentou ao Papa Honório III, que naqueles dias encontrava-se em Perugia, e com candura lhe narrou a visão que teve. O Papa o escutou com atenção e, depois de alguns esclarecimentos, deu a sua aprovação e perguntou: “Por quanto anos queres esta indulgência”? Francisco respondeu-lhe: “Pai santo, não peço por anos, mas por almas”. E feliz, se dirigiu à porta, mas o Pontífice o reconvocou: “Francisco, não queres nenhum documento”? E Francisco respondeu-lhe: “Santo Pai, de Deus, Ele cuidará de manifestar a obra sua; eu não tenho necessidade de algum documento. Esta carta deve ser a Santíssima Virgem Maria, Cristo o Escrivão e os Anjos as testemunhas”. E poucos dias mais tarde, junto aos bispos da Úmbria, ao povo reunido na Porciúncula, Francisco anunciou a indulgência plenária e disse entre lágrimas: “Irmãos meus, quero mandar-vos todos ao paraíso!”  

São Francisco de Assis devotava uma singular devoção a Santíssima Virgem; durante sua vida teve sempre uma especial afeição à capela de Nossa Senhora dos Anjos ou da Porciúncula. No século VI, esta capela foi dada aos monges beneditinos do Monte Subásio, os quais a ampliaram e a embelezaram. Ali, com as “porções de terras” que tinham, veio o nome Porciúncula, ou seja, ‘porçãozinha’ ou ‘pequena porção’ (de terras). Em seguida, pois, pela frequente aparição dos Anjos, foi chamada de Santa Maria dos Anjos. Francisco ganhou-a do Abade D. Teobaldo, e ali se retirou com os seus companheiros, quando foi forçado a abandonar o Tugúrio de Rivotorto.  Esta igrejinha lhe era muito cara e por isso São Francisco de Assis amou-a de todo coração e por toda sua vida; dizia aos frades que se alguém os expulsasse pela porta da frente, que os mesmos deveriam retornar pela janela.

A Porciúncula foi o berço da fraternidade franciscana, e nesta tão bela ermida o Santo de Assis viveu as maiores experiências de sua vida como frade menor. Na Porciúncula teve início a Ordem dos Frades Menores, e ali preparou a fundação das Clarissas. Neste lugar, ele completou, felizmente, o curso de sua vida e missão sobre a terra. Foi aí, também, que o Santo de Assis alcançou a célebre Indulgência Plenária da Porciúncula que os Sumos Pontífices confirmaram e estenderam a muitas Igrejas. Era seu desejo poder celebrar tantos e tão grandes feitos ali recebidos do Senhor da misericórdia. 

O Poverello pediu que seus frades cultivassem por Santa Maria dos anjos uma singular especial devoção, e que aquela igrejinha fosse sempre reverenciada como cabeça e coração de toda a fraternidade franciscana do mundo inteiro, recordara o santo, que quando tomou a sua vida santa, vendo o quanto abandonada e decaída aquela capela, reparou-a pela fervente devoção que tinha pela Senhora pobrezinha, a Virgem Mãe de Deus, da qual lhe foi revelado que aquela igrejinha lhe era querida, de modo especial entre todas.

Porciúncula é o lugar fontal para a nossa mística de fé da reconciliação e da misericórdia de Deus. Santa Maria dos Anjos, lugar de fraternidade, desde os frades que ali vivem como herdeiros primeiros do carisma franciscano, como de tantos irmãos cristãos e não cristãos que acorrem a Assis para beber desta fonte, viver a experiência da misericórdia e do perdão. Um santuário mariano-franciscano, lugar – santo, dos mais frequentados em todo o mundo. É um espaço para rezar, refletir, purificar, encher-se de graça e iniciar novamente o caminho da vida.

Todos os anos na noite que antecede 2 de agosto, jovens de toda Itália e alguns países da Europa  peregrinam a Assis, especialmente para visitar e beber da fonte do perdão e da reconciliação. Estes jovens oriundos de realidades dramáticas, dos quais muitos são vítimas das drogas e outros tipos de violência humana, se acorrem a Santa Maria dos Anjos para lucrar da indulgência plenária do chamado “Perdão de Assis”. Assim estes jovens se reconciliam consigo mesmo, com Deus e com os irmãos; retornam as suas terras revigorados, transformados pela graça do perdão de Deus, como era o desejo de São Francisco de Assis. São milhares de jovens em busca de um sentido maior, de respostas que jamais irão encontrar no mundo; recorrem a Santa Maria dos anjos, atendendo ao convite e desejo de São Francisco, e ali se sentem amados, acolhidos, perdoados e prontos para o recomeço.

Porciúncula é um lugar privilegiado, necessário a toda humana criatura de nosso tempo: um itinerário, uma luz sobre o caminho. Ali emana um único fascínio: a mensagem pulsante do Evangelho. É um lugar sagrado no qual a presença de Deus se manifesta. Ali os acontecimentos passados são vivos e presentes; podemos sentir sempre que visitamos: ali viveu Francisco, ali passou Clara, ali morreu o Poverello. Francisco e Clara continuam a ser mais vivos que nunca, e a sua escolha de amor é que marca definitivamente o lugar. Ali a fraternidade se faz encontro, cresce, contagia e se comunica.

Neste ano, nesse significativo dia, iremos fazer orações e intercessões na intenção de nosso país, para que continuemos a cultura da vida e não deixemos que a cultura de morte nos atinja. Quando estamos sendo ameaçados, de uma maneira sutil, com a pressão abortista em nosso país, convocamos a todos para nesse dia 2 de agosto, quinta-feira, às 15h, nos colocarmos em oração e nos posicionarmos pela vida. Aos pés do Cristo Redentor, iremos rezar o Terço da Misericórdia, com transmissão pelos meios de comunicação, e os sinos de nossas igrejas replicarão no mesmo horário. A noite, o monumento será iluminado com a cor branca e a palavra Vida. Esperamos que chegue o nosso clamor até Brasília, onde no dia seguinte começarão a ouvir as pessoas nessa discussão que já foi decidida pelo Congresso Nacional e que maldosamente querem fazer entrar por outra porta em nosso país. Nesse dia 2 de agosto, convidamos também o povo a usar roupas brancas e a rezar em suas comunidades e paróquias (Veja Hora Santa disponibiizada no portal da ArqRio) nessa intenção para que os corações se comovam diante dos gritos de tantos inocentes ameaçados de condenação à morte.

 

Oração a Nossa Senhora dos Anjos

Ó Nossa Senhora, dos Anjos, na pequena Igreja da Porciúncula,

São Francisco recebeu as vossas bênçãos generosas juntamente com sua Ordem. Ele depositara na vossa presença materna uma grande confiança e devoção, sendo atendido em seus pedidos. Continuai a dispensar os vossos favores sobre nós e sobre nossas necessidades particulares.

Nós vos suplicamos, dai-nos a graça da penitência e de Deus o perdão dos pecados, a correção de nossas más inclinações e fortalecimento nos momentos de fraqueza. Quantos recusam a salvação e preferem caminhar nas trevas do erro! Tudo é possível para aquele que crê, para aquele que se arrepende!

Vós, ó Mãe, manifestastes a São Francisco o grande desejo de reconciliar os pecadores com Jesus, que se entregou em uma cruz para nos salvar. Rogai por nós, agora e na hora de nossa morte. Por isso, com todos os anjos do céu, vos saudamos: Ave Maria…


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O Perdão de Assis

02/08/2018 00:00

Quis Francisco de Assis, conhecido como Poverello, que todos os cristãos que de coração se arrependessem dos seus pecados fossem perdoados e reconciliados com Deus, consigo mesmo e com os irmãos. Isso resultou de sua experiência íntima com o Senhor da Misericórdia.

A propósito da festa que celebramos no dia 2 de agosto, a Festa do Perdão de Assis, Santa Maria dos Anjos da Porcíuncla, segundo testemunhou Bartolomeu de Pisa, a origem da Indulgência da Porciúncula se deu assim: “Em uma noite linda , do ano do Senhor de 1216, Francisco estava intimamente compenetrado na oração e na contemplação; estava mesmo ali na  pequena ermida dedicada a Virgem Mãe de Deus, conhecida como igrejinha da Porciúncula, localizada em uma planície do Vale de Espoleto,  perto de Assis, quando, de repente, a igrejinha ficou tomada de uma luz vivíssima jamais vista antes,  e  Francisco viu sobre o altar o Cristo e à sua direita a sua Mãe Santíssima, acompanhados de uma multidão de anjos. Francisco ficou em silêncio e começou a adorar o seu Senhor. Perguntaram-lhe, então, o que ele desejava para a salvação das almas.  Francisco, tomado pela graça de Deus que ama incondicionalmente, responde: “Santíssimo Pai, mesmo que eu seja um mísero, o pior dos pecadores, te peço que, a todos quantos arrependidos e confessados, virão visitar esta Igreja, lhes conceda amplo e generoso perdão, com uma completa remissão de todas as culpas”.

O Senhor lhe disse: “Ó Irmão Francisco, aquilo que pedes é grande, de coisas maiores és digno e coisas maiores tereis: acolho, portanto, o teu pedido, mas com a condição de que tu peças esta indulgência, da parte minha, ao meu vigário na terra (Papa)”. E não tardou muito, Francisco se apresentou ao Papa Honório III, que naqueles dias encontrava-se em Perugia, e com candura lhe narrou a visão que teve. O Papa o escutou com atenção e, depois de alguns esclarecimentos, deu a sua aprovação e perguntou: “Por quanto anos queres esta indulgência”? Francisco respondeu-lhe: “Pai santo, não peço por anos, mas por almas”. E feliz, se dirigiu à porta, mas o Pontífice o reconvocou: “Francisco, não queres nenhum documento”? E Francisco respondeu-lhe: “Santo Pai, de Deus, Ele cuidará de manifestar a obra sua; eu não tenho necessidade de algum documento. Esta carta deve ser a Santíssima Virgem Maria, Cristo o Escrivão e os Anjos as testemunhas”. E poucos dias mais tarde, junto aos bispos da Úmbria, ao povo reunido na Porciúncula, Francisco anunciou a indulgência plenária e disse entre lágrimas: “Irmãos meus, quero mandar-vos todos ao paraíso!”  

São Francisco de Assis devotava uma singular devoção a Santíssima Virgem; durante sua vida teve sempre uma especial afeição à capela de Nossa Senhora dos Anjos ou da Porciúncula. No século VI, esta capela foi dada aos monges beneditinos do Monte Subásio, os quais a ampliaram e a embelezaram. Ali, com as “porções de terras” que tinham, veio o nome Porciúncula, ou seja, ‘porçãozinha’ ou ‘pequena porção’ (de terras). Em seguida, pois, pela frequente aparição dos Anjos, foi chamada de Santa Maria dos Anjos. Francisco ganhou-a do Abade D. Teobaldo, e ali se retirou com os seus companheiros, quando foi forçado a abandonar o Tugúrio de Rivotorto.  Esta igrejinha lhe era muito cara e por isso São Francisco de Assis amou-a de todo coração e por toda sua vida; dizia aos frades que se alguém os expulsasse pela porta da frente, que os mesmos deveriam retornar pela janela.

A Porciúncula foi o berço da fraternidade franciscana, e nesta tão bela ermida o Santo de Assis viveu as maiores experiências de sua vida como frade menor. Na Porciúncula teve início a Ordem dos Frades Menores, e ali preparou a fundação das Clarissas. Neste lugar, ele completou, felizmente, o curso de sua vida e missão sobre a terra. Foi aí, também, que o Santo de Assis alcançou a célebre Indulgência Plenária da Porciúncula que os Sumos Pontífices confirmaram e estenderam a muitas Igrejas. Era seu desejo poder celebrar tantos e tão grandes feitos ali recebidos do Senhor da misericórdia. 

O Poverello pediu que seus frades cultivassem por Santa Maria dos anjos uma singular especial devoção, e que aquela igrejinha fosse sempre reverenciada como cabeça e coração de toda a fraternidade franciscana do mundo inteiro, recordara o santo, que quando tomou a sua vida santa, vendo o quanto abandonada e decaída aquela capela, reparou-a pela fervente devoção que tinha pela Senhora pobrezinha, a Virgem Mãe de Deus, da qual lhe foi revelado que aquela igrejinha lhe era querida, de modo especial entre todas.

Porciúncula é o lugar fontal para a nossa mística de fé da reconciliação e da misericórdia de Deus. Santa Maria dos Anjos, lugar de fraternidade, desde os frades que ali vivem como herdeiros primeiros do carisma franciscano, como de tantos irmãos cristãos e não cristãos que acorrem a Assis para beber desta fonte, viver a experiência da misericórdia e do perdão. Um santuário mariano-franciscano, lugar – santo, dos mais frequentados em todo o mundo. É um espaço para rezar, refletir, purificar, encher-se de graça e iniciar novamente o caminho da vida.

Todos os anos na noite que antecede 2 de agosto, jovens de toda Itália e alguns países da Europa  peregrinam a Assis, especialmente para visitar e beber da fonte do perdão e da reconciliação. Estes jovens oriundos de realidades dramáticas, dos quais muitos são vítimas das drogas e outros tipos de violência humana, se acorrem a Santa Maria dos Anjos para lucrar da indulgência plenária do chamado “Perdão de Assis”. Assim estes jovens se reconciliam consigo mesmo, com Deus e com os irmãos; retornam as suas terras revigorados, transformados pela graça do perdão de Deus, como era o desejo de São Francisco de Assis. São milhares de jovens em busca de um sentido maior, de respostas que jamais irão encontrar no mundo; recorrem a Santa Maria dos anjos, atendendo ao convite e desejo de São Francisco, e ali se sentem amados, acolhidos, perdoados e prontos para o recomeço.

Porciúncula é um lugar privilegiado, necessário a toda humana criatura de nosso tempo: um itinerário, uma luz sobre o caminho. Ali emana um único fascínio: a mensagem pulsante do Evangelho. É um lugar sagrado no qual a presença de Deus se manifesta. Ali os acontecimentos passados são vivos e presentes; podemos sentir sempre que visitamos: ali viveu Francisco, ali passou Clara, ali morreu o Poverello. Francisco e Clara continuam a ser mais vivos que nunca, e a sua escolha de amor é que marca definitivamente o lugar. Ali a fraternidade se faz encontro, cresce, contagia e se comunica.

Neste ano, nesse significativo dia, iremos fazer orações e intercessões na intenção de nosso país, para que continuemos a cultura da vida e não deixemos que a cultura de morte nos atinja. Quando estamos sendo ameaçados, de uma maneira sutil, com a pressão abortista em nosso país, convocamos a todos para nesse dia 2 de agosto, quinta-feira, às 15h, nos colocarmos em oração e nos posicionarmos pela vida. Aos pés do Cristo Redentor, iremos rezar o Terço da Misericórdia, com transmissão pelos meios de comunicação, e os sinos de nossas igrejas replicarão no mesmo horário. A noite, o monumento será iluminado com a cor branca e a palavra Vida. Esperamos que chegue o nosso clamor até Brasília, onde no dia seguinte começarão a ouvir as pessoas nessa discussão que já foi decidida pelo Congresso Nacional e que maldosamente querem fazer entrar por outra porta em nosso país. Nesse dia 2 de agosto, convidamos também o povo a usar roupas brancas e a rezar em suas comunidades e paróquias (Veja Hora Santa disponibiizada no portal da ArqRio) nessa intenção para que os corações se comovam diante dos gritos de tantos inocentes ameaçados de condenação à morte.

 

Oração a Nossa Senhora dos Anjos

Ó Nossa Senhora, dos Anjos, na pequena Igreja da Porciúncula,

São Francisco recebeu as vossas bênçãos generosas juntamente com sua Ordem. Ele depositara na vossa presença materna uma grande confiança e devoção, sendo atendido em seus pedidos. Continuai a dispensar os vossos favores sobre nós e sobre nossas necessidades particulares.

Nós vos suplicamos, dai-nos a graça da penitência e de Deus o perdão dos pecados, a correção de nossas más inclinações e fortalecimento nos momentos de fraqueza. Quantos recusam a salvação e preferem caminhar nas trevas do erro! Tudo é possível para aquele que crê, para aquele que se arrepende!

Vós, ó Mãe, manifestastes a São Francisco o grande desejo de reconciliar os pecadores com Jesus, que se entregou em uma cruz para nos salvar. Rogai por nós, agora e na hora de nossa morte. Por isso, com todos os anjos do céu, vos saudamos: Ave Maria…


Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro