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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/11/2018

21 de Novembro de 2018

São Jorge, o grande mártir

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21 de Novembro de 2018

São Jorge, o grande mártir

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20/04/2018 14:04 - Atualizado em 20/04/2018 14:04

São Jorge, o grande mártir 0

20/04/2018 14:04 - Atualizado em 20/04/2018 14:04

Apesar de sua história se basear em documentos apócrifos, São Jorge, conforme a tradição, foi um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, e é venerado por toda a Igreja Católica como um grande mártir cristão, onde sua morte é datada no ano de 303.

É certo que nos arquivos dos historiadores não existe quase nada a respeito de São Jorge a não ser estas palavras: “São Jorge mártir no Oriente durante o século quarto”. As grandes festas dos grandes santos se recordam facilmente, São Jorge era chamado de o Grande Mártir.

De acordo com lendas do século IV d.C., Jorge teria nascido na antiga Capadócia, e ainda como criança, mudou-se para a cidade da Palestina com sua mãe Policrômia após seu pai, Gerôncio, morrer em batalha. Sua mãe educou o filho com na fé cristã, e ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das forças armadas, logo foi promovido a capitão do exército romano devido ao seu carisma, sua dedicação e habilidade. Em 303, Diocleciano, publicou um edito que ordenava prender todos os cristãos e que para repararem este erro de serem seguidores de Cristo, deveriam fazer um ato público de oferecer sacrifícios aos deuses romanos. Tomando conhecimento deste edito, Jorge foi ao encontro do imperador e perante todos se declarou cristão. O imperador tentou dissuadi-lo a oferecer sacrifícios aos deuses, oferecendo-lhe terras, dinheiro e escravos, mas Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, como ele era muito estimado por todos, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar aos deuses romanos. Todavia, Jorge sem medo reafirmava sua fé diante de todos, tendo seu martírio, aos poucos, ganhado notoriedade e muitos romanos, tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se convertera ao cristianismo, Diocleciano mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303.

Ao que vem para saber os restos mortais foram transportados para a cidade de Lydda na Palestina, possivelmente onde nascera sua mãe, mas tarde o imperador Constantino mandou erguer um oratório aberto a todos os fiéis para assim espalhar sua devoção a todo Oriente. Neste mesmo local afirmam que uma inscrição do século VI nos fala sobre suas relíquias e que sua fama era imensa no Oriente. Podemos contemplar que muito ajudou para difundir a devoção a São Jorge foi uma atitude tomada por Ricardo Coração de Leão, que nomeou este santo como patrono dos cruzados e estes estenderam sua veneração ao Ocidente.

A lenda de São Jorge é uma história que sempre nos transmite uma constante lição, de que o Evangelho é uma mensagem liberdade de Deus para seu povo. Os cruzados tiraram da imagem do santo, tão reverenciado no Oriente, a seguinte mensagem: O Santo no cavalo que mata um dragão e salva uma donzela; dragão, que é o símbolo do mal, vem para destruir o povo e toda a uma cidade. Para mantê-lo longe da cidade, as pessoas deste local buscavam satisfazer os desejos deste inimigo para que ele não viesse destruir, faziam isto através de sacrifícios de pessoas, um dia a filha do rei foi sorteada para ser a vítima do sacrifício. De repente apareceu um guerreiro e em nome do Senhor Jesus e matou o dragão. Deste então a cidade pôde começar uma nova vida em Cristo Jesus.

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São Jorge, o grande mártir

20/04/2018 14:04 - Atualizado em 20/04/2018 14:04

Apesar de sua história se basear em documentos apócrifos, São Jorge, conforme a tradição, foi um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, e é venerado por toda a Igreja Católica como um grande mártir cristão, onde sua morte é datada no ano de 303.

É certo que nos arquivos dos historiadores não existe quase nada a respeito de São Jorge a não ser estas palavras: “São Jorge mártir no Oriente durante o século quarto”. As grandes festas dos grandes santos se recordam facilmente, São Jorge era chamado de o Grande Mártir.

De acordo com lendas do século IV d.C., Jorge teria nascido na antiga Capadócia, e ainda como criança, mudou-se para a cidade da Palestina com sua mãe Policrômia após seu pai, Gerôncio, morrer em batalha. Sua mãe educou o filho com na fé cristã, e ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das forças armadas, logo foi promovido a capitão do exército romano devido ao seu carisma, sua dedicação e habilidade. Em 303, Diocleciano, publicou um edito que ordenava prender todos os cristãos e que para repararem este erro de serem seguidores de Cristo, deveriam fazer um ato público de oferecer sacrifícios aos deuses romanos. Tomando conhecimento deste edito, Jorge foi ao encontro do imperador e perante todos se declarou cristão. O imperador tentou dissuadi-lo a oferecer sacrifícios aos deuses, oferecendo-lhe terras, dinheiro e escravos, mas Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, como ele era muito estimado por todos, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar aos deuses romanos. Todavia, Jorge sem medo reafirmava sua fé diante de todos, tendo seu martírio, aos poucos, ganhado notoriedade e muitos romanos, tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se convertera ao cristianismo, Diocleciano mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303.

Ao que vem para saber os restos mortais foram transportados para a cidade de Lydda na Palestina, possivelmente onde nascera sua mãe, mas tarde o imperador Constantino mandou erguer um oratório aberto a todos os fiéis para assim espalhar sua devoção a todo Oriente. Neste mesmo local afirmam que uma inscrição do século VI nos fala sobre suas relíquias e que sua fama era imensa no Oriente. Podemos contemplar que muito ajudou para difundir a devoção a São Jorge foi uma atitude tomada por Ricardo Coração de Leão, que nomeou este santo como patrono dos cruzados e estes estenderam sua veneração ao Ocidente.

A lenda de São Jorge é uma história que sempre nos transmite uma constante lição, de que o Evangelho é uma mensagem liberdade de Deus para seu povo. Os cruzados tiraram da imagem do santo, tão reverenciado no Oriente, a seguinte mensagem: O Santo no cavalo que mata um dragão e salva uma donzela; dragão, que é o símbolo do mal, vem para destruir o povo e toda a uma cidade. Para mantê-lo longe da cidade, as pessoas deste local buscavam satisfazer os desejos deste inimigo para que ele não viesse destruir, faziam isto através de sacrifícios de pessoas, um dia a filha do rei foi sorteada para ser a vítima do sacrifício. De repente apareceu um guerreiro e em nome do Senhor Jesus e matou o dragão. Deste então a cidade pôde começar uma nova vida em Cristo Jesus.

Autor

Diácono Jacson Vieira dos Santos Maia

Diácono Transitório