Arquidiocese do Rio de Janeiro

33º 15º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/07/2018

20 de Julho de 2018

Um homem da Palavra de Deus

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20/03/2018 10:51 - Atualizado em 20/03/2018 10:52

Um homem da Palavra de Deus 0

20/03/2018 10:51 - Atualizado em 20/03/2018 10:52

No dia 22 de março de 2018, às 18h30, na Igreja de São Pedro dos Clérigos, agradecida, a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, eleva uma ação de graças a Santíssima Trindade pelos 60 anos de presbiterado de Bispo Auxiliar emérito, Dom Karl Joseph Romer, que trabalhou como principal colaborador de nosso amado predecessor, o Cardeal Eugênio Araújo Sales (1975-2002) e que, depois da missão desempenhada no então Pontifício Conselho para a Família, em Roma, voltou para servir a esta Igreja do Rio de Janeiro.

Dom Romer estudou filosofia entre 1950-1952 em Appenzell e Teologia em Innsbrucke, Munique. Obteve o doutorado em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Cursou especialização em Pedagogia Religiosa.

Depois de seus estudos, em 22 de março de 1958, há 60 anos, foi ordenado sacerdote. Exerceu os ofícios de Pároco em Sargas (1958-1961) e em Sankt Gallen (1961-1964). Preocupado com a missão “ad gentes” pediu para ser enviado como sacerdote “fidei donum” para a Arquidiocese de São Salvador da Bahia. Naquela Igreja Primaz foi pároco, animador da formação dos catequistas e Professor titular da Universidade Católica do Salvador, no Instituto de Teologia, de 1965 a 1971.

Com a transferência de Dom Eugênio, Cardeal Araújo Sales, para a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro o Padre Romer o acompanhou e foi nomeado Professor na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, entre o período de 1972 a 1974.

Nomeado bispo titular de Columnata e Auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ, em 28 de outubro de 1975 pelo Papa Paulo VI foi sagrado bispo no dia 12 de dezembro do mesmo ano pelo Cardeal Eugênio de Araújo Sales.

Dom Romer escolheu como lema episcopal: Mihi vivere Christus(meu viver é Cristo). Seu lema poderia ser resumido na obediência irrestrita ao Senhor que Dom Romer viveu o seu sacerdócio e o seu ministério episcopal. Como um homem de Deus, temente à Palavra de Deus, tem sido um fiel seguidor dos passos de Cristo, amando a Cruz.

Como bispo auxiliar em nossa Arquidiocese foi responsável arquidiocesano da Pastoral Vocacional e pelos Seminários; diretor da faculdade de Filosofia da Arquidiocese; diretor do Instituto Superior de Direito Canônico; presidente da Comissão Arquidiocesana de Doutrina e responsável pelo vicariato para a vida religiosa feminina. Hoje como Bispo Emérito continua seu trabalho como professor de Teologia no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro sediado no Seminário São José e como Diretor do Instituto Superior de Ciências Religiosas em especial para leigos de nossa Arquidiocese.

Publicou inúmeros artigos de teologia em revistas especializadas, além de ter sido presidente da Edição Brasileira da Revista Communio. Dom Romer foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB e foi Presidente do Regional Leste 1 da CNBB, de 1998 a 2002.

O grande trabalho pastoral de Dom Romer foi a preparação do 2º Encontro Mundial das Famílias celebrado na cidade do Rio de Janeiro, em outubro de 1997, com a presença de São João Paulo II.

Como estreito colaborador do Cardeal Eugênio Sales, Dom Romer foi e depois do tempo que passou em Roma, continua sendo o principal animador do Curso Anual para os Bispos no Sumaré, de formação, atualização e descanso para os Bispos no Brasil, por vinte e oito anos, até os dias de hoje. Muito obrigado, querido Dom Romer, por estes cursos que tanto bem tem feito ao nosso episcopado.

Não poderia deixar de manifestar meu agradecimento pelo seu incansável trabalho em favor da vida religiosa e consagrada em nossa Arquidiocese. Religiosos e religiosas comprometidos com a Evangelização e com o testemunho do Cristo Redentor inseridos em suas comunidades e na vida da Igreja Arquidiocesana. Ele continua hoje com pregação de retiros e orientações de congregações.

Em 13 de abril de 2002, chamado a Roma por São João Paulo II, foi nomeado secretário do Pontifício Conselho para a Família, função que completou com grande entusiasmo publicando o Lexicon para Família, encargo que ocupou até 10 de novembro de 2007, quando a sua renúncia foi aceita por Bento XVI ao completar 75 anos de idade.

Com a minha nomeação para Arcebispo de São Sebastiao do Rio de Janeiro tendo-o encontrado já emérito do Pontifício Conselho para a Família em uma visita a Roma convidamos Dom Romer para voltar a residir em nossa Arquidiocese e partilhar a riqueza de seu ministério episcopal entre nós.

Dom Romer como epíscopo (cf. 1Ti 1,7-9) tem sido dispensador dos mistérios de Deus e garantia da unidade de sua Igreja (cf. 1Cor 4,1); dando, publicamente, testemunho do Evangelho pela pregação (cf. Rm 15,16), administrando a justiça e o Espírito (cf. 2Cor 3,8-9). Dom Romer tem cumprindo, com alegria, a tarefa de santificar e ensinar ao Povo de Deus. Não é sem propósito que em muitos de seus textos publicados o aniversariante citou o Concílio Vaticano II: “Os Bispos, pois com seus auxiliares, os presbíteros e diáconos, receberam o encargo de servir a comunidade, presidindo no lugar de Deus ao rebanho do qual são pastores, como mestres da doutrina, sacerdotes do culto sagrado e ministros do governo” (LG n. 20).

Uma palavra poderia resumir a ação apostólica de Dom Romer: o humilde serviço. Nosso Senhor Jesus Cristo veio para servir: “Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,27). “Mediante a imposição das mãos e as palavras da consagração é concedida a graça do Espírito Santo e impresso o caráter sagrado de tal modo que os bispos, de maneira eminente e visível, fazem às vezes do próprio Cristo, Mestre, Pastor e Pontífice e agem em seu nome” (cf. LG n. 21). Ensinar: são mestres, pregoeiros e guardiões da fé que deve ser crida e praticada; vigilantes, devem afastar os erros que ameaçam o rebanho (2Tm 4,1-4). Santificar: o bispo santifica seu povo rezando por ele, presidindo os sacramentos mormente a Eucaristia e edificando a todos com o exemplo de sua vida. Governar: o bispo tem autoridade para dirigir, organizar, legislar e administrar o que se fizer necessário para edificar e favorecer o rebanho. Para isso ele tem poder próprio, ordinário e imediato visando sempre a utilidade dos fiéis e o bem da Igreja. Na perspectiva do Reino de Deus o maior é o que serve (cf. Mc 10,43).

Dom Romer passou sessenta anos dedicando, exclusivamente, a sua vida em favor da santificação do Povo Santo de Deus e pela sua formação para mais autenticamente viver e testemunhar a sua fé.

“Queres trabalhar na edificação do Corpo de Cristo, que é a Igreja?” foi-nos perguntado no momento da ordenação episcopal. “Queres, como um pai, cuidar do povo santo de Deus?” O trabalho do Bispo é de tipo paterno, como o de um pai que carrega a responsabilidade do crescimento dos próprios filhos. O Bispo é ordenado para uma missão eclesial e mística. Na ordenação ele é introduzido no mistério de aliança de Cristo com a Igreja, mediante a ação e na força do Espírito Criador. Para “edificar” a Igreja, o Bispo é chamado a uma vida “edificante” com a qual “servirá a Deus dia e noite”. Sua vida será um “sacrifício que agrada a Deus”, uma “vida segundo o Espírito de Deus”. Eis o ponto: um ministério não se vive antes de tudo fazendo coisas, mas vivendo em plenitude o mistério que se exprime nos serviços e nas funções. O ser é a fonte do fazer. O Bispo, para introduzir os irmãos para além dos “ritus et praeces” e levá-los a encontrar o Senhor, deve ser alguém que já ultrapassou a soleira e respira a presença de Cristo, então poderá conduzir os irmãos ao encontro com o Ressuscitado que nos salva e se torna presente na liturgia” (http://www.clerus.org/clerus/dati/2007-11/23-13/OBISPO.html, último acesso em 04 de março de 2018). Esse é o resumo da vida ministerial de Dom Romer.

Ao cumprimentar o padre jubilar, caríssimo irmão no episcopado, queremos agradecer a Dom Romer pela formação permanente dos religiosos e das religiosas, sacerdotes, diáconos e leigos que sempre procurou fazer com primor e com grande sucesso, em nossa Arquidiocese, e que o seu exemplo de acima de tudo amar a Cristo nos ajude a edificar sempre o corpo de Cristo que é a Igreja e evangelizar com renovado ardor missionário neste tempo de mudança de época em que precisamos de testemunhas credíveis do Evangelho do Senhor. Que a Maternidade de Maria Santíssima, cujo ícone na Capela do Sumaré tanto inspira a D. Romer, continue abençoando e guiando os passos e o ministério presbiteral e episcopal de Dom Romer, um homem obediente à voz do Senhor, um homem que se alimenta da Palavra de Deus e um homem que seguiu, retilineamente os passos de Cristo, amando a Cruz e a testemunhando ao mundo para que todos se salvem!

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20/03/2018 10:51 - Atualizado em 20/03/2018 10:52

No dia 22 de março de 2018, às 18h30, na Igreja de São Pedro dos Clérigos, agradecida, a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, eleva uma ação de graças a Santíssima Trindade pelos 60 anos de presbiterado de Bispo Auxiliar emérito, Dom Karl Joseph Romer, que trabalhou como principal colaborador de nosso amado predecessor, o Cardeal Eugênio Araújo Sales (1975-2002) e que, depois da missão desempenhada no então Pontifício Conselho para a Família, em Roma, voltou para servir a esta Igreja do Rio de Janeiro.

Dom Romer estudou filosofia entre 1950-1952 em Appenzell e Teologia em Innsbrucke, Munique. Obteve o doutorado em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Cursou especialização em Pedagogia Religiosa.

Depois de seus estudos, em 22 de março de 1958, há 60 anos, foi ordenado sacerdote. Exerceu os ofícios de Pároco em Sargas (1958-1961) e em Sankt Gallen (1961-1964). Preocupado com a missão “ad gentes” pediu para ser enviado como sacerdote “fidei donum” para a Arquidiocese de São Salvador da Bahia. Naquela Igreja Primaz foi pároco, animador da formação dos catequistas e Professor titular da Universidade Católica do Salvador, no Instituto de Teologia, de 1965 a 1971.

Com a transferência de Dom Eugênio, Cardeal Araújo Sales, para a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro o Padre Romer o acompanhou e foi nomeado Professor na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, entre o período de 1972 a 1974.

Nomeado bispo titular de Columnata e Auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ, em 28 de outubro de 1975 pelo Papa Paulo VI foi sagrado bispo no dia 12 de dezembro do mesmo ano pelo Cardeal Eugênio de Araújo Sales.

Dom Romer escolheu como lema episcopal: Mihi vivere Christus(meu viver é Cristo). Seu lema poderia ser resumido na obediência irrestrita ao Senhor que Dom Romer viveu o seu sacerdócio e o seu ministério episcopal. Como um homem de Deus, temente à Palavra de Deus, tem sido um fiel seguidor dos passos de Cristo, amando a Cruz.

Como bispo auxiliar em nossa Arquidiocese foi responsável arquidiocesano da Pastoral Vocacional e pelos Seminários; diretor da faculdade de Filosofia da Arquidiocese; diretor do Instituto Superior de Direito Canônico; presidente da Comissão Arquidiocesana de Doutrina e responsável pelo vicariato para a vida religiosa feminina. Hoje como Bispo Emérito continua seu trabalho como professor de Teologia no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro sediado no Seminário São José e como Diretor do Instituto Superior de Ciências Religiosas em especial para leigos de nossa Arquidiocese.

Publicou inúmeros artigos de teologia em revistas especializadas, além de ter sido presidente da Edição Brasileira da Revista Communio. Dom Romer foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB e foi Presidente do Regional Leste 1 da CNBB, de 1998 a 2002.

O grande trabalho pastoral de Dom Romer foi a preparação do 2º Encontro Mundial das Famílias celebrado na cidade do Rio de Janeiro, em outubro de 1997, com a presença de São João Paulo II.

Como estreito colaborador do Cardeal Eugênio Sales, Dom Romer foi e depois do tempo que passou em Roma, continua sendo o principal animador do Curso Anual para os Bispos no Sumaré, de formação, atualização e descanso para os Bispos no Brasil, por vinte e oito anos, até os dias de hoje. Muito obrigado, querido Dom Romer, por estes cursos que tanto bem tem feito ao nosso episcopado.

Não poderia deixar de manifestar meu agradecimento pelo seu incansável trabalho em favor da vida religiosa e consagrada em nossa Arquidiocese. Religiosos e religiosas comprometidos com a Evangelização e com o testemunho do Cristo Redentor inseridos em suas comunidades e na vida da Igreja Arquidiocesana. Ele continua hoje com pregação de retiros e orientações de congregações.

Em 13 de abril de 2002, chamado a Roma por São João Paulo II, foi nomeado secretário do Pontifício Conselho para a Família, função que completou com grande entusiasmo publicando o Lexicon para Família, encargo que ocupou até 10 de novembro de 2007, quando a sua renúncia foi aceita por Bento XVI ao completar 75 anos de idade.

Com a minha nomeação para Arcebispo de São Sebastiao do Rio de Janeiro tendo-o encontrado já emérito do Pontifício Conselho para a Família em uma visita a Roma convidamos Dom Romer para voltar a residir em nossa Arquidiocese e partilhar a riqueza de seu ministério episcopal entre nós.

Dom Romer como epíscopo (cf. 1Ti 1,7-9) tem sido dispensador dos mistérios de Deus e garantia da unidade de sua Igreja (cf. 1Cor 4,1); dando, publicamente, testemunho do Evangelho pela pregação (cf. Rm 15,16), administrando a justiça e o Espírito (cf. 2Cor 3,8-9). Dom Romer tem cumprindo, com alegria, a tarefa de santificar e ensinar ao Povo de Deus. Não é sem propósito que em muitos de seus textos publicados o aniversariante citou o Concílio Vaticano II: “Os Bispos, pois com seus auxiliares, os presbíteros e diáconos, receberam o encargo de servir a comunidade, presidindo no lugar de Deus ao rebanho do qual são pastores, como mestres da doutrina, sacerdotes do culto sagrado e ministros do governo” (LG n. 20).

Uma palavra poderia resumir a ação apostólica de Dom Romer: o humilde serviço. Nosso Senhor Jesus Cristo veio para servir: “Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,27). “Mediante a imposição das mãos e as palavras da consagração é concedida a graça do Espírito Santo e impresso o caráter sagrado de tal modo que os bispos, de maneira eminente e visível, fazem às vezes do próprio Cristo, Mestre, Pastor e Pontífice e agem em seu nome” (cf. LG n. 21). Ensinar: são mestres, pregoeiros e guardiões da fé que deve ser crida e praticada; vigilantes, devem afastar os erros que ameaçam o rebanho (2Tm 4,1-4). Santificar: o bispo santifica seu povo rezando por ele, presidindo os sacramentos mormente a Eucaristia e edificando a todos com o exemplo de sua vida. Governar: o bispo tem autoridade para dirigir, organizar, legislar e administrar o que se fizer necessário para edificar e favorecer o rebanho. Para isso ele tem poder próprio, ordinário e imediato visando sempre a utilidade dos fiéis e o bem da Igreja. Na perspectiva do Reino de Deus o maior é o que serve (cf. Mc 10,43).

Dom Romer passou sessenta anos dedicando, exclusivamente, a sua vida em favor da santificação do Povo Santo de Deus e pela sua formação para mais autenticamente viver e testemunhar a sua fé.

“Queres trabalhar na edificação do Corpo de Cristo, que é a Igreja?” foi-nos perguntado no momento da ordenação episcopal. “Queres, como um pai, cuidar do povo santo de Deus?” O trabalho do Bispo é de tipo paterno, como o de um pai que carrega a responsabilidade do crescimento dos próprios filhos. O Bispo é ordenado para uma missão eclesial e mística. Na ordenação ele é introduzido no mistério de aliança de Cristo com a Igreja, mediante a ação e na força do Espírito Criador. Para “edificar” a Igreja, o Bispo é chamado a uma vida “edificante” com a qual “servirá a Deus dia e noite”. Sua vida será um “sacrifício que agrada a Deus”, uma “vida segundo o Espírito de Deus”. Eis o ponto: um ministério não se vive antes de tudo fazendo coisas, mas vivendo em plenitude o mistério que se exprime nos serviços e nas funções. O ser é a fonte do fazer. O Bispo, para introduzir os irmãos para além dos “ritus et praeces” e levá-los a encontrar o Senhor, deve ser alguém que já ultrapassou a soleira e respira a presença de Cristo, então poderá conduzir os irmãos ao encontro com o Ressuscitado que nos salva e se torna presente na liturgia” (http://www.clerus.org/clerus/dati/2007-11/23-13/OBISPO.html, último acesso em 04 de março de 2018). Esse é o resumo da vida ministerial de Dom Romer.

Ao cumprimentar o padre jubilar, caríssimo irmão no episcopado, queremos agradecer a Dom Romer pela formação permanente dos religiosos e das religiosas, sacerdotes, diáconos e leigos que sempre procurou fazer com primor e com grande sucesso, em nossa Arquidiocese, e que o seu exemplo de acima de tudo amar a Cristo nos ajude a edificar sempre o corpo de Cristo que é a Igreja e evangelizar com renovado ardor missionário neste tempo de mudança de época em que precisamos de testemunhas credíveis do Evangelho do Senhor. Que a Maternidade de Maria Santíssima, cujo ícone na Capela do Sumaré tanto inspira a D. Romer, continue abençoando e guiando os passos e o ministério presbiteral e episcopal de Dom Romer, um homem obediente à voz do Senhor, um homem que se alimenta da Palavra de Deus e um homem que seguiu, retilineamente os passos de Cristo, amando a Cruz e a testemunhando ao mundo para que todos se salvem!

Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro