Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 19/08/2018

19 de Agosto de 2018

Unidos pela evangelização

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08/09/2017 00:00

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08/09/2017 00:00

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi criada no dia 14 de outubro de 1952. A reunião de instalação da CNBB realizou-se aqui no Palácio São Joaquim, com a presença, entre outros, dos cardeais dom Jaime de Barros Câmara e Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, do Senhor Núncio Apostólico Dom Chiari, além de vários arcebispos como Dom Vicente Scherer, de Porto Alegre, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, Arcebispo de Mariana, entre outros. Realizada a eleição para a comissão permanente encarregada de dirigir a entidade, foram escolhidos Dom Scherer, Dom Mário de Miranda Vilas Boas e Dom Antônio Morais de Almeida Júnior, sendo Dom Hélder Câmara designado secretário-geral. Para a presidência, a comissão escolheu o cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, arcebispo de São Paulo. Foram ainda aprovadas as finalidades gerais do secretariado geral e seu desdobramento em seis secretariados nacionais — de educação, de ação social, de ensino de religião, dos seminários e vocações sacerdotais, do apostolado do leigo e da Liga Eleitoral Católica.

A origem da CNBB deve-se à atuação determinante de Dom Helder, na época, auxiliar do Rio de Janeiro, reunindo em torno de si pessoas de base e de cúpula. A estrutura e a experiência da Ação Católica moldaram a Conferência Episcopal. Dom Helder contou com o apoio do Núncio Apostólico no Brasil e de Mons. Giovanni Battista Montini (futuro Papa Paulo VI), da Secretaria de Estado do Vaticano. Os cardeais Motta e Câmara, apresentaram oficialmente o projeto da CNBB aos bispos, por meio de uma carta, e convidaram os metropolitas para a reunião de fundação. Houve acolhida quase unânime do episcopado brasileiro.

Desde a sua criação até o tempo presente a CNBB, se esforça a cada dia para levar a mensagem do Reino de Deus e também em promover a justiça e a paz procurando ser um canal de comunhão entre os arcebispos e bispos do Brasil. “Além de trabalhar intensamente pela comunhão fraterna entre seus membros, a CNBB tem como missão fomentar o estudo de temas comuns que estimulem a realização da ação evangelizadora em todo o País. Como acontece agora com a oração pelo Brasil sugerida para o dia 7 de setembro. A CNBB faz, também, ações concretas sociais importantes por meio da Campanha da Fraternidade, que acontece anualmente e atende projetos de amparo aos necessitados em cada uma de suas edições. Já são mais de 50 anos e milhares de vidas transformadas” (Inspirado no site: http://cnbb.net.br/wp-content/uploads/sites/32/2017/08/Release-Coleta-Nacional-JUNTOS-COM-A-CNBB-PELA-EVANGELIZAC%CC%A7A%CC%83.pdf. Último Acesso: 03/09/2017).

“No campo político-social, o posicionamento responsável por parte do episcopado tem dado frutos. Um exemplo histórico foi a participação na apresentação na chamada Lei da Ficha Limpa. Grande responsável pela coleta de 1,5 milhão de assinaturas que resultou no Projeto de Lei, depois aprovado pelo Congresso Nacional, a CNBB também busca atuar com vigilância e zelo na busca da justiça e da paz diante do contexto político do país. A Lei da Ficha limpa é um sinal eficaz da união dos pastores da Igreja e do povo na busca pela coerência e verdade para que a política seja, de fato, um serviço à população”. (Retirado do site: http://cnbb.net.br/wp-content/uploads/sites/32/2017/08/Release-Coleta-Nacional-JUNTOS-COM-A-CNBB-PELA-EVANGELIZAC%CC%A7A%CC%83.pdf. Último Acesso: 03/09/2017).

Atualmente a sede da CNBB, está localizada em Brasília, no setor de embaixadas da capital, ao lado da Nunciatura Apostólica no Brasil, e acolhe leigos, bispos, padres, além de mais de 80 colaboradores que trabalham na realização dos projetos e no caminho de evangelização. A Respeito da CNBB, disse o vice-presidente Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger: “Aqui, na verdade, é um Centro de Evangelização que faz refletir isso pelo Brasil todo. Porém, nossa construção foi feita há mais de 40 anos e está com sérios problemas. Precisamos da ajuda de todos”. O presidente da CNBB, Cardeal Dom Sérgio da Rocha, também falou: “A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é um instrumento muito valioso de comunhão, de unidade e de animação da ação evangelizadora e pastoral”.

O prédio da CNBB foi construído ha mais de quarenta anos e por isso precisa fazer uma reforma urgente, pois, tem sérios problemas. Para isso, nós Bispos, na última Assembleia geral da CNBB, realizada entre 26 de abril e 5 de maio em Aparecida, após a exposição do secretario geral, tomamos a decisão de fazer uma coleta para angariar fundos para essa necessária reforma. A coleta terá participação de todas as comunidades, espalhadas por todas as Arquidioceses, dioceses e prelazias de nosso país. A coleta será neste próximo domingo, dia 10 de setembro.

Sabemos da difícil situação econômica do nosso país e das nossas famílias, mas, na certeza de que a partilha de muitos faz a solução acontecer, por isso, desde já agradeço pela generosidade do nosso povo, já demonstrada em outras ocasiões. Quando nós repartimos fazemos a experiência de ver, na graça de Deus, multiplicar do que oferecemos com carinho e corresponsabilidade pela ação evangelizadora da Igreja no Brasil. Essa causa é de todos nós!

 

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08/09/2017 00:00

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi criada no dia 14 de outubro de 1952. A reunião de instalação da CNBB realizou-se aqui no Palácio São Joaquim, com a presença, entre outros, dos cardeais dom Jaime de Barros Câmara e Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, do Senhor Núncio Apostólico Dom Chiari, além de vários arcebispos como Dom Vicente Scherer, de Porto Alegre, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, Arcebispo de Mariana, entre outros. Realizada a eleição para a comissão permanente encarregada de dirigir a entidade, foram escolhidos Dom Scherer, Dom Mário de Miranda Vilas Boas e Dom Antônio Morais de Almeida Júnior, sendo Dom Hélder Câmara designado secretário-geral. Para a presidência, a comissão escolheu o cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, arcebispo de São Paulo. Foram ainda aprovadas as finalidades gerais do secretariado geral e seu desdobramento em seis secretariados nacionais — de educação, de ação social, de ensino de religião, dos seminários e vocações sacerdotais, do apostolado do leigo e da Liga Eleitoral Católica.

A origem da CNBB deve-se à atuação determinante de Dom Helder, na época, auxiliar do Rio de Janeiro, reunindo em torno de si pessoas de base e de cúpula. A estrutura e a experiência da Ação Católica moldaram a Conferência Episcopal. Dom Helder contou com o apoio do Núncio Apostólico no Brasil e de Mons. Giovanni Battista Montini (futuro Papa Paulo VI), da Secretaria de Estado do Vaticano. Os cardeais Motta e Câmara, apresentaram oficialmente o projeto da CNBB aos bispos, por meio de uma carta, e convidaram os metropolitas para a reunião de fundação. Houve acolhida quase unânime do episcopado brasileiro.

Desde a sua criação até o tempo presente a CNBB, se esforça a cada dia para levar a mensagem do Reino de Deus e também em promover a justiça e a paz procurando ser um canal de comunhão entre os arcebispos e bispos do Brasil. “Além de trabalhar intensamente pela comunhão fraterna entre seus membros, a CNBB tem como missão fomentar o estudo de temas comuns que estimulem a realização da ação evangelizadora em todo o País. Como acontece agora com a oração pelo Brasil sugerida para o dia 7 de setembro. A CNBB faz, também, ações concretas sociais importantes por meio da Campanha da Fraternidade, que acontece anualmente e atende projetos de amparo aos necessitados em cada uma de suas edições. Já são mais de 50 anos e milhares de vidas transformadas” (Inspirado no site: http://cnbb.net.br/wp-content/uploads/sites/32/2017/08/Release-Coleta-Nacional-JUNTOS-COM-A-CNBB-PELA-EVANGELIZAC%CC%A7A%CC%83.pdf. Último Acesso: 03/09/2017).

“No campo político-social, o posicionamento responsável por parte do episcopado tem dado frutos. Um exemplo histórico foi a participação na apresentação na chamada Lei da Ficha Limpa. Grande responsável pela coleta de 1,5 milhão de assinaturas que resultou no Projeto de Lei, depois aprovado pelo Congresso Nacional, a CNBB também busca atuar com vigilância e zelo na busca da justiça e da paz diante do contexto político do país. A Lei da Ficha limpa é um sinal eficaz da união dos pastores da Igreja e do povo na busca pela coerência e verdade para que a política seja, de fato, um serviço à população”. (Retirado do site: http://cnbb.net.br/wp-content/uploads/sites/32/2017/08/Release-Coleta-Nacional-JUNTOS-COM-A-CNBB-PELA-EVANGELIZAC%CC%A7A%CC%83.pdf. Último Acesso: 03/09/2017).

Atualmente a sede da CNBB, está localizada em Brasília, no setor de embaixadas da capital, ao lado da Nunciatura Apostólica no Brasil, e acolhe leigos, bispos, padres, além de mais de 80 colaboradores que trabalham na realização dos projetos e no caminho de evangelização. A Respeito da CNBB, disse o vice-presidente Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger: “Aqui, na verdade, é um Centro de Evangelização que faz refletir isso pelo Brasil todo. Porém, nossa construção foi feita há mais de 40 anos e está com sérios problemas. Precisamos da ajuda de todos”. O presidente da CNBB, Cardeal Dom Sérgio da Rocha, também falou: “A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é um instrumento muito valioso de comunhão, de unidade e de animação da ação evangelizadora e pastoral”.

O prédio da CNBB foi construído ha mais de quarenta anos e por isso precisa fazer uma reforma urgente, pois, tem sérios problemas. Para isso, nós Bispos, na última Assembleia geral da CNBB, realizada entre 26 de abril e 5 de maio em Aparecida, após a exposição do secretario geral, tomamos a decisão de fazer uma coleta para angariar fundos para essa necessária reforma. A coleta terá participação de todas as comunidades, espalhadas por todas as Arquidioceses, dioceses e prelazias de nosso país. A coleta será neste próximo domingo, dia 10 de setembro.

Sabemos da difícil situação econômica do nosso país e das nossas famílias, mas, na certeza de que a partilha de muitos faz a solução acontecer, por isso, desde já agradeço pela generosidade do nosso povo, já demonstrada em outras ocasiões. Quando nós repartimos fazemos a experiência de ver, na graça de Deus, multiplicar do que oferecemos com carinho e corresponsabilidade pela ação evangelizadora da Igreja no Brasil. Essa causa é de todos nós!

 

Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro