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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/11/2017

23 de Novembro de 2017

O Desânimo e a oração

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23 de Novembro de 2017

O Desânimo e a oração

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06/09/2017 11:33 - Atualizado em 06/09/2017 11:33

O Desânimo e a oração 0

06/09/2017 11:33 - Atualizado em 06/09/2017 11:33

Um grande mal da nossa época é o desânimo, e a tentação está usando e abusando disso. As coisas ruins acontecem e, claro, a gente se abala. Nós somos sensíveis. E diante do abalo, a gente se abate.

E com frequência, nos sentimos desanimados diante de uma situação, porque: faltou dinheiro, o filho entrou para as drogas, o marido é infiel, por não passar no vestibular, não ter um emprego, não conseguir pagar as dívidas no fim do mês. Aí vem a depressão, a tristeza. O problema pode ser ainda uma doença sua ou de uma pessoa próxima, o filho que dá trabalho, o marido, a esposa muito nervosa, o trabalho, ou até mesmo, uma situação interior que não conseguimos resolver.

Parece que a gente se agarra a essas situações. Até achando que é autenticidade porque está sentido mesmo tristeza. Como um parasita, isso começa a sugar o que temos de mais precioso. E vamos perdendo a alma, entramos no desânimo verdadeiro. Vem a sensação que Deus está longe, não gosta de mim, não me atende. E este é o maior motivo de nós não conseguirmos orar com poder!

Infelizmente, nasce também um sentimento de rejeição a Deus, não temos coragem de nos aproximarmos Dele. Assim como a criança precisa do leite da mãe, eu e você precisamos da graça, da bênção e do amor de Deus. Só que há uma rejeição de nossa parte, muitas vezes.

Deus nos ama, mesmo que nos sintamos rejeitados. Precisamos ser curados dessa rejeição, deste sentimento que Deus não gosta de mim por coisas que aconteceram, ou que você próprio fez, pois talvez você tenha sido sem juízo.

Nós podemos orar com poder. Tudo é possível àquele que crê. E tudo pode ser mudado pela oração.

Não tenha medo de conversar com Deus sobre a sua vida! Depois de falar, fique em silêncio. No começo, somos ruins de ouvido. Mas depois, com a prática, a gente vai aprendendo a ouvir com o ouvido do coração. A nossa consciência é a voz - sutil - do Espírito Santo. Voz que também é penetrante, regeneradora.

 

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O Desânimo e a oração

06/09/2017 11:33 - Atualizado em 06/09/2017 11:33

Um grande mal da nossa época é o desânimo, e a tentação está usando e abusando disso. As coisas ruins acontecem e, claro, a gente se abala. Nós somos sensíveis. E diante do abalo, a gente se abate.

E com frequência, nos sentimos desanimados diante de uma situação, porque: faltou dinheiro, o filho entrou para as drogas, o marido é infiel, por não passar no vestibular, não ter um emprego, não conseguir pagar as dívidas no fim do mês. Aí vem a depressão, a tristeza. O problema pode ser ainda uma doença sua ou de uma pessoa próxima, o filho que dá trabalho, o marido, a esposa muito nervosa, o trabalho, ou até mesmo, uma situação interior que não conseguimos resolver.

Parece que a gente se agarra a essas situações. Até achando que é autenticidade porque está sentido mesmo tristeza. Como um parasita, isso começa a sugar o que temos de mais precioso. E vamos perdendo a alma, entramos no desânimo verdadeiro. Vem a sensação que Deus está longe, não gosta de mim, não me atende. E este é o maior motivo de nós não conseguirmos orar com poder!

Infelizmente, nasce também um sentimento de rejeição a Deus, não temos coragem de nos aproximarmos Dele. Assim como a criança precisa do leite da mãe, eu e você precisamos da graça, da bênção e do amor de Deus. Só que há uma rejeição de nossa parte, muitas vezes.

Deus nos ama, mesmo que nos sintamos rejeitados. Precisamos ser curados dessa rejeição, deste sentimento que Deus não gosta de mim por coisas que aconteceram, ou que você próprio fez, pois talvez você tenha sido sem juízo.

Nós podemos orar com poder. Tudo é possível àquele que crê. E tudo pode ser mudado pela oração.

Não tenha medo de conversar com Deus sobre a sua vida! Depois de falar, fique em silêncio. No começo, somos ruins de ouvido. Mas depois, com a prática, a gente vai aprendendo a ouvir com o ouvido do coração. A nossa consciência é a voz - sutil - do Espírito Santo. Voz que também é penetrante, regeneradora.

 

Monsenhor Jonas Abib
Autor

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova e presidente da Fundação João Paulo II