Arquidiocese do Rio de Janeiro

27º 21º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/11/2019

20 de Novembro de 2019

50 anos da Diocese de Rubiataba-Mozarlândia

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20 de Novembro de 2019

50 anos da Diocese de Rubiataba-Mozarlândia

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16/08/2016 00:00 - Atualizado em 01/09/2016 12:03

50 anos da Diocese de Rubiataba-Mozarlândia 0

16/08/2016 00:00 - Atualizado em 01/09/2016 12:03

No dia da Assunção de Nossa Senhora, 15 de agosto passado, tive a oportunidade de celebrar a Eucaristia na Festa Principal da Diocese de Rubiataba, em Goiás, que estava completando 50 anos de sua criação e instalação. No passado remoto, essa região fez parte da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, e os atos históricos contam sobre a presença de legados do Rio de Janeiro que assumiram funções importantes e de serviço na região. O convite feito pelo Bispo Diocesano, D. Adair José, para essa celebração trouxe a possibilidade de fazer essa memória. Na ocasião, tive oportunidade também de fazer uma reflexão sobre o momento que vivíamos.

A Diocese foi criada em 11 de outubro de 1966 como Prelazia Territorial de Rubiataba, a partir da Diocese de Goiás e Diocese de Uruaçu, sendo renomeada em 18 de abril de 1979 como Prelazia Territorial de Rubiataba-Mozarlândia e, posteriormente, promovida a Diocese de Rubiataba-Mozarlândia em 16 de outubro de 1979.  Ela é sufragânea da Arquidiocese de Goiânia. O primeiro Bispo prelado foi: Dom Juvenal Roriz, CSSR (27 de outubro de 1966 - 5 de maio de 1978), que depois foi o grande Arcebispo de Juiz de Fora. O segundo foi Dom José Carlos de Oliveira, CSSR (14 de setembro de 1979 - 27 de fevereiro de 2008), que hoje vive em Aparecida, sob o olhar terno de Nossa Senhora Aparecida, no Convento Redentorista, rezando diuturnamente por esta amada Igreja Particular. O terceiro e atual Bispo é o nosso querido Dom Adair José Guimarães, que foi brilhante aluno do nosso Seminário São José, no Rio de Janeiro.

Na Festa da Assunção deste ano comemorou-se, como disse, os seus 50 anos e celebramos a padroeira, que é Nossa Senhora da Glória. Abençoamos logo no início da procissão uma imagem da padroeira que percorrerá missionariamente a Diocese.

A Assunção de Nossa Senhora trata-se de uma verdade de fé, um dogma, proclamada pelo Papa Pio XII no dia 1º de novembro de 1950: “Terminando o curso da sua vida terrena, Maria foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.  As leituras dessa solenidade contemplam esta realidade. A 1ª Leitura (Ap 11, 19; 12, 1-10) apresenta uma mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés, e do Filho que ela deu à luz, um varão, que irá reger todas as nações. Nesta imagem, a Mulher e o Filho representam Jesus Cristo e a Igreja, mas a mulher confunde-se também com Maria, pois nela realizou-se plenamente a Igreja. A 2ª Leitura do dia (1 Cor 15, 20-27) completa a ideia da primeira. Paulo, falando de Cristo, primícia dos ressuscitados, termina dizendo que, um dia, todos os que creem terão parte na Sua glorificação, mas em proporção diversa: “Primeiro, Cristo, como os primeiros frutos da seara; e a seguir os que pertencem a Cristo” (1 Cor 15, 23). Entre os cristãos, o primeiro lugar pertence, sem dúvida, a Nossa Senhora, que foi sempre de Deus, porque jamais conheceu o pecado. É a única criatura em quem o esplendor da imagem de Deus nunca se viu ofuscado; é a Imaculada Conceição, a obra prima e intacta da Santíssima Trindade em quem o Pai, o Filho e o Espírito Santo sentiram as suas complacências, encontrando nela uma resposta total ao Seu amor.

A resposta de Maria ao amor de Deus ressoa no Evangelho (Lc 1, 35-56), tanto nas palavras de Isabel, que exaltam a grande fé que levou Maria a aderir, sem vacilação alguma, à vontade de Deus, como nas palavras da própria Virgem, que entoa um hino de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizou nela. Ela é a nossa grande intercessora junto do Altíssimo. Maria nunca deixa de ajudar os que recorrem ao seu amparo: “Nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tivesse recorrido à vossa proteção fosse por Vós desamparado”, rezava São Bernardo. Procuremos confiar mais na sua intercessão, persuadidos de que Ela é a Rainha dos Céus e da Terra, o refúgio dos pecadores, a consoladora dos aflitos, e peçamos-lhe com simplicidade: Mostrai-nos Jesus!

A Assunção de Maria é uma preciosa antecipação da nossa ressurreição, e baseia-se na ressurreição de Cristo, que transformará o nosso corpo corruptível, fazendo-o semelhante ao Seu corpo glorioso. Por isso, São Paulo recorda-nos (1 Cor 15, 20-26): “Se a morte veio por um homem (pelo pecado de Adão), também por um homem, Cristo, veio a ressurreição. Por Ele, todos retornarão à vida, mas cada um a seu tempo: como primícias, Cristo; em seguida, quando Ele voltar, todos os que são de Cristo; depois, os últimos, quando Cristo devolver a Deus Pai o seu reino… Essa vinda de Cristo, de que fala o Apóstolo, disse o Papa São João Paulo II, “não devia por acaso cumprir-se, neste único caso (o da Virgem), de modo excepcional, por dizê-lo assim, imediatamente, quer dizer, no momento da conclusão da sua vida terrena? Esse final da vida que para todos os homens é a morte, a Tradição, no caso de Maria, chama-o com mais propriedade ‘dormição’.  Para nós, a Solenidade de hoje é como uma continuação da Páscoa, da Ressurreição e da Ascensão do Senhor.  E é, “ao mesmo tempo, o sinal e a fonte da esperança da vida eterna e da futura ressurreição”.

É uma grande alegria contemplar Nossa Senhora subindo ao céu. Ela, sendo porta do céu, está disposta a abrir-nos também a janela do céu, caso tenhamos andado pelos caminhos da graça de Deus.

A festa da sua entrada na glória, como um rio que após longa corrida deságua no mar, a Virgem Toda Santa deságua na glória de Deus: transfigurada no Espírito Santo, derramado pelo Cristo, ela está na glória do Pai. (O) Nosso Senhor Jesus venceu e nos faz participantes da Sua vitória, dando-nos o seu Espírito Santo!

Neste mundo que só crê no que vê, que só leva a sério o que toca, que só dá valor ao que cai no âmbito dos sentidos, nós, ao contrário, acreditamos que Cristo está vivo e é Senhor, primícia, princípio de todos os que morrem unidos a Ele. O Cristo que ressuscitou, que venceu, concedeu plenamente a Sua vitória à sua Mãe, a Santíssima Virgem Maria, que esteve sempre unida a Ele. Ela, totalmente imaculada, nunca se afastou do Filho: nem na longa espera do parto, nem na pobreza de Belém, nem na fuga para o Egito, nem no período de exílio, nem na angústia de procurá-Lo no Templo, nem nos anos obscuros de Nazaré, nem nos tempos dolorosos da pregação do Reino, nem no desastre da cruz, nem na solidão do sepulcro no Sábado Santo... nem mesmo após, nos dias da Igreja, quando, discretamente, ela permanecia em oração com os irmãos do Senhor... Sempre imaculada, sempre perfeitamente unida ao Senhor! Assim, após a sua preciosa morte, ela foi elevada à glória do céu, isto é, à glória de Cristo, que ressuscitou e é primícia da nossa ressurreição.

A Solenidade da Assunção é, então, primeiramente, exaltação da glória do Cristo: n’Ele está a vida e a ressurreição; n’Ele, a esperança de libertação definitiva! Por isso, todo aquele que crê em Jesus e é batizado no seu Espírito Santo no sacramento do Batismo, morrerá com Cristo e com Cristo ressuscitará. Imediatamente após a morte, nossa alma será glorificada e estaremos para sempre com o Senhor. Quanto ao nosso corpo, será destruído e, no final dos tempos, quando Cristo, nossa vida, aparecer, será também ressuscitado em glória e unido à nossa alma. Será assim com todos nós. Mas, não foi assim com a Virgem Maria! Aquela que não teve pecado, também não foi tocada pela corrupção da morte! Imediatamente após a sua passagem para Deus, ela foi ressuscitada, glorificada em corpo e alma e elevada ao céu! Podemos, portanto, exclamar como Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres! Bendito é o fruto do teu ventre! Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”!

Assim, queremos pedir à bem-aventurada Virgem Maria que ilumine e proteja o Bispo diocesano de Rubiataba-Mozarlândia, o estimado Bispo Emérito, o distinto clero, bem como todo o povo peregrino nesta Diocese. Que a Virgem Mãe olhe para cada um de nós e nos dê forças para sempre fazer a vontade de Jesus.

Rezemos uma das orações marianas mais antigas, que é o “Suub tuum praesidium”: A vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Vigem gloriosa e bendita.

 

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50 anos da Diocese de Rubiataba-Mozarlândia

16/08/2016 00:00 - Atualizado em 01/09/2016 12:03

No dia da Assunção de Nossa Senhora, 15 de agosto passado, tive a oportunidade de celebrar a Eucaristia na Festa Principal da Diocese de Rubiataba, em Goiás, que estava completando 50 anos de sua criação e instalação. No passado remoto, essa região fez parte da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, e os atos históricos contam sobre a presença de legados do Rio de Janeiro que assumiram funções importantes e de serviço na região. O convite feito pelo Bispo Diocesano, D. Adair José, para essa celebração trouxe a possibilidade de fazer essa memória. Na ocasião, tive oportunidade também de fazer uma reflexão sobre o momento que vivíamos.

A Diocese foi criada em 11 de outubro de 1966 como Prelazia Territorial de Rubiataba, a partir da Diocese de Goiás e Diocese de Uruaçu, sendo renomeada em 18 de abril de 1979 como Prelazia Territorial de Rubiataba-Mozarlândia e, posteriormente, promovida a Diocese de Rubiataba-Mozarlândia em 16 de outubro de 1979.  Ela é sufragânea da Arquidiocese de Goiânia. O primeiro Bispo prelado foi: Dom Juvenal Roriz, CSSR (27 de outubro de 1966 - 5 de maio de 1978), que depois foi o grande Arcebispo de Juiz de Fora. O segundo foi Dom José Carlos de Oliveira, CSSR (14 de setembro de 1979 - 27 de fevereiro de 2008), que hoje vive em Aparecida, sob o olhar terno de Nossa Senhora Aparecida, no Convento Redentorista, rezando diuturnamente por esta amada Igreja Particular. O terceiro e atual Bispo é o nosso querido Dom Adair José Guimarães, que foi brilhante aluno do nosso Seminário São José, no Rio de Janeiro.

Na Festa da Assunção deste ano comemorou-se, como disse, os seus 50 anos e celebramos a padroeira, que é Nossa Senhora da Glória. Abençoamos logo no início da procissão uma imagem da padroeira que percorrerá missionariamente a Diocese.

A Assunção de Nossa Senhora trata-se de uma verdade de fé, um dogma, proclamada pelo Papa Pio XII no dia 1º de novembro de 1950: “Terminando o curso da sua vida terrena, Maria foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.  As leituras dessa solenidade contemplam esta realidade. A 1ª Leitura (Ap 11, 19; 12, 1-10) apresenta uma mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés, e do Filho que ela deu à luz, um varão, que irá reger todas as nações. Nesta imagem, a Mulher e o Filho representam Jesus Cristo e a Igreja, mas a mulher confunde-se também com Maria, pois nela realizou-se plenamente a Igreja. A 2ª Leitura do dia (1 Cor 15, 20-27) completa a ideia da primeira. Paulo, falando de Cristo, primícia dos ressuscitados, termina dizendo que, um dia, todos os que creem terão parte na Sua glorificação, mas em proporção diversa: “Primeiro, Cristo, como os primeiros frutos da seara; e a seguir os que pertencem a Cristo” (1 Cor 15, 23). Entre os cristãos, o primeiro lugar pertence, sem dúvida, a Nossa Senhora, que foi sempre de Deus, porque jamais conheceu o pecado. É a única criatura em quem o esplendor da imagem de Deus nunca se viu ofuscado; é a Imaculada Conceição, a obra prima e intacta da Santíssima Trindade em quem o Pai, o Filho e o Espírito Santo sentiram as suas complacências, encontrando nela uma resposta total ao Seu amor.

A resposta de Maria ao amor de Deus ressoa no Evangelho (Lc 1, 35-56), tanto nas palavras de Isabel, que exaltam a grande fé que levou Maria a aderir, sem vacilação alguma, à vontade de Deus, como nas palavras da própria Virgem, que entoa um hino de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizou nela. Ela é a nossa grande intercessora junto do Altíssimo. Maria nunca deixa de ajudar os que recorrem ao seu amparo: “Nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tivesse recorrido à vossa proteção fosse por Vós desamparado”, rezava São Bernardo. Procuremos confiar mais na sua intercessão, persuadidos de que Ela é a Rainha dos Céus e da Terra, o refúgio dos pecadores, a consoladora dos aflitos, e peçamos-lhe com simplicidade: Mostrai-nos Jesus!

A Assunção de Maria é uma preciosa antecipação da nossa ressurreição, e baseia-se na ressurreição de Cristo, que transformará o nosso corpo corruptível, fazendo-o semelhante ao Seu corpo glorioso. Por isso, São Paulo recorda-nos (1 Cor 15, 20-26): “Se a morte veio por um homem (pelo pecado de Adão), também por um homem, Cristo, veio a ressurreição. Por Ele, todos retornarão à vida, mas cada um a seu tempo: como primícias, Cristo; em seguida, quando Ele voltar, todos os que são de Cristo; depois, os últimos, quando Cristo devolver a Deus Pai o seu reino… Essa vinda de Cristo, de que fala o Apóstolo, disse o Papa São João Paulo II, “não devia por acaso cumprir-se, neste único caso (o da Virgem), de modo excepcional, por dizê-lo assim, imediatamente, quer dizer, no momento da conclusão da sua vida terrena? Esse final da vida que para todos os homens é a morte, a Tradição, no caso de Maria, chama-o com mais propriedade ‘dormição’.  Para nós, a Solenidade de hoje é como uma continuação da Páscoa, da Ressurreição e da Ascensão do Senhor.  E é, “ao mesmo tempo, o sinal e a fonte da esperança da vida eterna e da futura ressurreição”.

É uma grande alegria contemplar Nossa Senhora subindo ao céu. Ela, sendo porta do céu, está disposta a abrir-nos também a janela do céu, caso tenhamos andado pelos caminhos da graça de Deus.

A festa da sua entrada na glória, como um rio que após longa corrida deságua no mar, a Virgem Toda Santa deságua na glória de Deus: transfigurada no Espírito Santo, derramado pelo Cristo, ela está na glória do Pai. (O) Nosso Senhor Jesus venceu e nos faz participantes da Sua vitória, dando-nos o seu Espírito Santo!

Neste mundo que só crê no que vê, que só leva a sério o que toca, que só dá valor ao que cai no âmbito dos sentidos, nós, ao contrário, acreditamos que Cristo está vivo e é Senhor, primícia, princípio de todos os que morrem unidos a Ele. O Cristo que ressuscitou, que venceu, concedeu plenamente a Sua vitória à sua Mãe, a Santíssima Virgem Maria, que esteve sempre unida a Ele. Ela, totalmente imaculada, nunca se afastou do Filho: nem na longa espera do parto, nem na pobreza de Belém, nem na fuga para o Egito, nem no período de exílio, nem na angústia de procurá-Lo no Templo, nem nos anos obscuros de Nazaré, nem nos tempos dolorosos da pregação do Reino, nem no desastre da cruz, nem na solidão do sepulcro no Sábado Santo... nem mesmo após, nos dias da Igreja, quando, discretamente, ela permanecia em oração com os irmãos do Senhor... Sempre imaculada, sempre perfeitamente unida ao Senhor! Assim, após a sua preciosa morte, ela foi elevada à glória do céu, isto é, à glória de Cristo, que ressuscitou e é primícia da nossa ressurreição.

A Solenidade da Assunção é, então, primeiramente, exaltação da glória do Cristo: n’Ele está a vida e a ressurreição; n’Ele, a esperança de libertação definitiva! Por isso, todo aquele que crê em Jesus e é batizado no seu Espírito Santo no sacramento do Batismo, morrerá com Cristo e com Cristo ressuscitará. Imediatamente após a morte, nossa alma será glorificada e estaremos para sempre com o Senhor. Quanto ao nosso corpo, será destruído e, no final dos tempos, quando Cristo, nossa vida, aparecer, será também ressuscitado em glória e unido à nossa alma. Será assim com todos nós. Mas, não foi assim com a Virgem Maria! Aquela que não teve pecado, também não foi tocada pela corrupção da morte! Imediatamente após a sua passagem para Deus, ela foi ressuscitada, glorificada em corpo e alma e elevada ao céu! Podemos, portanto, exclamar como Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres! Bendito é o fruto do teu ventre! Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”!

Assim, queremos pedir à bem-aventurada Virgem Maria que ilumine e proteja o Bispo diocesano de Rubiataba-Mozarlândia, o estimado Bispo Emérito, o distinto clero, bem como todo o povo peregrino nesta Diocese. Que a Virgem Mãe olhe para cada um de nós e nos dê forças para sempre fazer a vontade de Jesus.

Rezemos uma das orações marianas mais antigas, que é o “Suub tuum praesidium”: A vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Vigem gloriosa e bendita.

 

Cardeal Orani João Tempesta
Autor

Cardeal Orani João Tempesta

Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro