Arquidiocese do Rio de Janeiro

26º 18º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 19/08/2017

19 de Agosto de 2017

Agir com misericórdia

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19 de Agosto de 2017

Agir com misericórdia

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25/04/2016 15:17 - Atualizado em 25/04/2016 15:18

Agir com misericórdia 0

25/04/2016 15:17 - Atualizado em 25/04/2016 15:18

Na bula de proclamação do ano da misericórdia, o Santo Padre convoca toda a Igreja para ser sinal eficaz do agir do Pai. Somos chamados a testemunhar a misericórdia de Deus por toda a humanidade. Não é aleatória a escolha deste tema na era em que vivemos. O mundo está necessitado de misericórdia, a humanidade está necessitada de misericórdia.

Como um pastor que conduz seu rebanho, o Papa Francisco encaminha toda sua grei às entranhas da misericórdia de Deus. Ele traça com clareza o caminho que devemos seguir, mostra-nos necessitados da misericórdia, evidencia exemplos, ensina-nos a ver a misericórdia de Deus que toca nossa humanidade e nos faz relembrar como deve ser o agir de um verdadeiro Cristão.

O Sumo Pontífice faz-nos perceber que somos necessitados da misericórdia de Deus. Em sua primeira missa com o povo (17.03.2013), o Santo Padre, como que já nos preparando para este jubileu, diz que o primeiro passo para experimentar a misericórdia é reconhecer que somos necessitados de misericórdia. Somos homens feridos pelo pecado. Sabemos escolher entre o bem e o mal, mas devido a nossa fraqueza escolhemos o mal. E esta realidade acrescenta-se a ideia que nosso pecado não pode ser perdoado. Falta-nos a experiência concreta da misericórdia. “(...) é triste ver como a experiência do perdão na nossa cultura vai rareando cada vez mais” (Misericordiae vultus, 10).

Nosso agir, por vezes, se aproxima do “servo sem compaixão” (Mt 18,22), que tendo sido perdoado de uma alta dívida foi incapaz de perdoar a pequena parcela de seu devedor. Afirma categoricamente o Santo Padre que a misericórdia não pode ser compreendida por nós só como a agir do Pai, mas é um dever para nós cristãos. “Somos chamados a viver a misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco” (idem, 9). Assim, por termos experimentado a misericórdia divina, somos impelidos a expressa-la em nosso agir.
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Agir com misericórdia

25/04/2016 15:17 - Atualizado em 25/04/2016 15:18

Na bula de proclamação do ano da misericórdia, o Santo Padre convoca toda a Igreja para ser sinal eficaz do agir do Pai. Somos chamados a testemunhar a misericórdia de Deus por toda a humanidade. Não é aleatória a escolha deste tema na era em que vivemos. O mundo está necessitado de misericórdia, a humanidade está necessitada de misericórdia.

Como um pastor que conduz seu rebanho, o Papa Francisco encaminha toda sua grei às entranhas da misericórdia de Deus. Ele traça com clareza o caminho que devemos seguir, mostra-nos necessitados da misericórdia, evidencia exemplos, ensina-nos a ver a misericórdia de Deus que toca nossa humanidade e nos faz relembrar como deve ser o agir de um verdadeiro Cristão.

O Sumo Pontífice faz-nos perceber que somos necessitados da misericórdia de Deus. Em sua primeira missa com o povo (17.03.2013), o Santo Padre, como que já nos preparando para este jubileu, diz que o primeiro passo para experimentar a misericórdia é reconhecer que somos necessitados de misericórdia. Somos homens feridos pelo pecado. Sabemos escolher entre o bem e o mal, mas devido a nossa fraqueza escolhemos o mal. E esta realidade acrescenta-se a ideia que nosso pecado não pode ser perdoado. Falta-nos a experiência concreta da misericórdia. “(...) é triste ver como a experiência do perdão na nossa cultura vai rareando cada vez mais” (Misericordiae vultus, 10).

Nosso agir, por vezes, se aproxima do “servo sem compaixão” (Mt 18,22), que tendo sido perdoado de uma alta dívida foi incapaz de perdoar a pequena parcela de seu devedor. Afirma categoricamente o Santo Padre que a misericórdia não pode ser compreendida por nós só como a agir do Pai, mas é um dever para nós cristãos. “Somos chamados a viver a misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco” (idem, 9). Assim, por termos experimentado a misericórdia divina, somos impelidos a expressa-la em nosso agir.
Aurecir Martins de Melo Junior
Autor

Aurecir Martins de Melo Junior

Seminarista do 3° ano de Teologia - Seminário - São José